
Memória de um Computador

Atualizado em 21-Out-2000
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Todo tipo de informação, portanto, pode ser armazenado como
grupos de "bits", o mais elementar fragmento de informação possível.
Um único bit pode ter um dentre dois valores: "1" e "0". Um "1" pode significar
um ponto escuro ou um instante sonoro; um "0" pode significar um ponto branco
ou um instante de silêncio, 1 = sim ou 0 = não.
Bytes
Um conjunto de oito bits é chamado um byte. Cada byte pode armazenar um único
caractere, ou um número na faixa de 0 a 255. Você também pode designar esses
gráficos, sons, ou para qualquer outra informação.
Há aqui, porém, um fator contundente. Como os computadores
trabalham com bits, que podem ter apenas dois valores, 1 e 0, tudo o que eles
fazem se expresse naturalmente em potências matemáticas de 2. Ou seja, apesar
de você contar em potências de 10 (1, 10, 100, 1000, etc.), os computadores
contam em potências de 2 (2, 4, 8, 16, 32, 64, e assim por diante).
Quando se chega ao K e ao M, nos computadores temos 1024 ao invés de 1000,
e 1048576 em vez de 1000000. Apesar de, no momento, isso parecer confuso,
os valores não são tão diferentes.
8 Bits = 1 Byte = 1 Caracter
1 Kbyte = 1.000 Bytes
1 Mbyte = 1.000.000 Bytes
1 Gbyte = 1 Bilhão de Bytes
1 TeraByte = 1 Trilhão de Bytes
Os discos são considerados memória não-volátil, ou seja, mantém
a informação armazenada mesmo quando o computador é desligado da força.
Muitos chips de memória, por outro lado, são voláteis - perdem a informação
no instante em que perdem a força. Este é um fator a considerar no gerenciamento
de memória.
Existem vários tipos de chips de memória, mas, basicamente,
eles entram em duas categorias: Rams e Roms.
Ram vem de Random Access Memory - Memória de acessos aleatórios. Qualquer
bit de uma Ram pode ser lido e nele pode ser escrito algo a qualquer momento.
As Roms (Read - Only Memory - Memória de Apenas Leitura) somente podem ser
lidas. Não se pode escrever novas informações em uma Rom. Elas são imutáveis
para proteger as informações importantes nelas gravadas, tipicamente programas.
Existem certos tipos de Rom nas quais se pode escrever, em
determinadas circunstâncias.
As Eproms podem ser removidas de seu computador e, então, apagadas e regravadas
por uma máquina especial com luz ultra-violeta. Mas, para seu computador elas
continuam sendo apenas Roms, tipicamente usadas para guardar informações de
configuração (como o tipo de drives de disco do sistema e o de adaptador de
vídeo) - características básicas que podem mudar, mas não freqüentemente.
A memória Flash combina as idéias das Eproms e Eeproms para fazer um chip
de memória simples e relativamente barato (apesar de não tão barato quanto
a Dram) que tanto não-volátil como rápido - com velocidade de Dram.
As Eeproms e as Flash Eproms podem ser apagadas eletricamente, enquanto, ainda
estão no computador. Escrever novas informações em uma Eeprom ou Flash Eprom
é muito mais lento que escrever em um chip Ram.
A memória Flash é, portanto, melhor utilizada como substituta de um drive
de disco do que de uma memória Dram, porque tem menor consumo e é mais confiável
que um drive de disco.
RAMs comuns são voláteis - perdem sua informação logo que se
desliga a foça do computador. Mas alguns PCs utilizam chips RAM do tipo CMOS
(Complementary Metal Oxide Silicon - o que não vem o caso), que não consomem
muita força enquanto ligados.
Esses chips são tão frugais quanto ao consumo de energia que podem manter
sua informação mesmo quando alimentados por apenas uma bateria. Como a RAM
CMOS é mais cara do que a RAM comum, ela só é usada em:
- Pequenas memórias de configuração em PCs desktop - quando se deseja que
a informação continue, armazenada mesmo quando a força é desligada.
- Memória de computadores portáteis - onde todo o sistema pode precisar funcionar
como baterias.
Existem vários tipos de chips de RAM. O mais comum é a DRAM
ou RAM Dinâmica.
Esse tipo de RAM é a que pode armazenar mais bits em um único chip, e a menos
cara, apesar de ser a mais lenta.
