

Descrição dos Componentes do PC
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Ano
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Processador
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Comentário
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1978
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8088 (8/16 bits, 5 MHz)
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O processador inicial dos PCs rodava DOS e manipulava textos e números, mas os gráficos eram muito pobres. |
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1982
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80286 (16 bits, 6 a 12 MHz)
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De três a seis vezes mais rápido que o 8088, foi a plataforma básica para as primeiras redes de micros. |
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1985
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386 (16/32 bits, 16 a 33 MHz)
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O 386 já tinha potência suficiente para suportar uma interface gráfica - foi o início da era Windows. |
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1989
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486 (32 bits, 25 a 100 MHz)
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Rodando DOS e Windows 3.x, o 486 possibilitou o desenvolvimento das aplicações multimídia. |
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1993
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Pentium (64 bits, 60 a 233 MHz)
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Com o Windows 95, facilitou a popularização da Internet e permitiu rodar aplicativos de 32 bits. |
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1995
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Pentium Pro (64 bits, 150 a 200 MHz)
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Criado para o Windows NT, permitiu a montagem de grandes bancos de dados em servidores PC. |
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1997
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Pentium II (64 bits, 233 a 450 MHz)
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A promessa é que esse chip vai impulsionar a computação 3D e a videoconferência. |
Cabe lembrar que estes processadores Intel são de tecnologia CISC (Complex Instruction Set Computer). O processador mantém compatibilidade do microcódigo (sub-rotinas internas ao próprio chip) com toda a linha de processadores anteriores a ele, isto é, um programa feito para o 8088 dos micros XT deve rodar num Pentium sem problemas (obviamente muito mais rápido). O inverso não é possível.
O microcódigo deve analisar todas as instruções de outros processadores além de incorporar as suas próprias que não são poucas.
Além disso, os programas compilados nesses processadores tem instruções de comprimento em bytes variável.
Esse processo gera atrasos que são totalmente eliminados com os chips de tecnologia RISC (Reduced Instruction Set Computing) onde o próprio software em execução faz o trabalho pesado. Acontece que o aumento de performance do chip compensa em muito esse trabalho extra do programa.
Os chips RISC dissipam menos calor e rodam a frequências de clock maiores que os chips CICS (Complex Instruction Set Computing). Estes últimos são usados em PCs da Intel, mainframes IBM e a maioria das outras plataformas.
Os chips RISC são utilizados em Workstations, um tipo de computador mais caro e com muito maior performance rodando normalmente sob o UNIX e utilizados em processamento científico, grandes bases de dados e aplicações que exijam proteção absoluta dos dados e processamento Real-Time (tipo transações da Bolsa de Valores).
A IBM foi a pioneira dessa tecnologia na década de 1970, o que resultou numa arquitetura de processador chamada POWER (Performance Optimized With Enhanced RISC), a qual foi inicialmente implementada na primeira Workstation IBM RS/6000 (RISC System/6000) introduzida em Fevereiro de 1990, e eventualmente formou a base para os processadores PowerPC da Apple/IBM/Motorola.
A idéia do chip RISC é que, por simplificar a lógica necessária para implementar um processador (fazendo este capaz de executar apenas simples instruções e modos de endereçamento), o processador pode ser menor, menos caro, e mais rápido, usando inclusive menos energia.
Através do uso de um compilador eficiente, o processador pode ainda processar qualquer tarefa requerida (por combinar simples instruções em tempo de compilação).
Exemplos de chips RISC: Intel i860, i960, Digital Alpha 21064, HPPA-RISC, MIPS, Sun Sparc PC (Macintosh), etc.
Muitas modificações implantadas atualmente no Pentium são oriundas dos chips RISC tornando-se na verdade um chip CRISC.
É a velocidade pela à qual um microprocessador executa instruções. Quanto mais rápido o clock, mais instruções uma CPU pode executar por segundo. A velocidade de clock é expressada em megahertz (MHz), 1 MHz sendo igual a 1 milhão de ciclos por segundo.
Usualmente, a taxa de clock é uma característica fixa do processador. Porém, alguns computadores tem uma "chave" que permite 2 ou mais diferentes velocidades de clock. Isto é útil porque programas desenvolvidos para trabalhar em uma máquina com alta velocidade de clock pode não trabalhar corretamente em uma máquina com velocidade de clock mais lenta, e vice versa. Além disso, alguns componentes de expansão podem não ser capazes de trabalhar a alta velocidade de clock.
Assim como a velocidade de clock, a arquitetura interna de um microprocessador tem influência na sua performance. Dessa forma, 2 CPU´s com a mesma velocidade de clock não necessariamente trabalham igualmente. Enquanto um processador Intel 80286 requer 20 ciclos para multiplicar 2 números, um Intel 80486 (ou superior) pode fazer o mesmo cálculo em um simples ciclo. Por essa razão, estes novos processadores poderiam ser 20 vezes mais rápido que os antigos mesmo se a velocidade de clock fosse a mesma. Além disso, alguns microprocessadores são superescalar, o que significa que eles podem executar mais de uma instrução por ciclo.
Como as CPU´s, os barramentos de expansão também têm a sua velocidade de
clock. Seria ideal que as velocidades de clock da CPU e dos barramentos fossem
a mesma para que um componente não deixe o outro mais lento. Na prática, a
velocidade de clock dos barramentos é mais lenta que a velocidade da CPU.
Overclock é o aumento da frequência do processador para que ele trabalhe mais rapidamente.
A frequência de operação dos computadores domésticos é determinada por dois fatores:
A velocidade de operação da placa-mãe, conhecida também como velocidade de barramento, que nos computadores Pentium pode ser de 50, 60 e 66 MHz.
O multiplicador de clock, criado a partir dos 486 que permite ao processador trabalhar internamente a uma velocidade maior que a da placa-mãe. Vale lembrar que os outros periféricos do computador (memória RAM, cache L2, placa de vídeo, etc.) continuam trabalhando na velocidade de barramento.
Como exemplo, um computador Pentium 166 trabalha com velocidade de barramento de 66 MHz e multiplicador de 2,5x. Fazendo o cálculo, 66 x 2,5 = 166, ou seja, o processador trabalha a 166 MHz mas se comunica com os demais componentes do micro à 66 MHz.
Tendo um processador Pentium 166 (como o do exemplo acima), pode-se fazê-lo trabalhar a 200 MHz, simplesmente aumentando o multiplicador de clock de 2,5x para 3x. Caso a placa-mãe permita, pode-se usar um barramento de 75 ou até mesmo 83 MHz (algumas placas mais modernas suportam essa velocidade de barramento). Neste caso, mantendo o multiplicador de clock de 2,5x, o Pentium 166 poderia trabalhar a 187 MHz (2,5 x 75) ou a 208 MHz (2,5 x 83). As frequências de barramento e do multiplicador podem ser alteradas simplesmente através de jumpers de configuração da placa-mãe, o que torna indispensável o manual da mesma. O aumento da velocidade de barramento da placa-mãe pode criar problemas caso algum periférico (como memória RAM, cache L2, etc.) não suporte essa velocidade.
Quando se faz um overclock, o processador passa a trabalhar a uma velocidade maior do que ele foi projetado, fazendo com que haja um maior aquecimento do mesmo. Com isto, reduz-se a vida útil do processador de cerca de 20 para 10 anos (o que não chega a ser um problema já que os processadores rapidamente se tornam obsoletos). Esse aquecimento excessico pode causar também frequentes "crashes" (travamento) do sistema operacional durante o seu uso, obrigando o usuário a reiniciar a máquina.
Ao fazer o overclock, é indispensável a utilização de um cooler (ventilador que fica sobre o processador para reduzir seu aquecimento) de qualidade e, em alguns casos, uma pasta térmica especial que é passada diretamente sobre a superfície do processador.
The Overclocker's
FAQ: perguntas frequentes (em inglês).
O novo processador Pentium II integra os melhores atributos dos processadores Intel, a performance da Dynamic Execution do Pentium Pro além das capacidades da tecnologia MMX, trazendo um novo nível de performance aos consumidores de PCs.
O processador está disponível atualmente em velocidades de 233, 266, 300, 333, 350, 400 e 450 MHz.
As características avançadas alcançadas pela tecnologia MMX são devidas a técnica SIMD (Single Instruction, Multiple Data) que emprega 57 novas instruções, especificamente criadas para manipular e processar vídeo, áudio e dados gráficos mais eficazmente, com oito registros MMX e quatro novos tipos de dados.
Os processadores de 350, 400 e 450 MHz trabalham com barramento de sistema de 100 MHz. Essa evolução sobre o atual barramento de 66 MHz permite uma comunicação mais rápida entre o processador e as outras partes do sistema de computação. O barramento de 100 MHz é atualmente suportado pelo chipset 440BX AGPset.
Possui as vantagens da arquitetura Dual Independent Bus (DIB) com alta largura de banda e performance, cache L1 de 32 KB (16 KB para instruções e 16 KB para dados) e cache L2 de 512 KB com barramento dedicado de 64-bit.
A existência de dois barramentos independentes (o barramento de cache L2 e o barramento do processador à memória principal) permite que o Pentium II acesse dados a partir de qualquer um dos dois barramentos, simultaneamente e de forma paralela, ao invés de em forma única sequencial que é o que ocorre no sistema de barramento único.
O processador está disponível em cartucho do tipo Single Edge Contant (contato de borda única). Se encaixa nos conectores Slot 1 ou Slot 2 das placas-mãe baseadas na arquitetura P6. O conector Socket 7 do Pentium foi abandonado em favor da arquitetura DIB. Os futuros processadores Pentium II para Slot 2 serão destinados a um mercado mais exigente (como servidores e estações de trabalho avançadas).
A velocidade do cache L2 nos Pentium II/Slot 1 equivale a metade da velocidade interna do processador. O cache L2 do Pentium II/Slot 2 trabalhará à mesma velocidade que o processador, além de estar disponível à capacidades de 512 KB, 1 MB e 2 MB.
O processador Pentium II 333 MHz (e superiores) tem 7,5 milhões de transistores e se baseia no processo de fabricação 0.25µ (mícrons), o que permite maiores velocidades e baixo consumo de energia.
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Velocidade (MHz)
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233
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266
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300
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333
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350
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400
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Barramento de Sistema (MHz)
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66
|
100
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Capacidade do Cache L1
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16 KB para intruções + 16 KB para dados
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Velocidade do Cache L1 (MHz)
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233
|
266
|
300
|
333
|
350
|
400
|
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Capacidade do Cache L2
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256 KB
|
|||||
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Velocidade do Cache L2 (MHz)
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117
|
133
|
150
|
166
|
175
|
200
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Processo de Fabricação (mícrons)
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0.35µ
|
0.25µ
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||||
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Voltagem da CPU
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2.8V
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2.0V
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||||
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Corrente Máxima
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11.8A
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12.7A
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14.2A
|
10.4A
|
10.8A
|
12.6A
|
O processador Celeron da Intel utiliza praticamente a mesma tecnologia Pentium II com diferença no encapsulamento e no cache L2 disponível. É fabricado nas versões de 266, 300A, 300 e 333 MHz. Os processadores da versão 300A e 333 MHz incluem um cache L2 integrado de 128 KB, enquanto nos processadores 266 e 300 MHz este cache não está presente, o que reduz consideravelmente seu desempenho. Os Celerons com cache L2 possuem 19 milhões de transistores. Veja a tabela de desempenho abaixo.
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Velocidade (MHz)
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Cache L2 (KB)
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SYSmark32
|
Norton Multimedia Benchmark
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FPUmark
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iCOMP index 2.0
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266
|
0
|
183
|
20.5
|
1230
|
213
|
|
300
|
0
|
189
|
22.2
|
1370
|
226
|
|
300A
|
128
|
243
|
26.6
|
1590
|
296
|
|
333
|
128
|
258
|
29.1
|
1760
|
318
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O K6 é uma linha de microprocessadores da AMD que competem efetivamente com o Pentium II da Intel. Computadores com processador K6 são consideravelmente mais baratos que os computadores Pentium II.
O projeto do microprocessador da AMD se baseia em diferentes modelos de processadores, como se pode ver nas suas características.
Habilidade de quebrar a maioria das instruções complexas em instruções simples
e rápidas de serem executadas.
Cache L1 de 64 KB.
8.8 milhões de transistores usando a tecnologia "flip-chip" da IBM. Processo
de fabricação atual de 0.30µ (mícrons) e 0.25µ em futuras versões. Uso da
infra-estrutura Socket 7.
A AMD participa no desenvolvimento de um sucessor do Socket 7 chamado plataforma Super7. Isto inclui suporte ao barramento de 100 MHz e ao AGP.
As versões do K6 operam a 166, 200, 233 e 266 MHz, todos desenvolvidos para barramento de 66 MHz. A versão de 266 MHz é conhecida também como K6+. Para aplicativos que requerem operações em ponto flutuante, o K6+ desempenha adequadamente mas não tão bem quanto o Pentium II da Intel. O K6-266 opera a 2.5 volts de energia com baixo aquecimento, sendo uma boa opção para computadores portateis.
A AMD também oferece o K6-3D, um microprocessador
com um grupo especial de intruções comparável ao MMX da Intel. O K6-3D opera
a 300 MHz e suporta barramento de 100 MHz.

