Universo Online
Web Sites Pessoais

Redes de Computadores

O que é uma rede local e o que ela pode fazer

Tipos de rede: LAN, WAN, Internet ...

LAN – Local Area Network

O que uma LAN pode fazer por você?

WAN – Wide Area Network

Servidor

PC Desktop

Recursos

Internet

Redes de 10Mb/100Mb

O ambiente cliente/servidor

O Hardware - Cabos e Placas

Tipos de Cabeamento

Cabo Coaxial

Par Trançado

Tipos de conectores

Fibra Óptica

Conectores BNC

Topologia de Rede Ethernet

Cabo Coaxial

Surgimento do Cabo UTP

Outros Meios de Transmissão

Interligando Segmentos de Rede Local

Nível Físico

Nível de Ligação

Meios de Transmissão

Servidores

TOPOLOGIA

Topologia em Estrela

Topologia em Anel

Topologia em Barra

Outras Topologias

Ethernet

Token Ring

Protocolos de rede

O software da rede

O Windows 95

A rede Windows 95

Windows NT

Unix

Unix x Windows NT

Segurança na rede

Problemas na rede

Glossário

Bibliografia

 

O que é uma rede local e o que ela pode fazer

"Quando você precisar de ir além do computador em cima de sua mesa, esta na hora de instalar uma rede local".

Quando interconectamos computadores eles podem trabalhar mais pelos usuários, e, quando as pessoas trabalham em equipes, concretizam tarefas inteiras, num menor espaço de tempo e com menos esforço. Podemos imaginar uma rede como um recurso valioso projetada para apoiar uma equipe de usuários.

Interconectar os computadores, assim como gerenciar um grupo de pessoas é sem dúvida um desafio. O vocabulário de redes locais é repleto de siglas. Os preços podem variar de alguns Reais a milhares. Os benefícios de se conectar os recursos podem ser grandes (mas em alguns casos pode ficar pior com ela), e podem significar um avanço incalculável de benefícios que um micro isolado nunca poderia apresentar.

Atenta aos possíveis benefícios e recompensas, e apesar dos riscos, as empresas estão interconectando seus computadores em rítimo acelerado.

Antigamente as redes eram de difícil instalação e manutenção exigindo mão de obra altamente qualificada, mas atualmente esta história mudou muito, hoje encontramos kit’s para instalação de redes que qualquer pessoa pode instalar.

Em um ambiente profissional é muito importante um responsável pelo bom funcionamento da rede, dentre as responsabilidades deste citamos: Coordenar tarefas, gerenciar problemas, monitorar progressos, administrar usuários etc.

Sem dúvida alguma um dos maiores benefícios de uma rede é o compartilhamento de informações entre os usuários ou mesmo oferecer um meio de armazenamento final superior ao que é utilizado sem a rede. Outros benefícios podem ser citados dentre eles temos: Compartilhamento de impressoras, CD-ROM, Fax/Modem, Drives, correio eletrônico, agenda eletrônica do grupo de trabalho.

Volta

Tipos de rede: LAN, WAN, Internet ...

Uma rede que se estenda sobre uma grande área, tal como um quarteirão, ou por um país, é conhecida como uma WAN – Rede de longa distancia (Wide Area Network). Embora discorra sobre as abreviações MAN (Metropolitan Area Network – Rede de área metropolitana) e CAN (Citywide Area Network – Rede de área de cidade), não tenho visto estes termos freqüentemente e você provavelmente verá que estas redes de dimensão de cidade normalmente são chamadas de WANs. vamos as principais:

Volta

LAN – Local Area Network - Rede de alcance local

Redes locais (LAN’s) são basicamente um grupo de computadores interconectados e opcionalmente conectado a um servidor.

Os usuários executam tarefas a partir de seus computadores. Entre as tarefas podemos destacar os banco de dados, planilhas e editores de texto. Normalmente temos um grupo destes usuários executando uma operação no servidor.

Os módulos mais importantes de uma rede local são:

  • Servidores
  • Workstations (Clientes/usuários)
  • Recursos

Volta

O que uma LAN pode fazer por você?

Uma rede local pode suprir seu escritório com muitas vantagens em relação a uma SnakerNet. Na lista a seguir indicamos algumas das mais importantes vantagens da LAN que você deve conhecer.

Com uma LAN, você pode fazer o seguinte:

  • Gerenciamento de arquivos
  • Compartilhar arquivos
  • Transferir arquivos
Compartilhar aplicativos Compartilhar dispositivos periféricos:
  • Impressoras
  • CD-ROMs
  • Scanners
  • Fax/modems
  • Unidades de fita
Interagir com outros usuários na rede:
  • Gerenciar agendas de grupo
  • Enviar e receber correio eletrônico
  • Viabilizar reuniões eletrônicas
  • Jogar Games em rede (Duke 3D :o)

Compartilhar Arquivos:

Compartilhar, transferir e proteger informações entre computadores em uma rede é geralmente conhecido como gerenciamento de arquivos. Você pode compartilhar unidades inteiras e diretórios – você não está limitado a compartilhar arquivos individuais.   Compartilhando aplicativos em uma rede. Um servidor de arquivos é um computador central que armazena arquivos compartilhados por muitos usuários em uma rede. Há vantagens em armazenar o programa de maneira centralizada:

  • Isso libera espaço em disco nos computadores individuais. A maioria dos aplicativos é armazenada no servidor de arquivos e não no computador de cada usuário.
  • Mais de um usuário pode usar o aplicativo por vez (Como em aplicativos de banco de dados).
  • A atualização dos programas é mais fácil. Existe normalmente só um lugar onde o aplicativo precisa ser atualizado e que é a cópia do programa que está instalada no servidor.

Compartilhamento de periféricos Uma rede local pode fornecer a seus usuários a capacidade de compartilhar esses onerosos dispositivos e pode gerenciá-los de forma que dois usuários não tentem usá-los simultaneamente. O compartilhamento de periféricos economiza tempo e dinheiro para os usuários de rede. É verdade que mesmo sem uma rede você não tem que compra impressoras ou outros onerosos dispositivos periféricos para cada estação no escritório: Uma ou duas funcionaram muito bem, se as pessoas não se incomodarem de ficar em fila para usá-las. Entretanto, se as pessoas tiverem de gastar seu tempo esperando pela liberação de um dispositivo o dinheiro que você economizou pela não aquisição de uma impressora a mais está sendo gasto pelo tempo mal-aproveitado.

Volta

WAN – Wide Area Network - Rede de Alcance Remoto

Interligação de computadores geograficamente distantes. As WAN’S utilizam linhas de transmissão oferecidas por empresas de telecomunicações como a Embratel, e suas concessionárias.

A necessidade de transmissão de dados entre computadores surgiu com os mainframes, bem antes do aparecimento dos PC’s. Com os PC’s houve um aumento da demanda por transmissão de dados a longa distância. Isto levou ao surgimento de diversos serviços de transmissão de dados (RENPAC, TRANSDATA, MINASPAC). Os serviços são geralmente de aluguel de linhas privadas (Leased lines) ou discadas (Switched) permitindo a utilização de diversos protocolos tais como SNA, PPP/TCP-IP, etc.

As redes WAN’s estão passando por uma evolução muito grande com a aplicação de novas tecnologias de telecomunicações com a utilização de fibra ótica (Optical fiber). Novos padrões estão surgindo como a ATM ( Asynchronous Transfer Mode) que disponibiliza a transmissão de dados, som e imagem em uma única linha e em altíssima velocidade ( 300Mbps ou superior). A velocidade passa a ser determinada pelos equipamentos que processam as informações (Clientes/Servidores) e não do meio físico.

A conecção entre os equipamentos geralmente e feita através de Modem’s de 33.6K ou 56K.

Volta

Servidor

É um computador que eleva a capacidade do processamento, cuja função é disponibilizar serviços a rede.

Em geral essa máquina processa grandes volumes de dados requerendo por tanto CPU’s rápidas e dispositivos de armazenamento de alta capacidade e acesso rápido. Esta máquina poderá ser fornecida por fabricantes especializados (IBM etc.) e por ser uma máquina especial entre as outras, possui características não encontradas nos modelos mais simples.

Em uma rede baseada em servidor, temos normalmente sistemas operacionais mais potentes como é o caso do Windows NT, Netware 4.x, LAN Server IBM, UNIX, sendo necessário um estudo mais criterioso para a definição de qual S.O utilizar.

Volta

PC Desktop

Os PC’s clientes também conhecidos por Workstation individuais de trabalho. A partir dela os usuários acessam informações no servidor (Bando de dados etc.) e rodam aplicações locais (Word, Excel etc). O harware da workstation varia entre 486 e Pentium e dependerá das informações a serem processados.

Recursos

Entre os recursos a serem utilizados na comunicação entre os equipamentos podemos citar: HUB com cabo par-trançado, cabo coaxial, placas de rede, repeaters, bridges etc.

Internet

A Internet também pode ser considerada como uma WAN de alcance mundial. Onde vários computadores estão conectados através do protocolo TCP/IP e conecções discadas, ou dedicada. A grande maravilha talvez esteja no protocolo TCI/IP que possibilita total compartilhamento de recursos e informações, e ainda disponbiliza serviçoes como GOPHER, WWW e FTP.

Em nosso curso nos preocuparemos com a rede LAN por ter um uso mais difundido mas todas as informações serviram de base para a instalações de uma rede WAN, que também esta disponível nos dois principais S.O da microsoft: Windows 95 e NT.

Volta

Redes de 10Mb/100Mb

Nos dias de hoje quando a velocidade de comunicação das redes locais encontramos velocidades de 10 a 100Mb. A utilização de um padrão mais veloz estará na necessidade do usuário. Redes de 100Mb exigem um hardware especial (Placas e hub’s de 100mb) de curso elevado para redes pequenas.

As redes de 10Mb não necessita de nenhum hardware específico. Estas redes normalmente são instaladas em ambiente onde não é necessário executar aplicações no servidor com freqüência, pois isto tornaria lenta a velocidade de comunicação entre os equipamentos.

Redes de 100Mb são recomendadas onde a velocidade é fundamental ao bom funcionamento, normalmente é utilizada em locais onde seja necessário troca de informações como som e imagem ou também em redes maiores.