As DRAMs levam algo em torno de 80 a 150 nS (nonosegundos) para cada "acesso"
(leitura ou escrita) pelo computador. (Um nonosegundo é um bilionésimo de
segundo.) As DRAMs perfazem a maioria dos chips de memória de qualquer PC.
Os chips mais comuns hoje em dia são os de 1 Mbit (leia-se megabit, e não
megabyte) de tamanho.
O PC usa 8 destes para compor 1 MB de memória. (Na realidade ele usa 9, sendo
o extra para a verificação de "paridade", isto é, para saber se os outros
8 apresentam algum erro. A paridade será explicada logo após esta seção.)
Alguns PCs ainda usam chips mais antigos de 64K e 256Kbit.
Alguns já estão usando chips mais modernos de 4Mbit. Chips com capacidade
de memória de 16 a 64 Mbits estão a caminho. Cada nova geração de chips traz
consigo mais bits, significando mais memória em menos espaço e consumindo
menos energia elétrica que antes.
As SRAMs (RAMs Estáticas) são mais rápidas que as DRAMs, mas não podem armazenar
tantos bits de informação. São também mais caras que as DRAMs. As SRAM podem
ler ou escrever informações em 30ns ou menos. Atualmente, uma SRAM típica
armazena 256Kbits. Elas tendem a estar uma geração atrás das DRAMs em capacidade
de memória.
As VRAMs (RAMs de Vídeo) são mais rápidas que as DRAMs para operações de vídeo,
porque nelas pode-se escrever e ler ao mesmo tempo. Existe uma aparente contradição
nos nomes dos tipos de memória. A RAM lenta é conhecida como DRAM, sigla em
que o D é abreviatura de Dynamic. Estranhamente, a RAM mais rápida é conhecida
como SRAM, com o S significando Static.
As iniciais EDO correspondem a Extend Data Out, ou Saída Estendida
de Dados.
Fabricantes desse tipo de memória alegam que ela proporciona um enorme aumento
de desempenho entre 10% e 30%, com pouco custo adicional, Para entender como
a EDORAM funciona, é preciso repassar alguns conceitos básicos.
A execução de um programa exige que instruções e dados armazenados na RAM
sejam fornecidos para manipulação pela CPU do Microcomputador. Isto significa
que quanto mais rapidamente a CPU puder ter acesso a tais informações, menor
será o tempo consumido na execução do programa. Todas as operações que ocorrem
num micro será o tempo consumido na execução do programa.
Todas as operações que ocorrem num micro tem o seu "ritmo" determinado por
um sinal elétrico periódico, conhecido como clock ( relógio ).
A CPU do primeiro computador da IBM, em 1981, operava a uma freqüência de
4,77 MHz (1 MHz é igual a 1 milhão de ciclos por segundo ). Atualmente, as
freqüências de clock mais comuns dos microprocessadores 486 e Pentium situam-se
entre 66 e 200 MHz, resultando em ciclos de clock com durações entre 10 e
15 nanossegundos.
Em contraste, na maioria encontrados no mercado o tempo de acesso é a ordem
de 60 ou 70 nanossegundos. Desse modo, são necessários de 4 a 7 ciclos para
que cada informação solicitada se torne disponível. Em outras palavras, durante
boa parte do tempo a CPU fica "esperando", uma situação bastante improdutiva.
Diante disso, a solução encontrada foi utilizar chips de memória com menor
tempo de acesso e ao mesmo tempo tornar mais eficiente o processo de busca
das informações. Essa RAM mais rápida e eficiente é conhecida como memória
cache, ou simplesmente cache.
Essa solução tanto pode fazer parte da estrutura externa do microprocessador
como consistir em chips adicionais instalados na placa mãe do micro (cache
externo ).
Dado o seu elevado custo de fabricação, o cache é normalmente pequeno: O interno
é de 8 KB no 486 e de 16 KB no Pentium, ao passo que o externo em geral é
de 256 KB.
O funcionamento dos caches, tanto internos como externos é semelhante. Para
entendê-lo imagine que uma seqüência de instruções precisa ser executada.
Inicialmente elas estão gravadas na RAM e o cache está vazio. Quando a CPU
solicita uma dada instrução, uma cópia disponível na RAM também é gravada
no cache. A partir daí, sempre que uma informação é solicitada pela CPU, o
sistema verifica antes se ela já não está gravada no cache. Caso esteja, torna-se
desnecessário buscá-la na RAM.