É onde o computador armazena as instruções necessárias ao funcionamento do sistema operacional e programas. O processador precisa de espaço para arrumar as instruções contidas no programa de modo que ele, processador, possa executa-las rapidamente. Todo programa que você executa está na memória RAM, seja ele um software antivírus, um protetor de tela, impressão, etc.
Em termos de hardware, são pequenos pentes que são encaixados nos slots de memória das placas motherboard. Atualmente, temos pentes (os mais comuns) de 4 MB, 8 MB, 16 MB e 32 MB. A capacidade total de memória depende do pente e do número de slots na motherboard, geralmente 4 slots de 72 vias. É na memória que ficam todas as informações utilizadas durante as operações de escrita ou leitura nas unidades de armazenamento e os programas, cache de software para hard-disk, drives virtuais e vírus.
Diferenciam no formato físico (DIP, SIPP, SIMM, etc.), número de vias, tempo de acesso (70, 60, 50ns, etc., em ordem crescente de desempenho) e tipo de tecnologia (FPM, EDO, etc.) e são melhor definidas como DRAM (Dynamic Random Access Memory). Precisam continuamente de um sinal da CPU (refresh) para manterem seus dados armazenados.
As memórias FPM (Fast Page Mode) são de tecnologia mais antiga, apesar de serem encontradas nos 486 e nos primeiros Pentium. Possuem tempo de acesso de 80, 70 e 60ns. Suportam velocidades de barramento de até 66 MHz.
As memórias EDO (Extended Data Output) tem leitura mais rápida que as memórias do tipo FPM (Fast Page Mode), com cerca de 20% de vantagem. Esta tecnologia é usada em pentes de 72 vias, possui tempo de acesso de 70, 60 e 50ns, e suporta velocidades de barramento de até 66 MHz. Algumas memórias de melhor qualidade, utilizando a tecnologia EDO, suportam velocidades de barramento de 75 ou até mesmo 83 MHz. Como as novas CPUs requerem altas velocidades de barramento (a exemplo do processador Cyrix 6x86 P200+ que trabalha com um barramento de sistema de 75 MHz e o Pentium II 333 MHz que utiliza barramento de 100 MHz), a EDO RAM já está sendo substituída no mercado.
A SDRAM (Synchronous Dynamic RAM) já é considerada
padrão com a chegada dos novos processadores. São módulos de memória DIMM
(168 vias) que não necessitam do ciclo de "refresh". Trabalha com tempo de
acesso de 10 ou 8ns, suporta uma frequência de barramento de 100 (memórias
com tempo de acesso de 10ns) ou 125 MHz (quando possui tempo de acesso de
8ns) e é cerca de 15% mais veloz que a EDO RAM. As memórias com tecnologia
SDRAM já são suportadas pelo chipset Intel
Triton VX e os novos VIA 580VP, 590VP
(para Pentium e 6x86) e 680VP (para Pentium PRO).
Espera-se porém, que os PCs futuros trabalhem com barramento de 200 MHz ou
mais rápido. Por isso, novas tecnologias de memória estão em desenvolvimento,
tais como RDRAM e SLDRAM.
Para mantermos a integridade dos dados na memória, evitando que defeitos nesta prejudiquem o funcionamento do sistema, o chipset gera um bit de paridade para cada byte de dado escrito na memória (baseado no número de bits de valor 1).
A lógica de teste da paridade gera o bit de paridade conforme o byte armazenado no chip de memória fazendo a comparação deste bit posteriormente quando for lido qualquer byte da memória. Caso seja detectado um erro, o sistema travará gerando uma NMI (interrupção sem possibilidade de uso do equipamento).
Na maioria das BIOS temos uma opção que habilita/desabilita esse teste de
paridade. Sempre devemos deixá-lo habilitado!
Praticamente todas as placas possuem um cache memory. Nos 486 e Pentium este cache pode variar entre 128 KB e 2 MB (geralmente 256KB ou 512KB).
O cache L2 é um conjunto de chips de acesso rápido instalados na placa mãe, ou seja, externo ao processador. A memória principal do computador denominada DRAM é bem mais lenta que a memória cache secundária SRAM (Static Random Access Memory), que tem tempos de acesso de até 12 ns, mas em compensação é bem mais cara.
Assim o cache reduz sensivelmente a velocidade de acesso médio a memória principal armazenando as mais requisitadas instruções e dados. A efetividade do cache está relacionada com o seu tamanho, largura do byte, algorítimo de substituição de dados, esquema de mapeamento e do tipo do programa em execução.
Não é atoa que a tecnologia de cache está presente tanto em winchesters, processadores e em muitas outras placas. Nos processadores, encontramos a memória cache primária (level 1 cache), com 8 KB de dados nos 486, 16 KB nos Pentium e 32 KB nos chips com tecnologia MMX.
A construção das memórias cache segue princípios de construção totalmente diferentes das memórias comuns. Utilizam elementos lógicos compostos basicamente de transistores chamados flip-flops.
Resumindo tudo, o cache trabalha na velocidade do processador enquanto a memória DRAM depende da inclusão de wait states (estados de espera do processador) para disponibilizar o dado devido a sua lentidão.
A memória SRAM pode se apresentar de três formas: soldada na própria placa-mãe, na forma de pente para ser encaixado em um slot especial (possibilitando a expansão dessa memória com a troca do módulo), ou apresentando essas duas configurações simultaneamente.
A tecnologia Pipeline Burst Cache usada em alguns modelos de cache tenta
minimizar os estados de espera para que a memória possa ser acessada o mais
rápido possível pelo microprocessador. São usadas as técnicas denominadas
burst mode, que automaticamente alcança o próximo
conteúdo da memória antes de ser requisitado (é praticamente a mesma técnica
usada em caches de disco), e pipelining, para
que um valor de memória seja acessado no cache ao mesmo tempo em que outro
valor de memória é acessado na memória DRAM.