Quando ao tipo de cabeamento, para as redes de 10Mb poderemos utilizar tanto o cabo coaxial (10Base2) ou par trançado (10BaseT). Em uma rede 100Mb necessariamente utilizaremos cabos de par trançado (100BaseT).

Volta

O ambiente cliente/servidor

Em um ambiente cliente/servidor utilizaremos a mesma rede local (10 ou 100Mb) porém o que irá mudar será a concentração dos dados ou dos sistemas a serem utilizados em um servidor o qual será utilizado somente para esta função (Salvo raras exceções).

Quando ao equipamento utilizado como servidor, normalmente encontramos máquinas IBM com a seguinte configuração: Pentium200Mhz com processador duplo, winchester ultra- SCSI 8GB, Memória RAM de 64Mb, Multimídia, sistema operacional Windows NT 4.0 com placa de rede on-board.

Em um ambiente cliente servidor, o grande gargalo das aplicações reside na taxa de transferência do winchester e na sua velocidade de leitura o que inviabiliza a utilização de máquinas convencionais.

Outra característica é a utilização de um sistema operacional com recursos avançados de gerenciamento de usuários e hardware. Entre os mais utilizados destaca-se o Novell 4.11 e o Windows NT. Temos atualmente um domínio da Novell porém com as novas versões do sistema Windows NT 4.0 e 5.0 assistimos a uma troca de posições.

Neste ambiente todo o processamento é realizado pelo servidor enquanto do lado do cliente ficam as aplicações visuais para acesso ao servidor. É comum encontrarmos ambientes em que o banco de dados se localiza do servidor, podendo ser um Windows SQL server, Oracle, DB2 da IBM. Do lado do cliente encontramos aplicações desenvolvidas em Visual Basic, PowerBilder, Delphi, FoxPro 5.0 etc. Estes programas não realizam nenhum tipo de processamento no ambiente cliente/servidor ficando para o servidor todo o gerenciamento de dados e manutenção de índices.

A aplicação no servidor é chamada de Back-end e no cliente Front-end.

Um exemplo de Front-end seria os caixas eletrônicos de banco 24Hs onde solicitamos uma informação ao servidor (saldo, extrato) onde a informação e processada e repassada ao Cliente. Neste caso (bancário) temos uma conexão dedicada entre as agências bancárias o que agiliza o processamento.

Além de máquinas Intel podemos ter equipamentos maiores como servidores (Alpha, Risc) porém a base do funcionamento será sempre o mesmo.

(O Windows NT poderá ser também instalado nestas máquinas).

Volta

O Hardware - Cabos e Placas

Placas de rede

As placas de rede Ethernet que você irá adquirir deve ser adequada ao tipo de rede escolhido (10Mb ou 100Mb). Normalmente as placas vem com capacidades de conexão para todos os tipos de cabos ( RJ45, BNC etc). Porém devemos saber qual o tipo de barramento (PCI,ISA) disponível do equipamento a ser instalada a placa, sendo que, sempre que possível seria melhor o desempenho com a utilização de placas PCI.

Quando aos preços, uma placa de rede de 10Mb poderá variar entre R$45,00 e R$ 200,00 mudando apenas o fabricante e a origem da mesma. Já uma placa de 100Mb poderá custar entre R$ 200,00 e R$ 500,00.

Quando a instalação no equipamento deveremos ficar atentos para a sua configuração. Será necessário especificar uma IRQ e um Endereço para a placa. ( IQR 10, Endereço 300H são os mais utilizados), porém devemos tomar certo cuidado com o hardware já instalado para que não cause conflito este novo equipamento.

Procure produtos que ofereçam garantia de pelo menos 1 ano.

Entre as funções de uma placa de rede temos:

Volta

Tipos de Cabeamento

Nos últimos anos muito se tem discutido e falado sobre as novas tecnologias de hardware e software de rede disponíveis no mercado. Engana-se, porém, quem pensa que estes produtos podem resolver todos os problemas de processamento da empresa. Infelizmente, o investimento em equipamentos envolve cifras elevadas, mas é preciso que se dê também atenção especial à estrutura de cabeamento, ou cabling, uma das peças-chave para o sucesso de ambientes distribuídos. Conforme pesquisas de órgãos internacionais, o cabeamento hoje é responsável por 80% das falhas físicas de uma rede, e oito em cada dez problemas detectados referem-se a cabos mal-instalados ou em estado precário.

Volta

Cabo Coaxial

O primeiro tipo de cabeamento que surgiu no mercado foi o cabo coaxial. Há alguns anos, esse cabo era o que havia de mais avançado, sendo que a troca de dados entre dois computadores era coisa do futuro. Até hoje existem vários tipos de cabos coaxiais, cada um com suas características específicas. Alguns são melhores para transmissão em alta frequência, outros tém atenuação mais baixa, e outros são imunes a ruídos e interferências. Os cabos coaxiais de alta qualidade não são maleáveis e são difíceis de instalar e os cabos de baixa qualidade podem ser inadequados para trafegar dados em alta velocidade e longas distâncias. Ao contrário do cabo de par trançado, o coaxial mantém uma capacidade constante e baixa, independente do seu comprimento, evitando assim vários problemas técnicos. Devido a isso, ele oferece velocidade da ordem de megabits/seg, não sendo necessário a regeneração do sinal, sem distorção ou eco, propriedade que já revela alta tecnologia. O cabo coaxial pode ser usado em ligações ponto a ponto ou multiponto. A ligação do cabo coaxial causa reflexão devido a impedância não infinita do conector. A colocação destes conectores, em ligação multiponto, deve ser controlada de forma a garantir que as reflexões não desapareçam em fase de um valor significativo.

A maioria dos sistemas de transmissão de banda base utilizam cabos de impedância com características de 50 Ohm, geralmente utilizados nas TVs a cabo e em redes de banda larga. Isso se deve ao fato de a transmissão em banda base sofrer menos reflexões, devido às capacitâncias introduzidas nas ligações ao cabo de 50 Ohm.

Os cabos coaxiais possuem uma maior imunidade a ruídos eletromagnéticos de baixa frequência e, por isso, eram o meio de transmissão mais usado em redes locais.

O cabo coaxial, freqüentemente conhecido como cabo BNC (Bayonet-Naur - um conector em forma de baioneta para cabos coaxiais finos), é feito de um único fio de cobre revestido por isolante e coberto por uma camada de trança de alumínio ou de cobre que protege o fio da interferência externa. Se você precisar de mais largura de banda e proteção contra ruídos do que o par trançado pode oferecer, mas não pude gastar com fibra óptica, o cabo coaxial é o caminho.  

O cabo coaxial tem quatro partes:

  • O fio central, chamado de condutor interno;
  • uma camada isolante, chamada dielétrico, que envolve o condutor interno;
  • uma camada de chapa ou trança metálica, chamada de blindagem, que cobre o dielétrico;
  • a camada final de isolação, chamada de jaqueta.

Existem quatro tipos de cabo coaxial. Cada um deles é usado com um tipo diferente de rede local:

Ethernet freqüentemente chamada de 108a5e5, um padrão definido pelo Institute for Electrical & Electronics Engineers (IEEE).

RG-58A/U freqüentemente chamado de 10Base2.

RG-59/U usado em CATV (TV a cabo) e ARCnet (uma topologia de rede mais antiga).

RG-62/U usado em ARCnet e em terminais IBM.

Tipos de cabos coaxiais

Tipo de Cabo
Impedância
Diâmetro
Conector
Cabo fino Ethernet – RG-58
50 ohms
3/16"
BNC
ARCNET – RG-62
93 ohms
3/16"
BNC
ou RG-59/U
75 ohms
3/16"
Utiliza um rabicho RG-62 na extremidade com BNC
Cabo espesso Ethernet
50 ohms
1/2"
Transceptor/MAU no cabo espesso com uma derivaçãdo de par trançado até o cordão da rede
Cabo derivado de Ethernet espesso (não é coaxial, é um cabo de par blindado)
-
3/8"
DIX/AUI

Volta

Par Trançado

Com o passar do tempo, surgiu o cabeamento de par trançado. Esse tipo de cabo tornou-se muito usado devido a falta de flexibilidade de outros cabos e por causa da necessidade de se ter um meio físico que conseguisse uma taxa de transmissão alta e mais rápida. Os cabos de par trançado possuem dois ou mais fios entrelaçados em forma de espiral e, por isso, reduzem o ruído e mantém constante as propriedades elétricas do meio, em todo o seu comprimento.

A desvantagem deste tipo de cabo, que pode ter transmissão tanto analógica quanto digital, é sua suscetibilidade às interferências a ruídos (eletromagnéticos e radiofrequência). Esses efeitos podem, entretanto, ser minimizados com blindagem adequada. Vale destacar que várias empresas já perceberam que, em sistemas de baixa frequência, a imunidade a ruídos é tão boa quanto a do cabo coaxial.

O cabo de par tran‡ado é o meio de transmissão de menor custo* por comprimento no mercado. A ligação de nós ao cabo é também extremamente simples e de baixo custo. Esse cabo se adapta muito bem às redes com topologia em estrela, onde as taxas de dados mais elevadas permitidas por ele e pela fibra óptica ultrapassam, e muito, a capacidade das chaves disponíveis com a tecnologia atual. Hoje em dia, o par trançado também está sendo usado com sucesso em conjunto com sistemas ATM para viabilizar o tráfego de dados a uma velocidade extremamente alta: 155 megabits/seg.

Volta

Classificação de Par Trançado

Categoria l Este cabo nada mais é que o antigo fio telefônico usado na maior parte das residências, e usado em sistemas telefônicos comerciais até 1983 nos Estados Unidos. Ele não é conveniente para transmissão de dados de alta velocidade, uma vez que seu único requisito é ser trançado.

Categoria 2 Este tipo de cabo é certificado para transmissão de dados até 4 Mbps. Suas especificações coincidem com as do cabo tipo 3 da IBM: quatro pares trançados não blindados e sólidos de fios para voz e dados. As três categorias seguintes estão mais reguladas e compartilham as seguintes duas características:

Quanto mais tranças por metro tiver em um caho, maior a proteção que você terá contra linha cruzada. Variando seus padrões de trança (um par tendo 27 tranças por metro e um outro par dentro do mesmo conduíte com 9 tranças por metro) você também estará fornecendo maior proteção contra linha cruzada.