Isso torna possível fornecer "antecipadamente" a informação. Caso não esteja,
o sistema à procura na RAM grava uma cópia na cache, e o processo todo se
repete. Como instruções e dados são constantemente buscados, o cache se renova
continuamente.
O funcionamento da EDO RAM guarda alguma semelhança o que ocorre nos caches.
Se uma instrução solicitada pela CPU não for encontrada nem no cache interno
nem no externo, ela tem de ser buscada na RAM. Uma vez que ocorrem diversos
ciclos de clock entre a solicitação e o fornecimento de qualquer instrução,
modificações feitas na arquitetura tradicional de chips de RAM permitem que
a EDO RAM atue de maneira mais inteligente:
Além de fornecer a instrução solicitada, a EDO RAM tenta "adivinhar" onde
estão as próximas instruções a serem pedidas e aproveita o tempo disponível
para deixá-las preparadas. Caso a adivinhação se confirme, o processo ganha
consideravelmente em velocidade.
A julgar pelo número de sistemas Pentium de alto desempenho que tem saído
de fábrica com chips de memória EDO RAM, muitos especialistas acreditam que
o binômio preço desempenho da EDO RAM causará grande impacto no mercado já
a partir deste ano. É bem provável que a curto prazo esse tipo de memória
se torne predominante.
Os chips de memória podem cometer erros, tanto quanto outras
partes de um computador, assim como qualquer máquina também pode quebrar ou
falhar. Não é freqüente, mas acontece.
Uma maneira simples de monitorar erros de memória é através da chamada paridade.
Os bits em cada byte são automaticamente adicionados até se chegar a um total.
Por exemplo, 11100001 tem quatro 1s, e 10101011 tem cinco 1s. Um bit de paridade
é, então, adicionado no final; um nono bit. Em se tratando de paridade par,
o valor do bit de paridade é tal que, dentre os 9 bits, teremos um número
par de 1s. Para 1110001, o nono bit seria 0, para perfazer quatro 1s. Para
10101011, o bit de paridade seria 1, para mudar os cinco 1s para seis.
Assim, sempre que o computador lê um byte, ele verifica se a paridade é par
se a soma de todos os bits totaliza um número par de 1s.Caso contrário, o
sistema sabe que algum bit daquele byte falhou, mudando erroneamente de 1
para 0 ou de 0 para 1. No PC, você verá uma mensagem de erro lhe avisando
que houve um erro de paridade.
Assim sendo, você pode optar por substituir o chip com byte ruim, ou esperar
que tenha sido um erro "soft"- uma condição temporária que não acontecerá
novamente. (Isso pode ocorrer quando um chip é atingido por um surto de radiação
espúria do sol ou de outra origem.) Se você quiser distinguir um erro hard
de um erro soft, use um programa de diagnóstico e teste.
Infelizmente, se ocorressem dois erros simultaneamente no mesmo byte, eles
poderiam cancelar-se mutuamente no teste de paridade. Haveria um erro e a
paridade não o mostraria. Existem alguns outros circuitos EDC (Error and Correction
- Correção e Detecção de Erros) que podem ser acrescentados à memória para
encontrar e corrigir quaisquer desses erros, mas poucos PCs os usam. Infelizmente,
esses sistemas EDC acrescentam muito ao custo de um sistema de memória, para
corrigir um problema que raramente ocorre.
O chip de processamento central em um computador define o ritmo
da interação processador / memória. Há dois aspectos a considerar: a velocidade
do clock (relógio) e o número de bits que cada instrução demanda.
A maioria dos programas de computador tendem a ler ou escrever
intensivamente em uma pequena área da memória por bastante tempo, antes de
passar para outra área e nela ler ou escrever. Arquiteturas de memória como
interleave e de DRAMs static-column se valem desse fato para evitar alguns
estados de wait. (Aliás, "bastante tempo" em se tratando de computadores é
medido em milionésimos de segundo.)
Uma pessoa brilhante observou esse padrão e teve a idéia de um buffer ou cache
- conjugando uma pequena área de memória, rápida e cara, com um grande bloco
de memória, mais lenta e mais barata. (O termo buffer é usado freqüentemente
para referir um cache pequeno ou simples.) O bloco grande deverá armazenar
toda a informação.
Quando um programa pedir para ler alguma informação neste último, o item requerido,
bem como todos os outros na pequena área à sua volta, serão copiados para
a pequena e rápida memória do cache. Então, quando da próxima requisição de
leitura do programa, esta será enviada primeiramente ao cache. Se a informação
estiver lá (o que é provável, já que a memória das requisições é por informações
próximas à última que foi solicitada) , ela poderá ser lida à maior velocidade
do cache.