Toda motherboard contém chips de memória EPROM (Erased Programable Read Only Memory) que chamamos de BIOS, de 256 KB ou 512 KB. Este tipo de memória é o que chamamos "não voláteis", isto é, desligando o computador não há a perda das informações (programas) nela contida. A DRAM e a SRAM perdem completamente seus dados ao desligarmos ou resetarmos o micro.
Como já deu para perceber os programas iniciais contidos na BIOS não podem ser atualizados por vias normais pois a mesma é gravada uma só vez. Atualmente algumas motherboards já utilizam chips de memória com tecnologia flash, ou seja, memórias que podem ser regravadas facilmente e não perdem seus dados quando o computador é desligado. Isso é interessante na atualização das BIOS via softwares.
As BIOS mais conhecidas: AMI, Award e Phoenix.
50% dos micros utilizam BIOS AMI.
É uma tecnologia de circuitos integrados de baixíssimo consumo de energia, onde ficam armazenadas as informações do sistema (setup) e são modificados pelos programas da BIOS acessados no momento do BOOT. Estes dados são necessários somente na montagem do microcomputador refletindo sua configuração (tipo de winchester, números e tipo de drives, data e hora, configurações gerais, velocidade de memória, etc) permanecendo armazenados na CMOS e mantidos através da bateria interna.
Muitos desses ítens estão diretamente relacionados com o processador e seu chipset e portanto é recomendável usar o default sugerido pelo fabricante da BIOS. Mudanças nesses parâmetros pode ocasionar o travamento da máquina, intermitência na operação, mal funcionamento dos drives e até perda de dados do HD.
Qualquer modificação deve ser feita somente se o usuário conhece realmente o significado dos termos ou então por um técnico especializado.
Quando a placa começa a perder a configuração frequentemente, devemos trocar
a bateria interna que se encontra na placa mãe.
Denomina-se chipset os circuitos de apoio ao computador que gerenciam praticamente
todo o funcionamento da placa-mãe (controle de memória
cache, DRAM, controle do buffer de dados,
interface com a CPU, etc.). É responsável pelas informações
necessárias ao reconhecimento de hardware (armazenadas na sua memória ROM).
Estes são chips VLSI (very large scale of integration)
permitindo uma redução substancial do tamanho das placas. Nos micros 386DX
e 486DX resumem-se a 3 unidade;
1. Controlador da CPU/CACHE/DRAM
2. Gerenciador de dados
3. Controlador de periféricos
Devido à complexidade das motherboards atuais, da sofisticação dos sistemas operacionais e do crescente aumento do clock (chegando a 100 MHz em chips CISC), o chipset é, com certeza, o conjunto de CIs (circuitos integrados) mais importantes do microcomputador. Fazendo uma analogia com uma orquestra, enquanto o processador é o maestro, o chipset seria o resto!
Dos vários projetos de chipsets os mais conhecidos são os da OPTI, ELITE, UMC, PC Chips, VLSI e muitos outros.
Atualmente, a empresa lider na produção de chipset é a Intel. O mais usado
no momento, para a linha Pentium, é o 430VX (conhecido como Triton 2).

As placas de vídeo dividem-se em comuns, aceleradoras e co-processadas, em ordem de performance. As comuns tem como principais componentes um RAMDAC (Conversor Analógico-Digital) e o seu chipset (Trident, OAK, Cirrus Logic, etc.). As aceleradoras geralmente são placas com barramentos que permitem melhor performance na transferência de dados e as co-processadas tem um microprocessador dedicado para a parte de vídeo deixando o processador principal livre.
A frequência de varredura do monitor é controlado pela placa de vídeo. Enquanto um televisor utiliza a frequência de 60 Hz, as placas de vídeo normalmente redesenham a tela 70 vezes por segundo (70 Hz), apesar da VESA (Video Eletronics Standards Association) recomendar um mínimo de 85 Hz. Abaixo disso, o monitor poderá causar problemas oculares aos usuários. Algumas placas mais novas já utilizam uma frequência de mais de 120 Hz.
A máxima resolução e o número máximo de cores que aparecerá no monitor depende também da placa de vídeo (desde que o monitor seja capaz de exibí-las). A memória RAM da placa (denominada memória de vídeo) guarda as informações de vídeo a serem processadas. Podem ser do tipo DRAM e VRAM. A VRAM é mais rápida por ter um tempo de refresh (regravação constante da memória) curto. É o tamanho da memória de vídeo que determina a resolução máxima combinada ao número de cores que podem ser utilizadas por vez. Veja a tabela abaixo (resolução x quantidade de memória x número de cores):
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Resolução
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SVGA 1MB
|
SVGA 2MB
|
SVGA 4MB
|
SVGA 8MB
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640x480
|
16 M
|
16 M
|
16 M
|
16 M
|
|
800x600
|
64 K
|
16 M
|
16 M
|
16 M
|
|
1024x768
|
256
|
64 K
|
16 M
|
16 M
|
|
1280x1024
|
16
|
256
|
16 M
|
16 M
|
|
1600x1200
|
256
|
64 K
|
16 M
|
|
|
1800x1440
|
16
|
256
|
16 M
|
Atualmente, qualquer monitor SuperVGA pode exibir 16,7 milhões de cores.
Para quem usa o micro com aplicativos tais como editores de texto, planilhas,
etc., uma placa com 1 MB de memória atende perfeitamente as necessidades.
Porém, se você pretende trabalhar com aplicativos gráficos, tais como imagens
3D, arquivos AVI, edição de imagens, é recomendável pensar em 2 MB, se possivel
4 MB. No mercado, as placas controladoras de vídeo são do padrão PCI. Algumas
apresentam slots de memória livres para expansão futura.
O AGP é uma interface desenvolvida para gráficos de alta performance (especialmente
gráficos 3D). Ao invés de usar o barramento PCI para dados gráficos, o AGP
introduz um canal ponto-a-ponto dedicado para que a controladora gráfica possa
acessar diretamente a memória principal. O canal AGP é de 32 bits e trabalha
a 66 MHz, mas utiliza técnicas de duplicação de clock para uma velocidade
efetiva de 133 MHz. Isto proporciona uma largura de banda de 533 MB por segundo.
Além disso, permite que texturas 3D sejam armazenadas na memória principal
ao invés da memória de vídeo. Assim consegue dispor de uma quantidade maior
de memória sem encarecer demais a placa de vídeo.
O padrão possui 2 importantes requisitos de sistema:
O
microprocessador deve ser equipado com um slot AGP ou a placa mãe deve ter
um sistema gráfico AGP integrado.
O
sistema operacional deve ser o Windows 95 versão OSR 2.1 ou superior.
Esta placa é a que controla o acesso a drives e winchesters. A IDE pode trabalhar no mesmo micro junto com outro tipo de controladora sendo esta na verdade apenas uma interface entre a winchester e a placa-mãe.
Essas placas denominadas SUPER-IDE ou MULTI-IDE contém geralmente 2 saídas
seriais, 1 saída paralela e 1 saída para joystick (para jogos).