Categoria 3 Este é o cabo de mais baixa classificação que você pode usar com qualquer rede. Ele pode transmitir até 10 Mbps e é mais bem construído que o cabo das categorias 1 e 2.

Categoria 4 Para redes 'Token Ring de 16 Mbps, este é o cabo de grau mais baixo que você pode usar. De fato, para conseguir o melhor uso de sua rede local, você deve considerar esta categoria como sendo o padrão mínimo, em lugar do cabo de categoria 3.

Categoria 5 Para bólidos em velocidades reais, este é o par trançado que você)cê quer. Ele oferece baixo nível de linha cruzada e tem uma velocidade máxima de transmissão de ofuscantes 100 Mbps. O cabo de categoria 5 é o cabo indicado na especificação Fiber Distributed Data Interface (FDDI), que definiu a coexistência de fio de cobre e fibra óptica no mesmo ambiente. Ele é projetado para funcionar em conjunto com o cabo de fibra óptica para fornecer throughput (medida de velocidade de transferência de dados) melhorado para soluções multimídia (áudio e vídeo) em rede.

Categoria Velocidade Mídia do Cabo Conector Uso

Categoria 1

Não adequada a LANs

     

Categoria 2

Não adequada a LANs

     

Categoria 3

Até 10 Mbps

UTP 4 pares 100 ohms

568A ou 568B de 8 fios

10Base-T

Categoria 4

Até 16 Mbps

STP 2 pares 150 ohms

STP-A

10Base-T ou Token Ring

Categoria 5

Até 100 Mbps

UTP 4 pares 100 ohms

568A ou 568B de 8 fios

10Base-T, 100Base-T, FDDI, ATM, Token Ring

Volta

Usando Cabos de Par Trançado em Sua Rede

Quando o cabo de categoria 3 fui especificado para ter no mínimo 3 tranças por pé, isso era uma qualidade muito superior a qualquer par trançado existente. Hoje, o par trançado de alta qualidade tem entre 8 e 15 tranças por pé e usa plástico especial que eleva sua velocidade de transferência de dados.

Tipos de conectores

RJ-45 macho RJ-45 fêmea

Esquema de fiação para conectores RJ-45

Volta

FIBRA ÓPTICA

Quando se fala em tecnologia de ponta, o que existe de mais moderno são os cabos de fibra óptica. A transmissão de dados por fibra óptica é realizada pelo envio de um sinal de luz codificado, dentro do domínio de frequência do infravermelho a uma velocidade de 10 a 15 MHz. O cabo óptico consiste de um filamento de sílica e de plástico, onde é feita a transmissão da luz.

As fontes de transmissão de luz podem ser diodos emissores de luz (LED) ou lasers semicondutores. O cabo óptico com transmissão de raio laser é o mais eficiente em potência devido a sua espessura reduzida. Já os cabos com diodos emissores de luz são muito baratos, além de serem mais adaptáveis à temperatura ambiente e de terem um ciclo de vida maior que o do laser.

Apesar de serem mais caros, os cabos de fibra óptica não sofrem interferências com ruídos eletromagnéticos e com radiofrequências e permitem uma total isolamento entre transmissor e receptor. Portanto, quem deseja ter uma rede segura, preservar dados de qualquer tipo de ruído e ter velocidade na transmissão de dados, os cabos de fibra óptica são a melhor opção do mercado.

O cabo de fibra óptica pode ser utilizado tanto em ligações ponto a ponto quanto em ligações multiponto. A exemplo do cabo de par trançado, a fibra óptica também está sendo muito usada em conjunto com sistemas ATM, que transmitem os dados em alta velocidade. O tipo de cabeamento mais usado em ambientes internos (LANs) é o de par trançado, enquanto o de fibra óptica é o mais usado em ambientes externos.

Apenas para complementar: segundo livros que eu tenho falando sobre o assunto, um cabeamento de fibra ótica teria uma largura de banda típica em torno de 1ghz, o suficiente para utilizar-se os serviços mais corriqueiros da Internet ( FTP, e-mail, Web, videoconferência etc... ) com muita folga, assumindo-se um comprimento máximo de 1,5 KM.

Aqui estão dois novos termos para seu repertório técnico: meio eletrônico e meio fotônico. Os cabos que discutimos até este ponto eram eletrônicos: eles conduzem sinais eletrônico. Os cabos de fibra óptica, por outro lado, conduz sinais fotônicos, ou luz. O cabo de fibra óptica é indiferente ao ruído de RF devido à diferença em seu meio condutor: a luz não é afetada por ruído eletrônico. A luz é conduzida ao longo de um fino plástico ou fibra de vidro, que é coberta por um fino revestimento isolante chamado cladding. A fibra e o revestimento são a seguir envoltos por uma jaqueta plástica (ou bainha - sheath) que serve para proteger a delicada fibra óptica.        

Volta

Vantagens de Cabo de Fibra Óptica

O cabo de fibra óptica tem consideráveis vantagens sobre o cabo coaxial e o par trançado. Ele também tem duas desvantagens. Vamos iniciar com os prós. No lado positivo, as enormes taxas de transferência de dados do cabo de fibra óptica (até 155 Mbps) torna-o especialmente útil para a transferência de imagens de vídeo ou áudio, geralmente chamadas de multimídia. Como transmitem luz, e não eletricidade, os cabos de fibras ópticas são completamente imunes a interferências de radiofreqüência e eletromagnéticas, assim os sinais às vezes podem viajar vários quilômetros sem qualquer degradação. Alguns tipos de fibras podem transmitir por até 5 Km em ambientes de rede local, e atravessar o pais usando um dispositivo de laser de alta potência em ambientes de rede remota. O cabo de fibra óptica também é útil em ambientes perigosos: primeiro, ele não pode faiscar (os cabos de transferência elétrica potencialmente podem); em segundo lugar, não tem qualquer metal em si e assim resiste à corrosão. Finalmente, o cabeamento de fibra óptica é mais difícil de interceptar que o cabo coaxial ou que o cabo de par trançado e assim é mais seguro e mais popular para as comunicação secretas. As duas desvantagens da fibra estão relacionadas ao custo. Primeiramente, o próprio cabo de fibra óptica é muito mais caro que o cabo coaxial ou que o cabo de par trançado. Em segundo lugar, ele normalmente é mais difícil de instalar, assim sua instalação custa mais caro. Uma vantagem que a fibra óptica tem é flexibilidade. Se você acha que o cabo de fibra de vidro é frágil e limitado a funcionar em uma linha reta, está muito enganado.

1 - Imunidade à Interferências

O feixe de luz transmitido pela fibra óptica não sofre interferência de sistemas eletromagnéticos externos.

2 - Sigilo

Devido à dificuldades de extração do sinal transmitido, obtém-se sigilo nas comunicações.

3 - Tamanho Pequeno

Um cabo de 3/8 de polegada (9,18mm) com 12 pares de fibra, operando à 140 MBPS pode carregar tantos canais de voz quanto um de 3 polegadas ( 73mm) de cobre com 900 pares trançados. Menor tamanho significa melhor utilização de dutos internos.

4 - Condutividade elétrica nula

A fibra óptica não precisa ser protegida de descargas elétricas, nem mesmo precisa ser aterrada, podendo suportar elevadas diferenças de potencial.

5- Leveza

O mesmo cabo óptico citado no item 2 pesa aproximadamente 58 kg/km. O cabo de pares trançados pesa 7.250 Kg/km. Isto possibilita maiores lances de puxamento para o cabo de fibra óptica.

6 - Largura de Banda

Fibras ópticas foram testadas até os 350 bilhões de bits por segundo em uma distância de 100km. Taxas teóricas de 200-500 trilhões de bits por segundo são alcançáveis.

7 - Baixa Perda

As fibras monomodo atuais possuem perdas tão baixas quanto 0,2 dB/km (Em 1550 nm).

8- Imunidade à Ruídos

Diferente dos sistemas metálicos, que requerem blindagem para evitar radiação e captação eletromagnética, o cabo óptico é um dielétrico e não é afetado por interferências de rádio frequência ou eletromagnéticas. O potencial para baixas taxas de erro, elevam a eficiência do circuito. As fibras ópticas são o único meio que podem transmitir através de ambientes sob severa radiação.

9 - Alta Faixa de Temperatura

Fibras e cabos podem ser fabricados para operar em temperaturas de -40º C até 93ºC. Há registros de resistência a temperatura de -73ºC até 535ºC.

10 - Sem Risco de Fogo ou Centelhamento

As fibras ópticas oferecem um meio para dados sem circulação de corrente elétrica. Para aplicações em ambientes perigosos ou explosivos, elas são uma forma de transmissão segura.

Volta

Tipos de Fibras Ópticas

1- Vidro( Sílica)

A. Fibras monomodo índice degrau

B. Multimodo índice gradual

C. Multimodo índice degrau

2- Sílica com Casca Plástica( PCS ) - Fibras de Índice Degrau

3- Plástica - Fibras Índice Degrau

Características

1.A Fibras Monomodo Índice Degrau

A. Aplicações para grande largura de banda (350 Ghz-1991)

B. Baixas perdas: tipicamente 0,3 dB/km até 0,5 dB/Km ( 1300 nm), e 0,2 dB/km ( 1550 nm)

C. Área do diâmetro do Campo modal de 10 mícrons

D. Diâmetro Externo de Revestimento de 125 mícron

E. Custos superiores para conectores, emendas, equipamentos de teste e transmissores/ receptores

F. Transmite um modo ou caminho de luz

G. Transmite em comprimento de onda de 1300 e 1550 nm

H . Fabricada em comprimento de até 25Km

I . Sensível a dobras (curvaturas).

1B. Fibras Multimodo Índice Gradual

A. Largura de Banda da ordem de1500 Mhz-Km

B. Perdas de 1 a 6 dB/Km

C. Núcleos de 50/ 62/ 85/ 100 mícrons (Padrões CCITT)

D. Diâmetro Externo do Revestimento de 125 e 140 mícrons

E. É eficaz com fontes de laser e LED

F. Componentes, equipamentos de teste e transmissores/ receptores de baixo custo

G. Transmite muitos modos (500+-) ou caminhos de luz, admite muitos modos de propagação

H. Possui limitação de distância devido às altas perdas e dispersão modal.

I. Transmite à 820-850 e 1300 nm.

J. Fabricadas em comprimentos até 2,2 Km

Volta

Emendas de Fibras Ópticas

Basicamente temos dois tipos de emendas utilizados na junção de cabos ópticos :

  • Emenda Mecânica
  • Emenda por Fusão

Emenda Mecânica : Este tipo de emenda é muito utilizado nos Estados Unidos, pela AT&T. No Brasil, encontra muita aplicação no reparo emergencial de cabos ópticos .