Se a informação desejada não estiver no cache será encontrada na memória principal,
mais lenta - e esse fragmento de informação e seus vizinhos serão, então,
copiados para aquele.
Um sistema popular de cache é utilizado a memória dos chips
como um cache para a memória de disco. A informação de disco mais freqüentemente
utilizada é memória de chips. Isso pode acelerar tremendamente o trabalho
em disco.
Em todos os caches, tanto de RAM como de disco, a eficiência
é medida em hit rate (taxa de acerto). Esta taxa é o percentual das vezes
em que o programa procura por informação e a encontra no cache.
Uma baixa taxa de acerto significa operação mais lenta, porque o programa
teria freqüentemente que esperar enquanto novas informações fossem copiadas
para o cache. Taxas de 90% a 95% são excelentes. São também as que a maioria
dos fabricantes de caches dizem ter, apesar de que essas afirmações devem
ser vistas com desconfiança, porque a taxa de acerto dependerá, predominantemente,
dos procedimentos de teste.
A taxa de acerto será afetada por:
- O tipo de programa usado (alguns programas se restringem a uma pequena porção
de memória, enquanto outros tendem a variar mais). Os programas de banco de
dados e de contabilidade são os que mais a aumentam.
- A operação testada (algumas operações, dentro de um mesmo programa ficam
mais do que outras numa pequena área de memória).
- O tamanho do cache (uma cache maior pode conter mais informações e, portanto,
pode, mais provavelmente, ter a que se deseja). Uma vez que o cache seja grande
o suficiente para seu aplicativo e utilização, faze-lo maior não aumentará
muito a taxa de acerto.
Memória cache é uma área reservada de memória que possui duas
funções aumentar o desempenho do computador e aumentar o tempo de vida das
unidades de disco. Basicamente há dois tipos de memória cache:
A que vem incorporada à máquina e a que é implementada via software na memória
RAM do sistema.
A memória cache dos micro é um tipo muito mais rápido do que a memória RAM
convencional. Por isso ela é usada para armazenar tabelas muito usadas pelo
sistema operacional ou para executar parte de programas que necessitam de
maior velocidade de processamento.
A memória cache criada via software é usada para aumentar o desempenho do
acesso ao disco do sistema, guardando as informações mais acessadas na memória,
ou seja, quando for preciso acessar uma nova informação, ela já está armazenada
em memória, que possui um tempo de acesso muito mais rápido do que o disco.
Com isso, o número de vezes que a unidade de disco é acessada diminui, reduzindo
o desgaste físico do disco e da cabeça de leitura e gravação.
Os chips SRAM são mais rápidos que os DRAM, mas são caros.
Muitos dos últimos PCs, com os mais rápidos processadores 386 e 486, utilizam
pequenas quantidades de SRAM especialmente rápida (na faixa de 4K a 128K,
mas tipicamente 32K ou 64K) como cache para sua DRAM principal (1MB a 4MB
ou mais).
Esses caches SRAM podem fazer com que Megabytes de DRAM de 100ns e de baixo
custo pareçam estar rodando tão rapidamente quanto Megabytes de SRAM de alto
custo estariam, com acessos de 25nS a 35nS.
Os caches devem lidar também com a questão da escrita. Quando
há um novo valor a escrever na memória, o computador simplesmente o escreve
no cache ? Escreve ele ao mesmo tempo na memória mais lenta ? Se não escrever
na memória mais lenta, então, o cache e ela terão valores diferentes para
o mesmo endereço.
Isto não pode ser, portanto, em algum momento, o novo valor deve ser escrito
naquela memória mais lenta. Um cache write-through (de escrita através) o
faz imediatamente, cacheando somente as requisições de leitura, deixando,
então, as escritas levarem tempo extra para se escrever na cache e na memória
lenta, ambos ao mesmo tempo.
Prefira ajustar o Cache para Write-Back.
A maior parte do movimento de informações na memória é dirigida
pelo chip processador principal. Mas, muitos PCs têm um recurso especial chamado
DMA ou Acesso Direto à Memória, que permite que outros componentes dirijam
esses movimentos de informação sem molestar o processador.