É a inteface entre o microcomputador e o usuário. Nos teclados mais antigos existe uma chave que seleciona teclado para AT ou XT. Os PCs do tipo 286, 386SX, 386DX, 486SX e 486DX são todos do tipo AT.
Existem dois tipos básicos de teclados: captativos e o de contato. No primeiro tipo toda vez que uma tecla é pressionada forma-se uma capacitância e há a modificação do sinal (corrente elétrica) detectada. No de contato existe realmente o contato em duas partes de metal permitindo ou não a passagem da corrente elétrica.
Em todo teclado existe um microprocessador que fica "procurando" todas as
teclas para verificar qual foi pressionada. Através de um circuito tipo matriz
esta tecla gera um código de varredura (Scan Code) e este é enviado para o
BIOS da motherboard que faz o reconhecimento da tecla através de uma tabela.


Diferentemente de outros eletrodomésticos que utilizam fontes lineares, os microcomputadores utilizam fontes chaveadas pois estas permitem uma substancial redução de tamanho e são mais eficientes.
A potência da fonte deve ser compatível com o tipo de micro a ser montado e com seus periféricos. Estas variam de 180VA a 300VA (VA Volt-Ampere).
O dimensionamento de uma fonte para um microcomputador depende da quantidade de periféricos, e consequentemente das placas que serão ligadas no barramento de expansão. Sempre nesses casos devemos escolher uma fonte onde não se utilize mais de 2/3 da sua potência nominal.
Winchesters mais antigas consomem bastante energia e alguns processadores atuais (como o Pentium em 5v) podem dissipar até 15W
As tensões geradas por uma fonte (padrão AT) chaveada para microcomputadores são 5VDC, 12VDC, -12VDC e -5VDC.
Além desses, existe um sinal de +5VDC gerado pela fonte denominado POWER GOOD. Este tem como função indicar à placa-mãe o perfeito funcionamento da fonte e a partir deste, o chipset gera sinais de RESET para todos CIs da placa. Tudo depende do bom funcionamento da fonte.
Os compartimentos de drives do gabinete são os chamados bays. Variam segundo a quantidade e o comprimento, geralmente de 3½" (para HDs e Floopy Drives) e 5¼" (CD-ROMs). Os bays são descritos como internos ou expostos, esses últimos usados para mídias removíveis. Periféricos no formato 3½" podem ser utilizados através de chassis de adaptação para o formato 5¼".
Os novos gabinetes (dos Pentium II principalmente) são do padrão ATX que possui uma série de benefícios em relação ao antecessor (AT). Os gabinetes ATX estão em sua maioria no formato torre, mas alguns fabricantes já utilizam o desktop como formato de gabinete.
Maiores informações sobre gabinetes padrão ATX podem ser encontradas na página
do Laércio Vasconcelos, artigo 27.
Sem um Sistema Operacional (ou S.O.) nenhum hardware torna-se utilizável pelo usuário. Normalmente este é um definido como conjunto de programas que fazem a interface entre o microcomputador e o usuário, ou seja, ele atua mais diretamente com o hardware de seu micro. Além disso, os S.O. oferecem vários aplicativos simples para o gerenciamento e manutençào dos dados no HD e disquetes.
Os S.O. executam as mais diversas tarefas tais como o controle de entrada e saída (input/output), leitura/escrita em disco ou HD, escrita em monitores e controlar todo uso da memória dividindo-a em várias partes para cada tipo de aplicação.
O sistema operacional mais popular para micros PCs baseado nos processadores Intel é o MS DOS (Microsoft Disk Operating System). Além deste temos o PC DOS (IBM) e o Novell DOS 7 (antigo RD DOS) e são bastante limitados no uso dos atuais microprocessadores de 32 bits.
Outros sistemas operacionais 32 bits estão despontando no mercado. O OS/2 da IBM é um S.O. de 32 bits reais assim como o Windows NT e windows 95 ou os derivados do UNIX como o Xenix, Solaris, SCO Unix, etc.
Estes S.O. são mais apropriados para os processadores de 32/64 bits atuais e não impõem limitações de memória como o DOS. Além disso implementam interfaces gráficas (GUI), multitarefa real, multiprocessamento simétrico, etc.
Temos hoje os mais diversos periféricos para a gravação e leitura de dados.
Eles se diferenciam pela tecnologia que são utilizadas para a gravação ou
leitura destes dados. Depois de muitos anos de supremacia, a gravação magnética
está dando lugar a gravação óptica, a mais confiável, com menos interferências
e maior capacidade de armazenamento. Atualmente a única limitação da tecnologia
óptica é o baixo tempo de acesso aos dados.

Os disquetes, assim como as winchesters são periféricos de acesso aos dados aleatórios. A fita magnética é um meio de armazenamento sequencial, ou seja, temos que passar por todos os dados gravados para acessarmos um byte no final da fita.
Os floppy drives utilizam discos magnéticos para a gravação e leitura de dados. Seu acesso é lento (0.06 Mbps em discos de 1.44 KB) e tem capacidade limitada até 2.88 MB por disquete. São conectados ao conector de unidades de disco flexível. Cada interface de conexão, localizada na placa-mãe, pode ter até duas unidades de disco.
As chamadas mídias de armazenamento removíveis vem tendo grande aceitação no mercado com o Zip Drive da Iomega. É um drive externo ligado a porta paralela (ou interno quando conectado a uma placa SCSI) que aceita pequenos discos com capacidade para armazenar até 100 MB de informação. Em agosto de 97, foi lançado o SuperDisk LS-120 da O. R. Technology, que lê os disquetes tradicionais de 3½" e discos de 120 MB. Ao contrário do Zip Drive, o LS-120 é embutido no computador.
A Sony e a Fuji prometem para este ano de 1998 o drive HiFD (High Capacity Floppy Disk) que aceitará discos com capacidade de armazenar 200 MB com taxa de transferência de dados estimada em 3.6 MB/s. Usando tecnologia de cabeça voadora para leitura de dados, recurso usado hoje para discos rígidos, o disco do HiFD irá atingir 3.600 rpm, podendo também ler disquetes de 3½". Maiores informações em Sony Computing Products: New Technologies: HiFD.
As informações nos disquetes dividem-se basicamente em trilhas que são compostas de setores. Os setores formam o cluster (explicado abaixo).