Consiste na utilização de conectores mecânicos , com a utilização de cola e polimento. Alguns tipos não se baseiam no polimento, devendo neste caso as fibras serem muito bem clivadas .

Emenda por fusão: este tipo de emenda é a das mais importantes e a mais utilizada atualmente. As duas extremidades a serem unidas são aquecidas até o ponto de fusão, enquanto uma pressão axial adequada é aplicada no sentido de unir as partes. Importante deixar ambas as extremidades separadas por uma distância de 10 a 15um, para permitir a dilatação do vidro.

obs: Na prática tem-se conseguido atenuação em torno de 0.05 dB .

Volta

Proteção da Emenda

Para proteger a emenda por fusão é utilizado o protetor de emenda , que deve prover proteção mecânica e contra a penetração de umidade O protetor de emenda é composto por três elementos básicos :

  • Tubo externo Termocontrátil
  • Tubo interno
  • Elemento de sustentação mecânica.

PROTETOR DE EMENDA

Exemplos de Emendas

Obs.: Para se fazer uma boa emenda é fundamental uma boa clivagem e limpeza da fibra, além do bom ajuste da máquina de emenda.

Volta

Conectores Ópticos

Os conectores ópticos, como o próprio nome diz, tem a função de conectar a fibra óptica ao componente ópticos dos equipamentos, ou seja, Emissor de Luz ( LASER ou LED) e Fotodetetor.

É um componente de extrema importância na rede, sendo que mau utilizado pode comprometer a confiabilidade do sistema.

Os conectores ópticos utilizados nos sistemas de Telecomunicações são montados em laboratórios apropriados, devendo ser avaliados com relação à sua perda por inserção (dB).

O processo de montagem de um conector consiste de :

1 - Preparação do cabo

2 - Montagem do conector

3 - Cura da resina

4 - Polimento

5 - Testes ópticos

Fatores que causam atenuação alta no conector , com relação á qualidade da face :

- Excesso de cola na núcleo do conector

- Fibra quebrada ou trincada

- Riscos na face do conector

- Falta de polimento p/ remover impurezas na face.

- Sujeira

EXEMPLOS DE FACES DE CONECTORES ÓPTICOS:

Volta

Tipos de Cabos de Fibra Óptica

Modo simples

As transmissões enviam o sinal de luz ao longo de um caminho único. Esse tipo de transmissão é usado para rede que precisam de taxas muito altas de transferência de dados, tais como telefonia de longa distância ou fiber Data Distributed Interface (FDDI).

Multimodo

O cabo de fibra óptica contém vários sinais de luz que se movem ao longo do cabo. Há dois tipos de cabo multimodo: step index e graded index. No cabo step index, os feixes de luz? batem violentamente no interior do cabo em um padrão de ziguezague. O cabo graded index tem um padrão mais arredondado para o movimento da luz, como uma onda senoidal. Ambos os tipos de cabo multimodo são propensos à dispersão modal - um espalhamento do impulso de luz? recebido - devido ao número de feixes de luz? viajando através do cabo. Quando o sinal se dispersa, ele se move mais lentamente, assim o cabo de modo simples transmite mais rápido que o cabo de multimodo.

Volta

Conectores BNC

Conectores T: Usados para ligar os cabos às placas.

Conectores BNC: Usados para ligar cabos e para conectá-los a conectores T

Terminadores: usados para terminar a rede local nas pontas.

Conectores Rj-45 A maioria dos cabos de par trançado não-blindado (UTP) é terminada com conectores que se parecem com as versões mais comuns dos conectores usados para ligar seu telefone na parede (padrão americano).

D-Shells e Conectores de Dados O cabo STP é mais volumoso que o UTP e, de maneira correspondente, precisa de um conector diferente. Para seu uso na topologia Token Ring. Um conector IBM Token Ring conecta uma ponta de cabo à MAU.

Volta

Evolução das Redes de Dados

Topologia de Rede Ethernet

CABO COAXIAL - Sistema BUS

No início das Redes, a Empresa XEROX criou o sistema Ethernet utilizando o cabo coaxial como meio de transmissão de Dados entre computadores. Este padrão foi adotado por múltiplas empresas.Neste sistema, os computadores competiam entre si para utilizar o mesmo meio de comunicação.

Seria como uma grande Avenida, onde os (micros) carros pedem passagem para entrar na pista, ora colidindo com outro veículo, ora entrando na pista, ora esperando, esperando....., pois os mais rápidos sempre conseguem entrar na via e chegar até o servidor, em detrimento dos mais lentos.

Volta

Desvantagens do Cabo Coaxial

1. Necessita manter a impedância constante, através de terminadores.

2. Se o cabo quebrar, ou o "T" de interligação estiver com mal contato, a Rede à partir do ponto falho irá parar.

3. Blindagem feita com a malha do cabo, que deverá estar aterrada em todos os terminais, ocasionando diferentes potenciais elétricos. A blindagem acaba funcionando como uma antena captando ruído de rádio freqüência.

4. Se esta blindagem for aterrada num ponto do edifício, e em outro ponto à 100 m do 1º ponto, com certeza esta blindagem terá potenciais diferentes, ocasionando correntes elétricas pela malha entre os micros.

5. Nesta condição, se uma descarga atmosférica ocorrer próxima à 500m do 1º ponto, elevará o potencial do Terra, do 1º ponto a um valor muito maior que o do 2º ponto à

100m, gerando um pico de tensão pelo cabo, do ponto 1º ao ponto 2º, com potencial de até 1.000Volts, queimando diversos terminais e até mesmo o servidor.

6. É um cabo muito pesado e de difícil de Instalação.

7. Terminais e conectores caros (R$3,00), e valor por metro mais elevado (R$2,00).

Volta

Surgimento do Cabo UTP

Devido a estas limitações do cabo coaxial, o Comitê de normalização Internacional IEEE formado pelas empresas americanas Electrical Industrial American EIA, e as Telecomunications Industrial American TIA, se uniram no intúito de pesquisar e produzir um meio de comunicação eficiente e seguro para as Redes de computadores. Desenvolvendo o Standard 10 BASE T em 1988.

Surgiu assim, na Bell Laboratories o cabo UTP sem blindagem (Unshilded Twisted Par), ou seja, o par torcido sem blindagem.

A teoria é que, um par de fios torcidos cria uma espira virtual com capacitância e indutância, suficientes para ir cancelando o ruído externo através de suas múltiplas espiras, ou seja, o campo magnético formado pela espira X, é reverso da espira Y, e assim por diante.

Se num dado momento o cabo sofrer uma interferência, esta será anulada na inversão dos pólos das espiras.

O ruído é cancelado pela mudança de polaridade do sinal através das múltiplas espiras. Este fenômeno foi descoberto pela Bell Company, que é a atual AT&T ou Lucent Technology. Atualmente os cabos UTPs são fabricados com 4 (quatro) pares, ou seja, 4 (quatro) fios torcidos num só cabo.

Volta

Vantagens do Cabo UTP:

1. Não tem blindagem, portanto não necessita de Aterramento.

2. Mantém impedância constante de 100 OHMS sem terminadores.

3. Cabo leve, fino, de baixo valor por metro (R$0,70) e de conectores baratos para 8 (oito) contatos. (R$0,90)

4. No cabeamento estruturado para o cabo UTP, quando há mal contato ou o cabo é interrompido, apenas um micro pára de funcionar, enquanto o resto da Rede continua funcionando normalmente.

5. Permite taxas de Transmissão da ordem de 155 Mb/s por par.

6. Alcança velocidades de 155Mb/s à 622Mb/s ATM ou FAST ETHERNET 100Mb/s.

Além do cabo UTP, as pesquisas levaram à criação da fibra óptica, um tarugo de 10cm de quartzo (cristal), que é estirado até alcançar um comprimento de 2Km à 20Km, com uma espessura de um fio de cabelo, capaz de transmitir dados em forma de luz, internamente a uma velocidade de aproximadamente 2.500Mb/s ou mais (não há aparelhos hoje acima desta velocidade).

A fibra óptica pode trafegar livre de interferência e de espúrios atmosféricos, sem blindagem e sem aterramento.

Com estes novos componentes as empresas americanas EIA/TIA criaram normas para as Redes de Computadores (telefonia e imagem).

A Norma EIA/TIA 568 A, garante comunicação de dados até 100m para o cabo UTP, à velocidades de 100Mb/s (categoria 5) que é o nosso estado da arte (atualmente), e 2.500Mb/s para fibras até 2.500m (mult modo) e 60.000m (mono modo).

Segundo o modelo ISO/OSI, o Ethernet é o padrão que define os níveis 1 e 2 (físico e lógico) especificados pelas normas 802.3 e 802.2 IEEE.

O cabo UTP garante 155Mb/s por par, ou seja, 4 x 155Mb/s = 622Mb/s, pois tem 4 (quatro) pares.

Este é o cabeamento estruturado, pois pode trafegar a qualquer velocidade, desde 0,1MHz à 100MHz, atendendo todas as categorias: cat. 3 (10 Mhz), cat. 4 (até 20 Mhz), substituída pela cat. 5 (100 Mhz).

Desta forma, o cabeamento de uma empresa se resume em:

1 - Rede Principal ou Back Bone, em fibra óptica.

2 - Rede Horizontal, em cabo UTP cat. 5.

Com esta Topologia é possível interligar pilhas de Hubs (100MHz) ou Switch, e manter a velocidade de 100Mb/s até o servidor, sem gargalo.

Volta

Outros Meios de Transmissão

Além dos três meios de transmissão já mencionados, existem outros meios de transmissão, embora menos utilizados em redes locais. Um destes meios é a rádio difusão.