Por exemplo, um PC com DMA pode mover um grande bloco de informação de um
scanner ou de um drive de disco para a memória, sem que o processador tenha
de monitorar cada passo. O processador, diz apenas, "Vá em frente e pegue
aquele tanto" e, então, volta sua atenção para outras coisas. Quando o periférico
tiver completo o movimento de informação, ele notifica o processador, que
retorna ao trabalho onde o deixou.
Falando de DMA, existe um outro elemento importante na velocidade
de processamento do computador: o barramento.
Este é um agrupamento de fios, e os sinais nesses fios, que movem a informação
por dentro do computador.
O barramento se conecta ao processador, à memória, aos drives de disco, ao
vídeo, aos slots (conectores) para acréscimo de memória e aos periféricos.
O barramento tem uma taxa de relógio própria. Ele também tem uma largura de
dados e uma largura de endereços.
A largura de dados diz quantos bits o barramento move por vez: 8,16 ou 32.
A largura de endereço diz quantos endereços o barramento pode especificar:
20 bits (o endereçamento de 1MB do primeiro PC), 24 bits (o barramento para
16 MB do AT), ou 32 bits (o barramento do 386 para 4 GB). A taxa de relógio
e a largura de dados do barramento determinam a velocidade máxima na qual
este pode mover informação.
Existem, pelo menos, cinco tipos de barramentos, que diferem
fisicamente e na disposição dos sinais nos conectores onde circuitos adicionais
podem ser plugados na computador.
O tipo original do PC é um barramento de 8 bits de dado. Você ainda encontrará
alguns slots desse tipo em muitos PCs, para o acréscimo de periféricos lentos.
O barramento original do AT de 16 bits de dado ou ISA (Industry Standard Architecture-Arquitetura
Padrão Industrial). Você encontrará muitos desses slots de expansão nos PCs
de hoje. Existem, provavelmente, mais placas conectáveis de circuitos com
memória, modens, controladores de disco e outros acessórios para esse barramento
do que para qualquer outro.
O barramento de 32 bits de dados EISA (Extended Industry Standard Architecture-Arquitetura
Padrão Industrial Estendido). Este barramento foi feito especificamente de
modo que placas para barramento ISA possam nele ser plugados, bem como novas
placas com capacidade para 32 bits de dado.
O barramento MCA (Micro-Channel Architecture-Arqutetura Micro-Canal) de 32
bits da IBM. Este só aparece nos sistemas PS/2 de topo de linha da IBM, se
bem que também está prometido para uns poucos sistemas compatíveis com PC.
O barramento VLB ( VESA Local Bus ) VESA ( Video Eletronics Standard Association
)em geral a velocidade de processamento dos dados é sempre maior para as comunicações
entre a CPU e a memória do que para as comunicações entre a CPU e equipamento
como disco rígido e monitor de vídeo. A função do Local Bus é semelhante a
de um trator que alarga uma avenida para que possam trafegar por ela mais
carros. Dessa forma, a "conversa" entre a CPU e o monitor passa a ter a mesma
velocidade que as comunicações da CPU com a memória principal.
O barramento PCI ( Peripheral Component Interconect ) tem como característica:
trabalhar independentemente do processador ( trabalhar paralelamente a ele).
ISA (Industry Standard Architecture-Arquitetura Padrão Industrial)
16 bits.
EISA (Extended Industry Standard Architecture-Arquitetura Padrão Industrial
Estendido) 32 bits.
MCA (Micro-Channel Architecture-Arqutetura Micro-Canal) 32 bits.
PCI ( Peripheral Component Interconect ) 32/64 Bits.
VLB ( VESA Local Bus ) ( Video Eletronics Standard Association ) 32/64 Bits.
A memória RAM comum no seu PC é chamada convencional ou memória
"base". Esta era tão pequena quanto 16 K em alguns modelos antigos de PC.
A maioria, agora, vem com pelo menos 512 K. O Hardware num PC ou XT permite
um máximo de 1 MB.
Um hardware de PC baseado em 486 pode manipular até 4096 MB - 4GB (4 Gigabytes).
Mas o software tanto dos PCs médios como dos altamente poderosos PCs baseados
em 486 permitem um máximo de 640K tipicamente. Se você tem 640K ou menos,
então o seu PC estará limitado, somente, por quatro chips, haverá outros limites.
Os 384K de endereços de memória acima do limite de 640 do DOS
são chamados de memória alta ou reservada.
Shadow RAM é outro elemento nos trabalhos da memória alta.