Utiliza também discos magnéticos montados internamente em um eixo de rotação comum (splindle motor) de 4500/7200 rpm e tem uma performance muito melhor que a dos drives. Seu acesso é medido em ms (milisegundos ou 10-3 segundos) e tem capacidade de até vários GB.
O Winchester divide-se primeiramente em cilindros. Cada cilindro é dividido em trilhas e estas em setores (geralmente, de 512 KB). Os setores são organizados em clusters ou unidade alocável. O cluster é a maior parte endereçável nos discos magnéticos, ou seja, é a menor unidade de espaço em disco que pode ser atribuída a um arquivo.
Em uma partição de 1024 MB ou mais, cada cluster tem 64 setores (32 KB), enquanto discos de 512 MB até 1024 MB adotam clusters de 32 setores. Isto significa que, em uma partição com mais de 1024 MB, se for gravado um arquivo de 1 KB serão disperdiçados 31 KB, já que nenhum outro arquivo poderá ocupar aquele cluster.
Um cluster pode ter o tamanho máximo de 64 setores (32 KB) o que obriga que uma partição, e FAT16 (explicada abaixo), tenha no máximo 2 GB. Veja tabela abaixo:
|
Winchester ou Partição (MB)
|
Setores/Cluster
|
Tamanho do Cluster (bytes)
|
|
128 a 256
|
8
|
4096
|
|
256 a 512
|
16
|
8192
|
|
512 a 1024
|
32
|
16384
|
|
1024 a 2048
|
64
|
32768
|
Se você dividir o espaço ocupado no seu disco (em bytes) pelo tamanho do cluster correspondente a capacidade do Winchester, terá como resultado um número inteiro.
Para diminuir o desperdício de espaço nos discos de alta capacidade (mais de 1024 MB) ou , por obrigação, discos com mais de 2 GB, é recomendável o particionamento do disco. Dessa forma, o sistema operacional passa a reconhecer o Winchester como várias unidades (C:, D:, E:, etc.). Como cada unidade terá um tamanho menor do que o Winchester inteiro, os clusters serão também menores, refletindo no desperdício.
Como os arquivos tem diferentes tamanhos, o S.O reparte o mesmo em vários pedaços distribuindo-os pelos espaços livres no disco. Os programas desfragmentadores fazem justamente o serviço de reordenar o arquivo em clusters contínuos, ou seja, em sequência, aumentando a velocidade de acesso aos arquivos.
A FAT16 (16 bits) é uma estrutura criada no MS-DOS para a localização dos clusters nos disquetes e winchesters. A FAT de 16 bits é capaz de endereçar 65526 clusters. Na chamada FAT32 (32 bits), utilizada no Windows 95 (versão OSR2), 4 bits são reservados e 228 clusters podem ser endereçados. Isto permite criar desde partições de 8 GB com clusters de 4 KB de tamanho até partições de 2 TB (2048 GB) com clusters de 32 KB.
Atualmente temos dois padrões principais de Hard-Disk quanto a interface, EIDE e SCSI. Os HD EIDE são mais comuns atualmente e os SCSI apresentam uma melhor performance e confiabilidade. A interface IDE original suporta transferência de dados de 3.3 MB por segundo e tem um limite de 538 MB por acessório (disco). A recente versão da IDE, chamada enhanced IDE (EIDE) ou Fast-IDE, suporta transferência de dados de até 16.6 MB por segundo e dispositivos de armazenamento de até 8.4 GB. Estes números se comparam ao que a interface SCSI oferece. Atualmente, como as interfaces IDE (original) estão em desuso, é comum referir-se as interfaces e discos EIDE como simplesmente IDE. Veja Interfaces de Winchester para mais detalhes.
Os hard-disk podem também se diferenciar pelo seu tamanho (fator de forma).
Atualmente temos os HD de 3½", mais comuns, e os HD de 2½" utilizados nos
notebooks.