Aplicações de rádio difusão em redes locais ainda são experimentais e seus custos bastante elevados. Por sua natureza, é adequado tanto para ligação ponto a ponto quanto para ligações multipontos. Seu emprego é particularmente importante para comunicações entre computadores e o ambiente de rede local móvel.

Rádio difusão também é utilizada em aplicações onde a confiabilidade do meio de transmissão é requisito indispensável. Um exemplo drástico seria em aplicações bélicas, onde, por exemplo, o rompimento de um cabo poderia paralisar todo o sistema de defesa.

Nas ligações entre redes locais rádio difusão também têm papel relevante, especialmente se as redes distantes e a taxa de fluxo de dados entre elas precisa ser elevada. Neste caso, circuitos telefônicos podem ser inadequados e a rádio difusão pode ter a largura de faixa exigida.

Radiação infravermelha e microondas são outros meios possíveis de comunicação, mas raramente utilizados em redes locais.

Quadro Comparativo dos Meios de Transmissão

Características / Meio

Par Trançado

Cabo Coaxial "Base Band"

Cabo Coaxial "BroadBand"

Fibra Ótica

Tipo de Sinalização

Digital

Digital

Analógica

Transmissão de luz

Disponibilidade de Componentes

Alta disponibilidade

Limitada

Alta disponibilidade

Bastante limitada

Custo de Componente

Mais baixo de todos

Baixo

Médio

Alto

Complexidade de Interconexão

Mais baixo de todos

Baixa

Média

Alta

Facilidades para Ligação Multiponto

Baixa

Média

(100 s nós)

Alta

(1000 s nós)

muito Baixa

Topologias Adequadas

Todas

Todas

Barra

Estrela e Anel

Números de Nós (típico em ligação multiponto)

10 s

10 s a 100 s

100 s / canal

2 (ponto a ponto)

Relação Sinal/Ruído

Baixa

Média

Média

Alta

Distância Máxima de Transmissão/Velocidade Típica

Poucas centenas de metros

1Mbps

1,0 Km

10 Mbps

10 s de Km

20 Mbps

10 s de Km

10 Mbps

Volta

Interligando Segmentos de Rede Local

Os sinais são transportados por distâncias limitadas antes de perderam energia. De um mode geral, em uma rede Ethernet, um sinal pode ser transportado em uma distância de até 300 metros; em um sistema Token Ring, em até 180 metros. As redes utilizam repetidores, pontes roteadores e gateways para gerar e retransmitir sinais transportados em longas distâncias e para estabelecer comunicações com outras redes locais e remotas.

Repetidores

Os repetidores fazem o que o próprio nome sugere: repetem sinais elétricos entre seções de cabos da rede. Os repetidores retransmitem sinais em ambas as direções indiscriminadamente. Dispositivos mais modernos, como pontes e roteadores, analisam as mensagens transportadas pelos sinais para determinar se é realmente necessário transmitir cada mensagem para o próximo segmento.

Pontes

As pontes permitem combinar duas redes locais, além de admitir que estações de uma rede local acessem recursos de outra rede local. As pontes utilizam protocolos de controle de acesso ao meio físico (MAC) na física da rede. Através desse recurso, é possível ligar meios físicos diferentes entre si, como os cabos de fibra ótica e os cabos coaxiais 802.3, desde que as duas partes utilizem o mesmo protocolo de camada MAC (como Ethernet).

Roteadores

Os roteadores operam na camada de rede do modelo OSI. Sua função é examinar o endereço de cada mensagem e decidir de que lado da ponte está o destinatário. Se a mensagem não precisar ser transportada pela ponte e, por algum motivo, venha a criar tráfego na rede estendida, o roteador não irá enviá-la. Os roteadores podem traduzir sinais enviados por vários cabos e esquemas de sinalização. Por exemplo, um roteador pode receber suas mensagens através da Ethernet e colocá-las em uma rede com comutação de pacotes operando através de modems conectados a linhas telefônicas privativas de alta velocidade.

Gateways

Os gateways, que são executados na camada de sessão do modelo OSI, permitem a comunicação entre redes que executam protocolos completamente incompatíveis entre si. Em geral, redes baseadas em PCs, os gateways ligam os PCs a equipamentos host, como mainframes IBM.

Volta

Arquitetura de Protocolos

Visão Geral do Modelo ISO OSI

O modelo OSI (Open System Interconect) foi criado em 1977 pela ISSO (International Organization for Standardization) com o objetivo de criar padrões de conectividade para interligar sistemas de computadores locais e remotos. Os aspectos gerais da rede estão divididos em 7 camadas funcionais, facilitando assim a compreensão de questões fundamentais sobre a rede.

A tabela apresentada mostra o modelo ISO/OSI e a atuação dos produtos de comunicação em cada uma das camadas deste modelo, em uma divisão muito clara das camadas de um sistema de comunicação. Este é um grande auxílio para o entendimento dos diversos protocolos de mercado.

7

Aplicação

6

Apresentação

5

Sessão

4

Transporte

3

Rede

2

Enlace

1

Física

 

O objetivo de uma estrutura de protocolo em níveis é delimitar e isolar funções de comunicações a camadas.

Os dados transferidos em uma comunicação de um dado nível não são enviados diretamente (horizontalmente) ao processo do mesmo nível em outra estação, mas "descem" verticalmente através de cada nível adjacente da máquina transmissora até o nível físico (onde na realidade há a única comunicação horizontal entre máquinas), para depois "subir" verticalmente através de cada nível adjacente da máquina receptora até o nível de destino.

A arquitetura da rede é formada por níveis, interfaces e protocolos.

Nível Físico (ou Camada)

Fornece as características mecânicas, elétricas, funcionais e de procedimento para ativar, manter e desativar conexões físicas para a transmissão de bits entre entidades de nível de ligação possivelmente através de sistemas intermediários.

Uma unidade de dados do nível físico consiste de um bit, em uma transmissão serial, ou "n" bits em uma transmissão paralela.

Ao projetista deste protocolo cabe decidir como representar 0’s e 1’s, quantos microsegundos durará um bit, se a transmissão será "half-duplex" ou "full-duplex", como na conexão será estabelecida e desfeita, quantos pinos terá o conector da rede e quais seus significados, bem como outros detalhes elétricos e mecânicos.

A função do nível físico é a de permitir o envio de uma cadeia de bits pela rede sem se preocupar com o significado destes bits ou como são agrupados.

Nível de Ligação

O objetivo deste nível é detectar e opcionalmente corrigir erros que por ventura ocorram no nível físico. O nível de ligação vai assim converter um canal de transmissão não confiável em um canal confiável para o uso do nível de rede.

Quatro métodos são utilizados na delimitação dos quadros: contagem de caracter, transparência de caracter, transparência de bits e detecção de quadros pela presença ou ausência de sinal no meio físico.

Em geral todos os protocolos de nível de ligação incluem bits de redundância em seus quadros para detecção de erros, mas não a sua correção.

O objetivo deste nível é fornecer ao nível de transporte uma independência quanto a considerações de chaveamento e roteamento associados com o estabelecimento e operação de uma conexão de uma rede.

O nível de rede necessariamente não garante que a cadeia de bits chegue ao seu destino. Pacotes podem ser perdidos ou mesmo reordenados. De forma a fornecer um comunicação fim a fim verdadeiramente confiável é necessário um outro nível de protocolo, que é justamente o nível de transporte. Este nível vai assim isolar dos níveis superiores a parte de transmissão da rede.

As principais funções deste nível de protocolo é gerenciamento do estabelecimento e desativação de uma conexão, o controle de fluxo e a multiplicação das conexões.

Além das funções mencionadas, podemos ainda citar como funções deste nível o controle de seqüência fim a fim, a detecção e recuperação de erros fim a fim, a segmentação e blocagem de mensagens, entre outras.

Volta

Meios de Transmissão

Meio de transmissão é a conexão física entre as estações da rede. Geralmente eles diferem com relação à faixa passante, potencial para conexão ponto a ponto ou multiponto, limitação geográfica devido à atenuação característica do meio, imunidade a ruído, custo disponibilidade de componentes e confiabilidade.

A escolha do meio de transmissão adequado às aplicações é extremamente importante não só pelos motivos mencionados acima, mas também pelo fato de que ele influencia diretamente no custo das interfaces com s rede.

Qualquer meio físico capaz de transportar informações eletromagnéticas é possível de ser usado em redes locais. Os mais comumente utilizados são o par trançado, o cabo coaxial e a fibra ótica. Sob circunstâncias especiais radiodifusão, infravermelho e microondas também são escolhas possíveis.

Volta

Servidores

Uma das funções básicas das redes locais é o compartilhamento de recursos caros e especializados (quer equipamentos, programas, base de dados, ou vias de comunicação), isto é: serviços, entre os vários usuários da rede.

Qualquer estação de uma rede local (servidores) pode oferecer serviço a outras estações (clientes). Vários serviços são típicos para cada aplicação e estações de propósito específico são projetadas de forma a melhor oferecê-los. Tais servidores são distinguidos das outras estações apenas pelo sosftware que os suportam e algum hardware especial que contenham. Entre os serviços mais oferecidos podemos citar: o armazenamento de arquivos, a gerência de banco de dados, o suporte para impressão, a tradução de nomes simbólicos em endereços físicos, concentrador de terminais, o suporte a telex, a monitoração de redes, a criptografia, o correio eletrônico, o suporte teletext, gateways para outras redes e outras funções de hardware e software.

Servidores podem ser também clientes de outros servidores da rede. Por exemplo, o servidor de impressão pode ser cliente de um servidor de arquivo ao fornecer serviços aos seus próprios clientes. Serviço de correio eletrônico é um outro exemplo de servidor que muitas vezes é realizado utilizando os serviços de armazanamento de arquivos de um outro servidor.

Servidores de Arquivos

O Servidor de Arquivo tem como função oferecer aos seus clientes o serviço de armazenamento e acesso a informações e de compartilhamento de disco. Controlam unidades de disco ou outras unidades de armazenamento, sendo capazes de aceitar pedidos de transações das estações clientes e atendê-los utilizando os seus dispositivos de armazenamento.

Um Servidor de Arquivo Geral é aquele que é capaz de aceitar transações independente do sistema operacional do cliente, ou seja, independente da estrutura de arquivos da estação cliente. Neste caso, existe um sistema de arquivo padrão da rede, utilizado pelo servidor de arquivos, nos quais os vários arquivos das demais estações da rede devem ser convertidos (pelos protocolos a nível de apresentação) para comunicação com o Servidor. Sendo adotada esta solução, todos os arquivos da rede são potencialmente acessíveis a todas as estações, independente das estruturas de arquivos individuais.