As RAMs são, algumas vezes, bem mais lentas que os chips RAM e, por isso alguns
PCs copiam o conteúdo de suas ROMs, como as dos adaptadores gráficos, para
os chips RAM nos mesmos endereços.
Então, eles redirecionam o endereçamento para que, sempre que o sistema precise
de instruções de programa do adaptador gráfico, os pedidos sejam enviados
aos chips shadow RAM que contém os programas, ao invés de às ROMs originais.
Isto acelera o trabalho do computador, mas não funciona com todos os softwares
ou hardwares.
O primeiro grande esquema idealizado para se superar o limite
de 640K de memória no DOS foi a memória expandida; e é ainda um dos mais importantes.
A memória expandida ainda força os programas a lidar, somente a lidar, somente,
com a memória convencional, ou com partes emprestadas da memória alta, mas
permuta informação de outra memória para dentro e para fora desses endereços
convencionais.
Memória estendida é a memória nos endereços diretamente acima de 1MB. Ou seja,
é a memória acima da convencional e da alta. Ela não é o mesmo que a memória
expandida. (É bem ruim que os nomes sejam tão parecidos.) A memória expandida
permuta informações para dentro e para fora da convencional; a estendida mantém
sua própria informação.
A memória expandida funciona em qualquer PC, com os devidos acréscimos de
hardware e software; e estendida somente em PCs, PS/2s, e compatíveis desses
sistemas são feitos com chips de memória suficiente para perfazer 2MB, 4MB,
ou mais.
Os primeiros 64K de memória estendida, os endereços de 1024k
a 1088K, às vezes são chamados de HMA ou High Memory (Área de Memória Alta),
numa confusa similitude com os 384K de memória alta entre 640K e 1024K. A
Microsoft descobriu um truque com o endereçamento do chip 8088 (que também
funciona com os chips processadores mais novos) que permite atingir na realidade
mais que 1MB em modo real. Com o software de driver de High Memory adequado,
os aplicativos DOS podem usar 64K como se fossem um acréscimo aos 640 inferiores.
Eles fazem, dizendo aos programas que existem mais memória
RAM do que na realidade há, e, então, mantém registros de quanta memória cada
programa e arquivo de informação necessita, e onde eles estão.
A cada vez que um software requer um programa ou informação da memória, o
software de memória virtual intercepta o pedido. Aí o software de memória
virtual faz uma checagem das coisas necessárias na RAM real. Se estiverem
lá, ótimo, serão usadas. Se não estiverem, o software de memória virtual as
procurará na disco.
Quando acha o programa ou arquivo necessário, ele copia na RAM real que estiver
disponível, abrindo espaço, movendo alguma outra coisa para o disco. Então,
ele distribui a informação requisitada da RAM. Há virtualmente mais RAM do
que existe de fato no computador.
A memória virtual pode parecer similar ao cacheamento de disco, mas, na verdade,
é bem diferente. Na memória virtual o espaço de disco mantém informações que
se supõe estar na RAM, reavendo-a quando necessário. Para o programa, a memória
virtual em disco assemelha-se à RAM. No cacheamento de disco, a informação
em disco mais utilizada é mantida na RAM, e é usada somente, quando o computador
está recorrendo ao disco RAM o nome VDISK de "virtual disk", confundindo as
coisas um pouco mais do que precisariam ser.)
A memória pode ser de diferentes tipos de "Pinos" ( tamanho
do chip de memória ).
As células que possuem SIMM, significam que essas memória existem para vender.
A diferença entre a memória SIMM de 30 e 72 vias, é que o de 30 pinos opera
com 8 bits de endereços, enquanto que o de 72 trabalha em 32 bits, ou seja,
com mesmo número de bits do microprocessador. Desta forma, com um módulo de
72 vias se forma um banco de 32 bits, enquanto que o de 30 pinos é necessário
um grupo de 4 módulos.
Nas placas mais modernas como a do Pentium, o uso dos módulos de 72 vias é
predominante pela facilidade de instalação e pela necessidade de 2 módulos
para formar um banco de 64 bits, enquanto que em 30 vias exigiria 8 módulos.
DRAM Síncronas_ ( memória que está sendo desenvolvida,
é mais rápida que a DRAM ).
RAM Rambus_ ( chegam a velocidade de 250 MHz ).
Sistema ECC_ ( no Pentium Pró a memória tem um novo sistema Error Checking
e Correting, que serve para detectar e corrigir automaticamente os erros de
dados na memória).
BEDO RAM_- Burst Extend Data Out.