O CD-ROM (Compact Disc Read-Only Memory) é um dispositivo de armazenamento óptico somente para leitura com capacidade de armazenamento de 660 MB de dados.
As unidades de CD-ROM são mais rapidas do que as unidades de disco flexíveis, embora os modelos mais modernos (velocidade de 24x) ainda sejam mais lentos do que as unidades de discos rígidos.
As primeiras unidades de CD-ROM eram capazes de transferir dados a 150 KB/s. A unidade de 2 velocidades (2x) possuiam velocidade de 300 KB/s, e assim por diante. Mas essa velocidade (considerada velocidade máxima) só é alcançada para os dados que estão próximos a borda do CD.
No que se refere ao tempo médio de acesso (o tempo, medido em milissegundos, gasto para o dispositivo óptico de leitura percorrer o disco do início ao fim dividido por dois), siga a tabela abaixo de acordo com a velocidade do drive.
|
Modelo
|
Tempo de acesso
|
Taxa de transferência
|
|
Velocidade Única
|
600 ms
|
150 KB/s
|
|
2x
|
320 ms
|
300 KB/s
|
|
3x
|
250 ms
|
450 KB/s
|
|
4x
|
135-180 ms
|
600 KB/s
|
|
6x
|
135-180 ms
|
900 KB/s
|
|
8x
|
135-180 ms
|
1.2 MB/s
|
|
10x
|
135-180 ms
|
1.5 MB/s
|
|
12x
|
100-180 ms
|
1.8 MB/s
|
|
16x
|
100-180 ms
|
2.4 MB/s
|
A memória de armazenamento, mais conhecida como buffer, vem incorporada com a unidade de CD-ROM e é responsável por acumular grandes segmentos de dados lidos antes do envio para processamento pela placa-mãe do sistema computacional. Quanto maior a capacidade do buffer, melhor a performance do aparelho a mais alto o seu custo. Recomenda-se, atualmente, um mínimo de 64 kilobytes.
O formato de gravação empregado nos CD-ROMs também baseia-se em trilhas subdivididas em setores e em uma tabela de alocação de arquivos. As trilhas porêm, são elípticas, formando uma "espiral infinita", ao invés de concêntricas.
Os drives de CD-R (Recordable) utilizam CDs
especiais para gravar dados. Uma vez gravados, esses dados não podem ser apagados
nem reescritos. A gravação das informações se baseia em diferentes níveis
de aquecimento da área de disco. Os drives de CD-RW
(Rewritable), podem ser utilizados com discos do seu padrão para gravar e
apagar dados (como um disco rígido por exemplo). A superfície da mídia pode
ser requentada até 1000 vezes. Os atuais gravadores de CD-R e RW dispõem do
recurso de multisseção, que permite adicionar dados a um disco já gravado.
Todos eles permitem leitura dos discos CD-ROM tradicionais. Sobre as características
de velocidade, esses drives possuem taxas de transferência diferentes de escrita
(mais lenta) e leitura.
São discos lógicos configurados na memória do computador. Estes discos são
criados através de um programa que passa a utilizar a memória como uma área
de armazenamento momentâneo. A capacidade depende de memória livre disponível
e seu acesso é o mesmo do acesso de leitura ou gravação em memória, ou seja,
bem mais rápido que qualquer HD. São utilizados para testes, softwares com
muitos acessos em discos de leitura e outros para colocarmos arquivos temporários.
Toda informação neste tipo de disco é perdida quando o microcomputador é desligado
e são desiganados por letras como os drives D:, E:, etc.
A saída serial de um microcomputador geralmente está localizada na placa MULTI-IDE e é utilizada para diversos fins como por exemplo: ligação de um fax modem externo, ligado de um mouse, ploter, impressora serial, conexão micro a micro e muitas outras coisas.
A transmissão e recepção dos dados são feitos bit a bit, e os outros pinos
são utilizados para controle dos sinais (handshaking).
Como a saída serial a interface paralela está localizada geralmente na placa
IDE. Utiliza os padrões Centronics, EPP e ECP. Esta porta também é conhecida
como interface para impressora pela grande utilização para este fim. Neste
tipo de conexão os dados são enviados em lote bits, portanto é mais rápida
a comunicação em relação a saída serial, em contra partida esta última pode
ser feita a maior distância e, em termos de cabos, é mais simples e mais barata.
É um padrão de interface paralela usado por computadores Apple Macintosh, alguns PCs e muitos sistemas Unix para conectar periféricos ao computador (principalmente discos rígidos, CD-ROMs e impressoras).
A interface SCSI provê taxas de transmissão de dados mais rápida (até 40 MB por segundo) que os padrões de porta paralela e serial. Além disso, pode-se conectar vários acessórios (até 7) em uma única porta SCSI. Por isso o SCSI pode ser considerado um barramento de entrada e saída, ao invés de simples interface.
Enquanto o SCSI é o único padrão de interface para Macintoshes, os PCs suportam uma variedade de interfaces além do SCSI. Isto inclui o IDE, enhanced IDE e ESDI para dispositivos de armazenamento de dados, e Centronics (porta paralela) para impressoras. Pode-se conectar acessórios SCSI em um PC inserindo uma placa SCSI em um dos slots de expansão. Alguns PCs já vem com SCSI embutido. Porém, a falta de um padrão SCSI único, significa que alguns acessórios podem não trabalhar com algumas placas SCSI.
Atualmente, as seguintes variedades de SCSI são implementadas:
SCSI-1:
Usa um barramento de 8 bits e suporta transferência de dados de 4 MB por segundo.
SCSI-2:
O mesmo que o SCSI-1, mas usa um conector de 50 pinos a invés do conector
de 25 pinos.
Fast
SCSI: Usa um barramento de 8 bits e suporta transferência de dados de 10 MB
por segundo.
Ultra
SCSI: Barramento de 8 bits, transferência de dados de 20 MB por segundo.
Fast
Wide SCSI: Barramento de 16 bits e transferência de 20 MB por segundo.
Ultra
Wide SCSI: Barramento de 16 bits, suporta transferência de dados de 40 MB
por segundo. Também chamado de SCSI-3.
Desenvolvido por 7 companhias (Compaq, DEC, IBM, Intel, Microsoft, NEC e Northern Telecom), vai permitir conectar periféricos por fora do gabinete do computador, sem a necessidade de instalar placas e reconfigurar o sistema. Computadores equipados com o USB vão permitir que periféricos sejam automaticamente configurados tão logo estejam conectados fisicamente, sem a necessidade de reboot ou programas de setup. O número de acessórios ligados a porta USB pode chegar a 127 (teoricamente), usando para isso um periférico de expansão. A conexão é Plug & Play e pode ser feita com o computador ligado. O barramento USB promete acabar com os problemas de IRQs e DMAs, e ainda permite a passagem de energia elétrica para os periféricos. Na prática, os periféricos instalados ficarão sem largura de banda ou energia antes de se aproximar do limite de 127. Uma câmera de vídeo básica por exemplo, apodera-se de 4 a 5 Mbps. Para evitar quedas de tensão no barramento, use um hub auto-alimentado para aumentar o fluxo de energia.
O padrão suportará acessórios como controles de monitor, acessórios de áudio, telefones, modems, teclados, mouses, drives CD ROM, joysticks, drives de fita e disquete, acessórios de imagem como scanners e impressoras. A taxa de dados de 12 Mbps (megabits por segundo) da USB vai acomodar uma série de periféricos avançados, incluindo produtos baseados em Video MPEG-2, luvas de dado, digitalizadores e interfaces de baixo custo para ISDN (Integrated Services Digital Network) e PBXs digital.
O Windows 98 possui drivers e compatibilidade com o USB embutidos. Os fabricantes de periféricos podem escrever drivers para o Windows 95, mas a tarefa de garantir compatibilidade total sob o sistema operacional é bastante complexa. O Windows 95 versão 4.00.950c também suporta o USB. Para ter essa versão, deve-se pegar um patch no site da Microsoft.
Atualmente, computadores mais modernos já saem de fábrica com duas portas
USB, mas poucos periféricos estão no mercado. Os usuários de sistemas mais
antigos podem acrescentar USB comprando placas adaptadoras que se encaixam
no slot PCI de um computador de mesa.
Planejado pela trinca formada por Intel, Microsoft e Compaq, com adesões da IBM, Adaptec, Toshiba, Maxtor, Seagate, Texas Instrument e Digital Corporation, será um compartimento de dimensão padronizada, situado em uma das faces do gabinete do micro, no qual encaixa-se qualquer dispositivo aderente ao padrão.
Prevê-se que nos device bays encaixar-se-ão discos rígidos, modems, drives de CD-ROM, DVD, adaptadores de rede, leitores de "smart cards", sintonizadores para rádio ou TV e qualquer outro dispositivo que utilize uma das interfaces suportadas pelo padrão: a porta serial convencional ou as novas interfaces que obedecem aos padrões USB (descrito acima) ou o novo IEEE 1394 High Performance Serial Bus, porta serial de alto desempenho conhecida também como "FireWire".
Os dispositivos poderão ser encaixados e desencaixados sem precisar desligar o micro ou dar novo boot para serem reconhecidos. Eles obrigatoriamente aderirão às especificações Plug and Play e serão intercambiáveis. Na troca de um dispositivo por outro, tanto o sistema operacional quanto o chipset da placa-mãe (que, obrigatoriamente, devem suportar o padrão) reconhecerão o novo periférico e se ajustarão de acordo.
O padrão prevê gabinetes de três tamanhos para encaixar dispositivos. No maior (32mm x 146mm x 178mm) cabem periféricos do porte de uma fita de vídeo e foi idealizado para micros de mesa. O menor (13mm x 130mm x 141,5mm) foi concebido para notebooks. E tanto estes quanto o intermediário (20mm x 130mm x 141,5mm) usam o mesmo conector, a mesma "pinagem" e as mesmas definições elétricas.
Mais detalhes na página oficial em http://www.device-bay.org/.

É um dispositivo principal de saída de dados, mas atualmente já temos monitores que servem para entrada de dados tipo os monitores touch-screen que tem seu funcionamento parecido a de um mouse.
Atualmente encontramos vários tipos e modelos de monitores disponíveis no mercado. Eles se diferem na resolução e modo de operação. Quanto a resolução podemos ter monitores tipo CGA, EGA, VGA e Super VGA além de serem monocromáticos, em tons de cinza ou coloridos. Temos também os monitores entrelaçados que se diferem no modo que são gerados os sinais de varredura horizontal.
A resposta em frequência (ou largura de banda, medida em MHz) dos monitores é o que limita a resolução que este pode apresentar ao usuário, ou seja, o sinal de maior frequência que pode ser processado pelos circuitos do monitor. Quanto maior a resolução necessária maior resposta em frequencia o monitor deve ter.
Alguns monitores tem uma frequência fixa, o que significa que só aceitam a entrada de dados a uma determinada frequência. Outros tipos de monitores (multiscanning monitor), se ajustam automaticamente à frequência de sinal enviada a ele, o que permite maior compatibilidade com diferentes tipos de placas de vídeo.
Observe que, a resolução é diretamente proporcional à quantidade de pontos apresentados na tela e quanto maior a resolução menor fica a informação na tela. Em monitores de 14' SVGA a resolução de 800x600 é a mais cômoda. O padrão de resolução dos monitores SVGA modernos é 1024x768 pixels. Alguns monitores avançados permitem a resolução de 1280x1024, ou mesmo 1600x1200.
Outra característica importante dos monitores VGA/SVGA coloridos é o dot pitch medido em milímetros. Quanto menor este valor mais nitidez terá a imagem e atualmente nos monitores SVGA este valor situa-se em torno de 0,26mm e 0,39mm.
Os monitores touch screen devem ser utilizados com placa especial para sua configuração, reconhecimento do monitor e calibragem.
Além dos monitores tradicionais temos os monitores de cristal líquido sendo
monocromáticos ou coloridos e são largamente utilizados em notebooks ou similares
devido ao baixo consumo de energia.