Servidor de Impressão

O Servidor de Impressão tem como finalidade oferecer serviços de impressão a seus clientes. Um Servidor de Impressão típico tem vários tipos de impressoras acoplados, cada um adequado à qualidade ou rapidez de uma aplicação particular.

Existem vária formas de se implementar um Servidor de Impressão. A forma mais simples é baseada na pré-alocação da impressora. Neste caso uma estação cliente envia um pedido ao Servidor, manifestando o desejo de uso de uma impressora específica. Caso esta impressora esteja disponível, ela então é alocada ao cliente até que este a libere (ou, então, até que se esgote o tempo máximo da utilização, conforme negociação na alocação). Caso a impressora não esteja disponível o cliente é avisado e colocado, se é de seu desejo em uma fila de espera.

Uma outra forma de implementarmos um Servidor de Impressão é utilizando a técnica de "spooling". Neste caso a estação ao invés de pedir a alocação de uma impressora, envia diretamente ao Servidor o texto a ser impresso. Este texto é colocado em uma fila de espera, sendo impresso quando a impressora estiver disponível.

Servidor de Comunicação

Consiste em uma estação especial de frente que será responsável pela realização de todos os procedimentos de acesso à rede, bem como da interface com os dispositivos usuários, de forma a permitir o uso da rede por estes.

Servidor Gateway

São estações da rede que oferecem serviço de comunicação com outras redes para seus clientes. A ligação entre redes pode ser realizada via repetidores ou pontes, mas quando e trata de interligação de redes distintas o uso de Gateway se torna indispensável.

Servidor de Rede

Monitoração do tráfego, do estado, do desempenho de uma estação da rede, assim como a monitoração do meio de transmissão e outros sinais é necessária para o gerenciamento da rede de forma a possibilitar a detecção de erros, diagnose e resoluções de problemas da rede, tais como falhas, desempenho e etc.

Servidor Teletex

É um serviço internacional de telecomunicações que permite aos assinantes trocarem documentos com alto grau de automação, velocidade e precisão, entre equipamentos de escritórios para tratamento de texto, tais como máquinas de escrever eletrônicas e processadores de palavras, que estejam equipados com recursos de transmissão e recepção.

Volta

TOPOLOGIA

Uma rede local pode ser distinguida de uma outra através das aplicações pretendidas e serviços oferecidos, da topologia da rede, do meio de transmissão e da sua arquitetura de protocolo.

As Redes Locais foram desenvolvidas para das suporte a vários tipos de aplicações, incluindo entre elas: aplicações para transmissão de dados e/ou voz e/ou vídeo, comunicações entre terminais e computadores, comunicações entre computadores, controle de processos e automação de escritório, entre outras.

Qualquer que seja a aplicação, vários fatores devem ser levados em consideração, dentre eles: dispersão geográfica, ambiente de operação, número máximo de nós, separação máxima e mínima entre os nós, tempo de resposta, tipo de informação transmitida, tipo de interação entre dispositivos, taxa máxima de informação transmitida, confiabilidade exigida, tipo de tráfego (regular ou rajada) e outros fatores a cada aplicação.

Tipos de Aplicações

As Redes Locais têm em geral três domínios de aplicações quanto a cobertura geográfica: uma única sala(por exemplo, para compartilhamento de dispositivos especiais entre vários computadores), dentro de um edifício(por exemplo, na integração de um serviço de escritório), ou mesmo uma área coberta por vários edifícios(por exemplo, um campus universitário, uma fábrica, ou uma pequena cidade). A dispersão geográfica, como veremos, é fundamental na escolha da topologia e meio de transmissão, sendo um fator importante também em alguns tipos de protocolo.

O ambiente de operação influencia também na escolha do meio de transmissão e topologia. Ambientes ruidosos e com problemas de segurança têm requisitos mais fortes quanto a escolha. A ocorrência de erros devido a ruídos exigirá também dos protocolos mecanismos de detecção e recuperação, em alguns casos.

O número máximo de nós, a separação máxima e mínima entre nós e a taxa máxima de informação transmitidas também influenciam na escolha do meio de transmissão e da topologia da rede. Em alguns tipos de topologia a ligação ao meio de transmissão é outro fator limitante ao número de nós que uma rede pode suportar à separação máxima e mínima entre eles. A escolha do protocolo de acesso é também diretamente influenciada por estes fatores. Alguns protocolos, por exemplo, levam em conta a distância máxima entre nós para seu perfeito funcionamento.

A exigência de tempo de resposta máximo limitado bem como o tipo de tráfego exigido será de fundamental importância na escolha do protocolo de acesso. Para aplicações de controle de processos e outras aplicações em tempo real, a garantia de tempo de resposta limitado é uma característica desejável. Infelizmente, em qualquer aplicação existe sempre uma possibilidade de um erro de transmissão, que causará uma não limitação no tempo de resposta em qualquer caso. Em muitas aplicações entretanto, é importante que este problema não seja causado pelo tipo de protocolo utilizado.

O tráfego em geral varia desde rajadas de alguns poucos dados de grandes mensagens até quantidades volumosas de dados sendo transmitidos continuamente, como é o caso de algumas aplicações que exigem a comunicação a computador.

A confiabilidade exigida será fundamental tanto na escolha do meio de transmissão, quanto da topologia e protocolo de acesso.

O tipo de informação transmitida pode ser dados, vídeo e voz. Os diversos tipos de transmissão vão diferir em termos de freqüência, quantidade de informação transmitida, natureza analógica ou digital, requisitos de tempo real e de isenção de erros etc. Transmissão de dados entre dispositivos em geral deve ser isenta de erros requerendo retransmissão através da estrutura do protocolo, quando estes erros são detectados. Transmissão de voz e vídeo, em geral, devem ser efetivadas sem interrupção em tempo real e tem uma tolerância a erros, até certo ponto. Integração de tráfegos heterogêneos em um sistema comum é desejável por razões econômicas e pela simplicidade de operação. Integração vai oferecer a possibilidade de um compartilhamento dinâmico das facilidades de transmissão e de chaveamento, além de dar suporte as novas aplicações, tais como teleconferência, que requer acesso aos diferentes tipos de informação: voz, dados e vídeo. O tipo de informação transmitida será determinante na escolha do meio de transmissão e do protocolo à rede, podendo chegar ao ponto de exigir circuitos dedicados para comunicação ponto a ponto.

O tipo de interação entre dispositivos impõem diferentes requisitos à rede. Aplicações para comunicação computador/terminal são geralmente orientadas a transações com tráfego do tipo rajada. O envolvimento de operadores humanos exige um serviço do tipo conversacional com velocidade razoavelmente baixa. O objetivo maior desta aplicação é fornecer aos usuário de terminais geograficamente dispersos acesso a bancos de dados e a fonte computadora. Aplicações para comunicação computador/computador(transferências de arquivos, processamento distribuído, etc.) exigem velocidade de comunicação maiores, e possuem um tráfego mais intenso, algumas vezes regular.

Topologia

Conforme definido, Redes Locais constituem-se de um conjunto de estações(nós) interligadas por um sistema de comunicação. Este sistema se comporá de um arranjo topológico interligando os vários nós e de um conjunto de regras de forma a organizar a comunicação. Dentre as topologias mais usuais encontram-se a estrela, o anel e a barra comum.

Topologia em Estrela

Neste tipo de topologia cada nó é interligado a um nó central(mestre), através do qual todas as mensagens devem passar. Tal nó age, assim, como centro de controle da rede, interligando os demais nós(escravos) que usualmente podem se comunicar apenas com um outro nó de cada vez. Isto não impede que haja comunicações simultâneas, desde que as estações envolvidas sejam diferentes.

Várias redes em estrela operam em configurações onde o nó central tem tanto a função de gerência de comunicação como facilidades de processamento de dados. Em outras redes o nó central tem como única função o gerenciamente das comunicações.

Esta topologia não necessita de roteamento, uma vez que concentram todas as mensagens no nó central. O gerenciamento das comunicações por este nó pode ser por chaveamento de pacotes ou chaveamento de circuitos. No primeiro caso, pacotes são enviados do nó fonte para o nó central que o retransmite então ao nó de destino em momento apropriado. Já no caso de chaveamento de circuitos, o nó cantral, baseado em informações recebidas, estabelece uma conexão elétrica ou realizada por software, entre o nó fonte e nó de destino, conexão esta que existirá durante toda a conversação. Neste último caso, se já existir uma conexão ligando duas estações, nenhuma outra conexão pode ser extabelecida para estes nós. Redes de chaveamentos computadorizadas - CBX("Computerized Branch Exchange") - são exemplos deste último tipo de rede, onde a função de chaveamento é realizada por um PABX("Privat Automatic Branch Exchange").

OBS: As CBX’s são apropriadas tanto para o tráfego de voz quanto para o de dados entre terminais e terminais e computadores.

Como mencionado, nó central pode realizar funções além das de chaveamento e processamento normal. Por exemplo, o nó central pode realizar a compatibilidade da velocidade de comunicação entre o transmissor e o receptor. Os dispositivos fonte e destino podem até operar com protocolos e/ou conjunto de caracteres diferentes. O nó central atuaria neste caso como um conversor de protocolos permitindo a um sistema de um fabricante trabalhar satisfatoriamente com um outro sistema de um outro fabricante. Poderia ser também função do nó central fornecer algum grau de proteção de forma a impedir pessoas não autorizadas de utilizar a rede ou ter acesso a determinados sistemas de computação. Outras, como operações de diagnósticos de rede, por exemplo, poderiam também fazer parte dos serviços realizados pelo nó mestre.

A configuração em estrela é em alguns aspectos parecida com os sistemas de barra comum centralizados os requisitos de comunicação são entretanto menos limitados, uma vez que a estrela permiti mais de uma comunicação simultânea. A confiabilidade das ligações também é maior, pois uma falha na barra de comunicação em uma estrela só colocaria a estação escrava correspondente fora de operação. Por outro lado, o nó central é mais complexo, uma vez que deve controlar vários caminhos de comunicação concorrentemente.

Confiabilidade é um problema nas redes em estrela. Falhas em um nó escarvo apresentam um problema mínimo de confiabilidade, uma vez que o restante da rede ainda continua em funcionamento. Falhas no nó central, por outro lado, podem ocasionar a parada total do sistema. Redundâncias podem ser acrescentadas, porém as dificuldades de custo em tornar o nó central confiável pode mais do que mascarar o benefício obtido com a simplicidade das interfaces exigidas pelas estações secundárias.

Outro problema da rede em estrela é relativo a modularidade. A configuração pode ser expandida até um certo limite imposto pelo nó central: em termos de capacidade de chaveamento, números de circuitos concorrentes que podem ser gerenciados e número total de nós que podem ser servidos. Embora não seja freqüentemente encontrado é possível a utilização de diferentes meios de transmissão para ligação de nós escravos ao nó central.

O desempenho obtido em uma rede em estrela depende da quantidade de tempo requerido pelo nó central para processar e encaminhar uma mensagem, e da carga de tráfego na conexão, isto é, o desempenho é limitado pelo capacidade de processamento do nó central. Um crescimento modular visando o aumento do desempenho torna-se a partir de certo ponto impossível, tendo como única solução a substituição do nó central.

Volta

Topologia em Anel

Uma rede em anel consiste de estações conectadas através de um caminho fechado, evitando os problemas de confiabilidade de uma rede em estrela. O anel não interliga as estações diretamente, mas consiste de uma série de repetidores ligados por um meio físico, sendo cada estação ligada a estes repetidores.

Redes em anel são capazes de transmitir e receber dados em qualquer direção. As configurações mais usuais, no entanto, são unidirecionais o projeto dos repetidores mais simples e tornar menos sofisticados os protocolos de comunicação que asseguram a entrega da mensagem corretamente e em seqüência ao destino, pois sendo unidirecionais evita o problema do roteamento. Os repetidores são em geral projetados de forma a transmitir e receber dados simultaneamente, diminuindo assim o retardo de transmissão e assegurando um funcionamento do tipo "full-duplex".

Quando uma mensagem é enviada por um nó, ela entra no anel e circula até ser retirada pelo de nó de destino, ou então até voltar ao nó fonte, dependendo do protocolo empregado.

Os maiores problemas com topologia em anel são sua vulnerabilidade a erros e pouca tolerância a falhas. Qualquer que seja o controle de acesso empregado, ele pode ser perdido por problemas de falhas e pode ser difícil determinar com certeza se este controle foi perdido ou decidir qual nó deve recriá-lo. Erros de transmissão e processamento podem fazer com que uma mensagem continue eternamente a circular no anel.

A topologia em anel requer que cada nó seja capaz de remover seletivamente mensagens da rede ou passá-las à frente para o próximo nó. Isto vai requerer um repetidor ativo em cada nó e a rede não poderá ser mais confiável do que estes repetidores. Uma quebra em qualquer dos enlaces entre os repetidores irá parar toda a rede até que problema seja isolado e um novo cabo instalado. Falhas no repetidor ativo também podem causar a parada total do sistema.

Uma outra solução seria considerar a rede local como consistindo de vários anéis, e o conjunto dos anéis conectados por uma ponte("bridge"). Esta encaminha os pacotes de dados de uma sub-rede a outra com base nas informações de endereçamento do pacote. Do ponto de vista físico, cada anel operaria independentemente.

 

A modularidade de uma rede em anel é bastante elevada devido ao fato de os repetidores ativos regenerarem as mensagens. Redes em anel podem atingir grandes distâncias(teoricamente o infinito). Existe, no entanto, uma limitação prática do número de estações em um anel. Este limite é devido aos problemas de manutenção e confiabilidade citados anteriormente e ao retardo cumulativo do grande número de repetidores.

Por serem geralmente unidirecionais, redes com esta topologia são ideais para utilização de fibra ótica. Existem algumas redes que combinam seções de diferentes meios de transmissão sem nenhum problema, como é o caso do ANEL DE CAMBRIDGE.

Volta

Topologia em Barra

Topologia em barra comum se caracteriza pela ligação de estações (nós) ao mesmo meio de transmissão. A barra é geralmente compartilhada no tempo ou na freqüência, permitindo a transmissão de informação. Ao contrário das outras topologias que são configurações ponto a ponto (isto é, cada enlace físico de transmissão conecta apenas dois dispositivos), a topologia em barra tem uma configuração multiponto (isto é, mais do que dois dispositivos estão conectados ao meio de comunicação).

 

Nas redes em barra comum cada nó conectado à barra pode ouvir todas as informações transmitidas.

Existe uma variedade de mecanismos para o controle de acesso à barra, que pode ser centralizado ou descentralizado. A técnica adotada para cada acesso à rede (ou a banda de freqüência de rede no caso de redes em banda larga) é a multiplexação no tempo. Em um controle centralizado, o direito de acesso é determinado por uma estação especial da rede. Em um ambiente de controle descentralizado, a responsabilidade é distribuída entre todos os nós.

Diferente da topologia em anel, toplogias em barra podem empregar interfaces passivas, nas quais falhas não causam a parada total do sistema. A confiabilidade deste tipo de topologia vai depender em muito da estratégia de controle. O controle centralizado oferece os mesmos problemas de confiabilidade de uma rede em estrela, com atenuante de que, aqui a redundância de um nó pode ser outro nó comum da rede. Mecanismos de controle descentralizados semelhantes aos empregados na topologia em anel podem também ser empregados neste tipo de topologia, acarretando os mesmos problemas quanto a detecção da perda do controle e sua recriação.

A ligação ao meio de transmissão é um ponto crítico no projeto de uma rede local em barra comum. A ligação deve ser feita de forma a alterar o mínimo possível as caracterícas elétricas do meio. O meio por sua vez deve terminar em seus dois extremos por uma carga igual a sua impedância característica, de forma a evitar reflexões exporias que interfiram com o sinal transmitido. O poder de crescimento, tanto no que diz respeito a distância máxima entre dois nós da rede quanto ao número de nós que a rede pode suportar, vai depender do meio de transmissão utilizado, da taxa de transmissão e da quantidade das ligações ao meio. Conforme se queira chegar a distâncias maiores que a máxima permitida em segmento de cabo, repetidores serão necessários para assegurar a qualidade do sinal. Tais repetidores, por serem ativos, apresentam um ponto de possível diminuição da confiabilidade da rede.

O desempenho de um sistema em barra comum é determinado pelo maio de transmissão, número de nós conectados, controle de acesso, tipo de tráfego e outros fatores. Por empregar enterfaces passivas, a inexistência de armazenamento local de mensagens e a inexistência de retardos no repetidor não vão degradar o tempo de resposta, que contudo, pode ser altamente dependente do protocolo de acesso utilizado.

Volta

Outras Topologias

Dentre ouras topologias ainda podemos citar as topologias em árvore e a estrutura de grafos ou parcialmente ligadas.

A topologia em árvore é essencialmente uma série de barras interconectadas. Geralmente existe uma barra central onde outros ramos menores se conectam. Esta ligação é realizada através de derivadores e as conexões das estações realizadas do mesmo modo que no sistema de barra padrão.

Cuidados adicionais devem ser tomados nas redes em árvores, pois cada ramificação significa que o sinal deverá se propagar por dois caminhos diferente. A menos que estes caminhos estejam perfeitamente casados, os sinais terão velocidades de propagação diferentes e refletirão os sinais de diferente maneiras. Em geral, redes em árvore, vão trabalhar com taxa de transmissãomenores do que as redes em barra comum, por estes motivos.

A topologia mais geral de redes locais é a estrutura de grafos. Desta derivam as redes completamente ligadas, as redes parcialmente ligadas, em estrela e as redes em anel.

 

Redes interligadas ponto a ponto crescem em complexidade com o aumento do número de estações conectadas. Neste sistemas não é necessário que cada estação esteja ligada a todas as outras (sistemas completamente ligados). Devido ao custo das ligações é mais comum o uso de sistemas parcialmente ligados baseados em chaveamento de circuitos de mensagens ou de pacotes. O arranjo das ligações são normalmente baseados no tráfego da rede. A generalidade introduzida neste tipo de topologia visa a otimização do custo do meio de transmissão. Devido a isto tal topologia é normalmente empregada em redes de longas distância (geograficamente distribuídas).

Em redes locais meios de transmissão de alta velocidade e privados podem ser utilizados, pois têm um custo baixo, devido as limitações das distâncias impostas. Tal topologia não tem tanta aplicação neste caso, por introduzir mecanismos complexos de decisões de roteamento em cada nó da rede, causado por sua generalidade. Tais mecanismos iriam introduzir um custo adicional nas interfaces de rede que tornariam seu uso proibitivo quando comparado com o custo das estações.

Estruturas parcialmente ligas têm o mesmo problema de confiabilidade das estruturas em anel. O problema , no entanto, é aqui atenuado devido a existência de caminhos alternativos em caso de falha de um repetidor. A modularidade desta topologia é boa desde que os dois ou mais nós com os quais um novo nó a ser incluído se ligaria possam suportar o aumento do carregamento.

Volta

Quadro comparativo das diversas topologias

Topologia /

Características

ESTRELA

ANEL

BARRA COMUM

GRAFOS

Simplicidade Funcional

a melhor de todas

razoável

razoável, um pouco melhor do que o anel

extremamente complexa

Roteamento

inexistente

inexistente no anel unidireciona, simples nos outros tipos

inexistente

bastante complexo

Custo de Conexão

alto (incluindo o custo do nó central)

baixo para médio

baixo

muito alto

Crescimento Incremental

limitado a capacidade do nó central

teoricamente infinito

alto

alto

Aplicação Adequada

aquelas envolvendo processamento central de todas as mensagens

sem limitação

sem limitação

sem limitaçõ

Desempenho

baixo, todas as mensagens têm de passar pelo nó central

auto, possibilidade de mais de uma mensagem ser transmitida ao mesmo tempo

médio

alto. pode se adaptar ao volume de tráfego existente

Confiabilidade

pouca confiabilidade

boa, desde que sejam tomados cuidados adicionais

a melhor de todas. interface passiva com o meio

boa, devido a existência de caminhos alternativos

Retardo de Transmissão

médio

baixo, podendo chegar a não mais que 1 bit por nó

o mais baixo de todas

alto

Limitação

Quanto ao Meio de Transmissão

nenhuma. ligação ponto a ponto

nenhuma. ligação ponto a ponto

por ter a ligação multiponto sua ligação ao meio de transmissão pode ser de custo elevado, como é o caso da fibra ótica

nenhuma. ligação ponto a ponto

Volta

Padrões de rede

Ethernet

A rede Ethernet é a mais conhecida dentre as atualmente utilizadas, e , está no mercado há mais tempo do que as outras tecnologias de rede. A redução dos preços e uma relativa alta velocidade de transmissão de dados fomentaram a ampla utilização da Ethernet.