Mouse é um mecanismo que é ligado a saída serial do microcomputador com a qual através de uma movimentação de um ponto na tela podemos selecionar a opção desejada de maneira rápida de funcionamento e pelas interfaces gráficas introduzidas inicialmente no Macintosh, pelo Windows e atualmente em outros sistemas operacionais. O mouse pode ser de botões ou de esfera (trackball) e pode ter 3 botões (padrão Mouse System, em desuso) e 2 botões (padrão Microsoft).
Existe também o mouse sem fio utilizando uma interface infravermelha.
Os joysticks são utilizados principalmente para jogos de ação.

Modem é a junção de dois termos: MODULATE and DEMODULATE.
É o mesmo princípio da transmissão de um sinal de rádio FM (Frequência Modulada), ou seja, utiliza-se uma determinada técnica de modulação/demodulação só que via cabos. Esta placa é conectada a saída serial de um microcomputador. Também temos os modens internos, nos quais ocupam o endereço e uma interrupção de uma saída serial. O modem recebe o sinal na forma digital modulando-o em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal á forma original.
Enquanto a interface do modem é padronizada, existem diferentes protocolos para formatação de dados para serem transmitidos pela linha telefônica. Alguns são padrões oficiais e outros são desenvolvidos por companhias privadas (como o padrão X2 da 3COM e o K56flex da Rockwell Semiconductor para transmissão de dados a 56 kbps). A maioria dos modems suportam os protocolos de comunicação mais comuns, o que permite a compatibilidade com outros modems mesmo que seja a baixas velocidades. Os protocolos podem permitir o envio de dados em uma direção por vez (half-duplex) ou em ambas as direções simultaneamente (full-duplex). Veja abaixo a tabela de protocolos de comunicação oficiais.
|
Protocolo
|
Taxa máxima de transmissão
|
Modo Duplex
|
|
Bell 103
|
300 bps
|
Full
|
|
CCITT V.21
|
300 bps
|
Full
|
|
Bell 212A
|
1200 bps
|
Full
|
|
TU V.22
|
1200 bps
|
Half
|
|
ITU V.22bis
|
2400 bps
|
Full
|
|
ITU V.29
|
9600 bps
|
Half
|
|
ITU V.32
|
9600 bps
|
Full
|
|
ITU V.32bis
|
14400 bps
|
Full
|
|
ITU V.34
|
36600 bps
|
Full
|
|
ITU V.90
|
56000 bps
|
Full
|
Além dos protocolos de comunicação suportados, os modems se diferem no padrão de comando utilizados. O padrão mais conhecido é o HAYES onde os comandos de configuração do modem são especificados por sequências de teclas sempre começando por AT.
|
Comando
|
Descrição |
|
ATDT
|
Discagem por tons. |
|
ATDP
|
Discagem por pulsos. |
|
ATA
|
Responde a chamada. |
|
ATH
|
Desliga o telefone. |
|
ATZ
|
Redefine o modem. |
|
ATX0D
|
Faz a conexão durante a discagem manual. |
|
ATS0=0
|
Desliga a resposta automática. |
|
ATS0=2
|
Responde após 2 toques. |
|
,(vírgula)
|
Espera 2 segundos. |
|
ATLn
|
Controla o volume do alto falante. |
|
L0
|
Volume muito baixo. |
|
L1
|
Baixo. |
|
L2
|
Médio. (default) |
|
L3
|
Alto. |
|
ATMn
|
Liga ou desliga o alto falante. |
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M0
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Sempre desligado |
|
M1
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Ligado até a portadora ser detectada. Então é desligado. (default) |
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M2
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Sempre ligado. |
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M3
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Desligado durante a discagem, ligado até a portadora ser detectada e então, novamente desligado. |
Os modems que possuem o recurso voice/data permitem além da transmissão de dados a conversação por telefone. Estes são equipados com microfone e alto-falante.
Os equipados com memória flash (no lugar da memória ROM), permitem que os
protocolos de comunicação sejam facilmente atualizados quando necessário.

Dispositivo para impressão de texto ou ilustração em papel. Existem diversos tipos de impressoras, diferenciadas pela tecnologia que utilizam.
A impressora matricial, hoje pouco utilizada, cria caractéres através da pressão de pinos sobre uma fita com tinta. Cada pino produz um ponto no papel, e a combinação de pontos formam os caractéres e as ilustrações.
As impressoras a jato de tinta, muito utilizadas atualmente, lançam a tinta sobre a folha de papel, produzindo textos e gráficos de boa qualidade a preços acessíveis.
As impressoras baseadas a laser usam a mesma tecnologia das copiadoras. Produzem textos e gráficos de alta resolução mas os custos são relativamente altos.
As impressoras em geral se classificam segundo a velocidade, número de cores
e resolução alcançadas. A velocidade se mede em caractéres por segundo (cps)
ou páginas por minuto (ppm). A resolução é medida em pontos por polegada (em
inglês, dpi).

Dispositivo para leitura de textos ou ilustrações impressas em papel e tradução das informações de forma que o computador possa utilizá-las. O scanner trabalha na digitalização da imagem, dividindo-a em vários pontos e atribuindo a cada um deles um conjunto de bits. Esses bits representam as tonalidades de cor do ponto da imagem. O resultado é uma matriz de bits, chamada de bitmap, que pode ser armazenada em arquivo, exibida na tela ou manipulada pelos programas.
Os scanners ópticos não diferenciam texto de ilustração. Porém, através de um programa OCR (optical character recognition) pode-se traduzir a imagem em caractéres ASCII para edição. A maioria dos scanners vêm com programas OCR.
Um scanner geralmente trabalha com tons de cinza, 256 cores, 16,8 milhões de cores ou mesmo 1 bilhão de cores. Isso depende da tecnologia de recepção de luzes que podem detectar a variação da intensidade ou frequência das mesmas. Quanto maior o número de cores reconhecidas, maior o número de bits correspondentes a cada ponto da imagem. 8 bits para 256 cores, 24 bits para 16,8 milhões de cores e 30 bits para 1 bilhão de cores.
Esse valor de 1 bilhão de cores situa-se muito acima da capacidade de percepção do olho humano. Além disso, tanto as interfaces de vídeo quanto as impressoras trabalham a 24 bits. Por isso os scanners fazem a conversão para 24 bits no instante da transferência da imagem para o computador.
Além da profundidade de cores, o scanner possui outras 2 características importantes. A resolução óptica e a resolução interpolada, ambas medidas em pontos por polegada (dpi ou ppp). A resolução óptica, que vai de 300 a 600 ppp, indica a capacidade do scanner de capturar os detalhes da imagem.
A resolução interpolada, que chega a 9600 ppp, é alcançada a partir da captura de uma imagem a resolução óptica e a partir desta passa a calcular pontos médios, por meio de algoritmos matemáticos. Esta técnica permite ao scanner criar pontos não detectados por ele e assim aumentar a resolução.
A desvantagem do método é que, por serem pontos calculados, começa a ocorrer a difusão dos atributos da imagem, como por exemplo em uma separação nítida. Um bloco negro sobre uma área branca pode ter a borda do bloco acinzentada, como num efeito de névoa, se digitalizado com interpolação.
Quanto a interface com o computador, pode ser SCSI ou paralela. Os scanners com interface paralela, possuem entrada para uma impressora paralela, possibilitando o que se chama de conexão em série. Isto no entanto pode causar conflito por incompatibilidade dos 2 dispositivos.

A motherboard é possivelmente a parte mais importante do computador. Ela gerencia toda a transação de dados entre a CPU e os periféricos. Mantém a CPU, sua memória cache secundária, o chipset, BIOS, memória principal, chips I/O, portas de teclado, serial, paralela, discos e placas plug-in.
Os microcomputadores diferenciam-se principalmente pelo processador instalado na motherboard e pelos padrões dos barramentos de expansão: ISA, EISA, MCA (proprietária IBM), VLBUS e PCI em ordem crescente de performance.
Como anualmente tem-se o lançamento de um novo processador com novas tecnologias para acelerar o processamento (duplo cache interno, maior velocidade de clock, etc.), muitas motherboards permitem o upgrade (atualização do processador sem a troca de qualquer outro componente do microcomputador). A grande maioria tem jumpers de configuração onde podemos modificar a velocidade do clock, tipo de processador, etc.
Os dados são transmitidos em 8 ou 16 bits dependendo do tipo de placa adaptadora que está sendo utilizada. Normalmente este barramento opera a 8 MHz e apesar de ser o mais utilizado padrão de barramento de expansão, suas origens remontam o PC XT com processador 8086/8 e atualmente é uma limitação dos mais recentes programas, especialmente em multimídia, servidores de rede, CAD/CAM. Daí a necessidade do desenvolvimento de novos projetos de barramento. Apesar disso, este padrão ainda é viável para a conexão de placas de áudio, modems e outros dispositivos que não demandam grandes pré-requisitos de desempenho.
Os slots são de 32 bits. No caso do EISA, que é uma modificação do ISA, podemos também conectar placas padrão ISA pois a filosofia do EISA é justamente manter a compatibilidade e preservar investimentos em placas já feitos. O MCA, desenvolvido pela IBM e de pouca aceitação no mecado, apenas aceita placas do mesmo padrão.
Devido ao maior custo das motherboards, geralmente esses padrões são utilizados em servidores de rede e em situações onde necessita-se uma alta taxa de transferência dos dados. As configurações são feitas via software e tem muitas vantagens técnicas com relação ao padrão ISA.
O barramento VESA Local Bus é uma extensão física do barramento ISA capaz de executar transferência de dados de 32 bits, podendo ainda aceitar placas adaptadoras de 8 ou 16 bits ISA. Desenvolvido principalmente para os processadores 486, não permitem mais que 3 slots VLBUS nas motherboards, ou seja, o micro somente poderá ter no máximo 3 placas Local Bus em seu microcomputador.
Além disso, existe uma limitação quanto ao clock da motherboard. Sem a utilização de circuitos adicionais (buffers), a 50 MHz podemos conectar apenas uma placa VLBUS no micro.
Apesar de recente, este barramento vem sendo substituído pelo padrão PCI.
Desenvolvido inicialmente pela Intel, os slots são de 32 bits e só aceitam placas desenvolvidas para esse padrão sendo uma mudança radical no projeto dos barramentos de expansão, abolindo totalmente a dependência de slot ISA. Permite as melhores taxas de transferência estando presente principalmente nos micros com chips Pentium.
Este barramento é independente do processador podendo ser implementado em
qualquer arquitetura de processamento, ao contrário do VESA Local Bus, que
foi desenvolvido especialmente para os 486.

O padrão ATX de placa-mãe e gabinete foi proposto pela Intel em 1995 como
melhoramento do antigo padrão AT (ou Baby AT). Esse padrão se tornou comum
com a chegada do Pentium II. Segue abaixo algumas vantagens desse padrão:
Conectores de entrada e saida integrados à placa
Conector PS/2 para mouse integrado
O processador e os slots de memória foram reposicionados, permitindo a instalação
de placas de expansão de longo comprimento
Os conectotes para drives e discos rígidos estão mais proximos dos compartimentos
de drives. A fonte padrão ATX pode ligar ou desligar a força através de um
sinal da placa-mãe, permitindo ligar ou desligar o computador por controle
do software (fonte inteligente)
Suporte a tensão de 3.3V (usada pelos novos processadores)
Melhor ventilação, agora de fora para dentro do gabinete
Acesso eficiente aos componentes da placa permitindo uma fácil atualização
Com o padrão ATX, o botão Turbo e o display Turbo LED não existem mais nos
computadores atuais. O botão liga/desliga não é mais ligado a fonte e sim
a placa-mãe, permitindo que o computador fique em stand
by assim como ocorre nos aparelhos de TV.
Toda placa tem um cristal piezoelétrico (ou um circuito integrado) para a geração dos sinais de sincronismo e determinação da velocidade de processamento. O cristal fornece um pulso de alta precisão cuja frequência depende do processador em uso.
Assim como o processador, outros sinais são obtidos do clock para os circuitos da motherboard via divisão de frequência. Exceção feita ao barramento de expansão que tem um cristal de 14,31818 MHz independente para seu funcionamento.
|
Microprocessador
|
Clock
|
|
Pentium 75
|
50 MHz (x1,5)
|
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Pentium 90
|
60 MHz (x1,5)
|
|
Pentium 100
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66 MHz ou 50 MHz (x1,5 ou x2,0)
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Pentium 120
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60 MHz (x2,0)
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Pentium 133
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66 MHz (x2,0)
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Pentium 150
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60 MHz (x2,5)
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Pentium 166
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66 MHz (x2,5)
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Pentium 200
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66 MHz (x3,0)
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AMD K5 PR75
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50 MHz (x1,5)
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AMD K5 PR90
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60 MHz (x1,5)
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AMD K5 PR100
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66 MHz (x1,5)
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AMD K5 PR120
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60 MHz (x2,0)
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AMD K5 PR133
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66 MHz (x2,0)
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AMD K5 PR166
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66 MHz (x2,5)
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Cyrix 6x86 PR120+ (100 MHz)
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50 MHz (x2,0)
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Cyrix 6x86 PR133+ (110 MHz)
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55 MHz (x2,0)
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| Cyrix 6x86 PR150+ (120 MHz) | 60 MHz (x2,0) |
| Cyrix 6x86 PR166+ (133 MHz) | 66MHz (x2,0) |
| Cyrix 6x86 PR200+ (150 MHz) | 75 MHz (x2,0) |
| Cyrix 6x86MX PR233+ (188 MHz) | 75 MHz (x2,5) |
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Cyrix 6x86MX PR266+ (208 MHz)
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83 MHz (x2,5)
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OBS: A AMD e a Cyrix utilizam a classificação "P" (performance rating) para medir o nível de performance dos processadores, dentro do sistema operacional Windows. A classificação "P" é baseada em testes de desempenho extremamente rigorosos e reproduzíveis, realizados pelo benchmark Ziff-Davis Winstone 96 geralmente utilizado pela indústria. O sistema de avaliação relaciona os resultados dos testes com o que é alcançado pelo processador Pentium (da Intel) de uma dada frequência. Como exemplo, o processador AMD K5-PR166 recebe uma classificação de "PR166" tomando-se por base um processador Pentium 166 MHz. Ou seja, este processador AMD-K5 oferece um desempenho igual ou superior ao Pentium 166 MHz. Concentrando no desempenho do sistema em lugar da velocidade do CPU, a classificação "P" é a maneira mais precisa e constante para comparar o verdadeiro nível de performance do sistema dos processadores alternativos.
Microprocessador
O termo microprocessador não é o mesmo que CPU. Para os microcomputadores porém, pode-se dizer que o microprocessador é a sua CPU. Antes da existência dos microcomputadores, as CPUs dos computadores eram formadas por um grande número de chips, distribuídos ao longo de uma ou diversas placas. O microprocessador é uma CPU inteira dentro de um único chip.
Desde o advento do processador Intel 8088 (Linha PC-XT) até o atual Pentium II passando pelos 80286, 80386 e 80486, apresentam sempre uma evolução exponencial em relação ao seu antecessor, medido atualmente em milhões de transistores e paradoxalmente em mícrons de espessura de trilha. Confira os dados abaixo a respeito dos chips Intel.
Sites dos Fabricantes
Intel Corporation
ASUSTeK Computer Inc.
SOYO Computer Inc.
Intel Corporation
Advanced Micro Devices, Inc.
Cyrix Corporation
Mitsumi Corporation
NEC USA Inc.
Western Digital Corporation
Seagate
Corporation
Quantum
Matsushita/Panasonic
Desktop
CD-ROM
Toshiba
America Inc.
Disk Products Division
NEC
Usa Inc.
Mitsumi Corporation
ATI Technologies Inc.
Matrox Graphics Inc.
Diamond Multimedia Systems Inc.
Trident Microsystems Inc.
Sony Corporation
Sony Computing Products -
Displays
NEC
Technologies
Samsung Eletronics Corporation
Samsung
Product - Monitor
Five Star Indústria Eletrônica Ltda.
Five Star Monitores
US Robotics Inc
PC Modems Product Page
Hewlett-Packard
HP Printer
Index
Canon
Epson
Sites de Referência
Atualizado em 03-Nov-2000.
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