Ela poderá ser utilizada com topologia barramento (Coaxial) ou Estrela (Par trançado com HUB).

Neste tipo de rede, cada PC "ouve" o tráfego na rede e se não ouvir nada, eles transmitem as informações. Se dois clientes transmitirem informações ao mesmo tempo, eles são alertados sobre à colisão , param a transmissão e esperam um período aleatório para cada um antes de tentar novamente, este método é conhecido como Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection (CSMA/CD) . Vejamos um exemplo prático:

Vamos supor que você deseje armazenar uma planilha no winchester de uma outra máquina. Pelo método ethernet , a primeira coisa que sua placa de rede faz é escutar o que está acontecendo no cabo para determinar se, no momento, há alguém utilizando o cabo para transmitir dados. Essa é a parte carrier sense do CSMA/CD.

Aqui há duas possibilidades. Ou a rede, no momento, está ocupada, ou não está. Se a rede estiver ocupada sua placa continua tentando até que ela esteja livre. Uma vez que detecte que não existem dados trafegando então ela envia a planilha para o outro PC.

Em caso de colisão os dados são perdidos é cada um dos envolvidos na colisão aguardam o período para retransmitir não havendo perdas para o usuário.

A medida que o número de estações aumentam, aumentam também o número de colisões.

Volta

Token Ring

O método de acesso de token ring ( passagem de permissão) utiliza um método circular para determinar qual estação tem permissão para transmitir. O token ring opera em topologia em anel e garante que todas as estações da rede tenham chance de transmitir dados. Ele alcança esse objetivo utilizando um padrão especial de bit conhecido como token ou permissão.

Em uma rede token ring, seu computador pacientemente monitora a rede até que ele veja um padrão especial de bits denominado permissão. Ao ver a transmissão ele envia um pacote de dados. Este pacote de dados viaja pelo anel e o destinatário recebe na passagem. Quando o pacote retornar ao transmissor ele passa o token para a próxima estação. Este processo se repete infinitamente. Os tempos necessários são medidos em frações de segundos.

Volta

Protocolos de rede

Protocolos são basicamente a parte do sistema operacional da rede encarregada de ditar as normas para a comunicação entre os dispositivos. Vários são os tipos de protocolos, aqui explicaremos os mais utilizados.

TCP/IP

Transfer Control Protocol/Internet Protocol. Ele foi desenvolvido para ser um protocolo roteável, e serve como padrão para redes de longa distância (WAN’s) e para acesso a internet.

IPX/SPX

Significa Internet Packet Exchange/Sequence Packet Exchange. Ele foi desenvolvido para suportar redes NetWare, e suporta redes de tamanho pequeno e médio e também tem a capacidade básica de roteamento.

NetBeui

Significa Network Basic End User Interface. Ele suporta pequenas LAN’s é rápido e simples. Porém, tem uma estrutura arquitetônica inerente que limita sua eficiência à medida que a rede se expande.

Obs.:Quando instalar uma rede, você terá a opção de instalar qualquer um ou todos esses transportes, instalar protocolos sem necessidade poderá deixar o equipamento mais lento nas comunicações em rede.

Selecione o IPX/SPX durante a instalação do Windows, ele é simples de definir e oferece um desempenho melhor do que o NetBeui. Ele também deverá ser instalado caso na rede haja a necessidade de comunicação com uma rede NetWare.

O protocolo NetBeui apenas deverá ser instalado caso haja a necessidade de comunicação com redes antigas (LAN manager).

Selecione TCP/IP se você necessita imediatamente estabelecer uma comunicação com a internet ou intranet. Você irá precisar definir parâmetros de provedor, IP etc.

Experimente seguir pela tabela a seguir:

Aplicativo

NetBeui

IPX/SPX

TCP/IP

Integrar com NetWare

 

X

 

Conectar a Internet

   

X

Trabalhar com UNIX

   

X

Roteamento (WAN)

   

X

Rede grande

   

X

Rede pequena

X

X

X

Volta

O software da rede

O Sistema operacional de rede para a finalidade do curso são os da Microsoft baseado em Windows (NT,95). O software de rede controla o as operações entre os equipamentos, permite controlar quem tem acesso a ele e regula o fluxo de informações entre cada usuário para o uso dos recursos entre todos. É uma grande tarefa.

Parte do software de uma rede é o redirecionador da rede, assim chamado porque ele direciona e redireciona comandos que se encontram flutuando pela rede. O redirecionador agarra todos os comandos e examina-os para ver se um comando é alguma coisa da qual o equipamento deveria cuidar.

Protocolos também fazem parte do sistema operacional. Os protocolos são essencialmente um conjunto de regras de comportamento que devem ser seguidas para que existe uma comunicação efetiva entre os componentes.

Transportes são componentes de software menos importantes (no nosso caso) do sistema operacional. Eles cuidam da intercomunicação entre dois ou mais modelos de rede de fabricantes diferentes. Por exemplo, digamos que já tenhamos uma rede Novell em funcionamento e necessitamos adicionar um cliente Windows 95, isto seria resolvido adicionando um serviço para esta conecção.

Volta

O Windows 95

O Sistema Operacional Microsoft Windows 95 é a versão mais nova entre sistemas operacionais desktop da Microsoft. Ele substituiu o MS-DOS, Windows 3.1 e Windows for Workgroup.

O Windows 95 foi projetado para fornecer aos administradores e profissionais de suporte de sistemas uma série de ferramentas avançadas e recursos para melhor gerenciar seus computadores e reduzir os custos com suporte em empresas. Além disto, o Windows 95 oferece um amplo conjunto de recursos e uma interface com o usuário aprimorada para aumentar a produtividade.

Com seus novos recursos para trabalho em rede, o Windows 95 acaba com os antigos problemas encontrados em se instalar uma rede local, tornando mais fácil a instalação e manutenção.

Na verdade todos os recursos necessários para a instalação de uma rede já estão disponíveis no Windows 95, ficando para o administrador, tratar de assuntos como compartilhamento de recursos, cadastro de novos usuários, etc.

Entre os recursos deste sistema operacional temos;

Volta

A rede Windows 95

Conectividade fácil, avançada e estável.

O Windows 95 dispõe de componentes de 32 bits de interligação em rede que permite seu funcionamento com a maioria das redes principais – Netware, Windows NT e outros servidores.

Os recursos do Windows 95 para componentes de 32 bits foram projetados para serem executados em um ambiente multitarefa, esses componentes não utilizam memória de modo real e oferecem uma interligação em rede rápida e estável.

O Windows 95 dispõe de versões de 32 bits de protocolos compatíveis com IPX/SPX e TCP/IP. Suporta também uma variedade de outros protocolos e clientes de rede de 16bits.

Através do ambiente de rede (Network neighborhood) os usuários podem localizar os servidores da rede mesmo aqueles de diferentes fornecedores de rede – todos em um único espaço de nome, e com o suporte de nomes de caminho universal UNC (Universal Naming Convention). Acessar recursos da rede é tão fácil quanto acessar ao seu disco rígido.

São os seguintes os componentes a serem instalados:

A placa de rede

Possibilita a conexão do computador a rede, muitas vezes conhecida como Adaptador de rede.

O cliente

Que permite acesso a recursos como pastas e impressoras que foram compartilhados.

O serviço

Que permite compartilhar os recursos entre os usuários da rede.

O protocolo

A linguagem de comunicação entre os micros da rede.

A configuração poderá ser realizada no item Rede do painel de controle.

As duas partes principais da instalação de uma rede são: configuração do hardware e do software.

Antes de prosseguirmos verifique se o hardware (placa de rede) está instalada em seu computador e qual sua configuração. (IRQ e Endereço, isto poderá ser detectado utilizando-se o software da própria placa).

Os 3 passos para configuração no Windows 95

Clique no botão iniciar, configurações e painel de controle.

Clique duas vezes em no ícone rede.

Vamos instalar a placa de rede (Hardware):

Clique em adicionar, Adaptador, e em adicionar, selecione o adaptador NE2000 compatível informe os parâmetros de configuração de acordo com a placa de rede. (Outros adaptadores poderão ser utilizados de acordo com a placa utilizada)

Verifique a presença dos seguintes protocolos:

. NetBeui e IPX/SPX compatível.

Caso estes protocolos não estejam instalados você poderá faze-lo clicando em Adicionar, protocolo.

Clique em Compartilhamento de impressão e arquivos e selecione a marque as duas opções.

Caso nesta máquina não for compartilhar nenhum recurso, esta operação não necessitará de ser executada.

Clique na guia identificação e informe um nome para este computador, este nome irá identifica-lo na rede, informe o nome do grupo de trabalho e uma descrição para este computador.

O grupo de trabalho deverá ser único para um grupo de computadores que tiverem as mesmas características de operação.

Compartilhando recursos

De acordo com o projeto lógico, iniciaremos o compartilhamento de recursos; Dentre os recursos compartilhados temos: Winchester, CD, impressoras, Drivers etc.

O processo de compartilhamento de recursos será idêntico em todos os recursos

Clique com o botão direito no recurso, clique em compartilhamento, informe os dados do compartilhamento: Nome, senha etc. clique em OK e o novo compartilhamento estará estabelecido. A partir de agora, quem possuir a senha acessará o recurso (Se não for informada a senha a mesma não será solicitada).

Todos os componentes de cada máquina da rede deveram ser compartilhados, para isto, acompanhe o projeto lógico pois o mesmo trata deste compartilhamento.

Conexão serial

Um dos novos recursos do Windows 95 é o de comunicação via cabo serial ou paralelo. Isto nos permite criar pequenas redes para troca de arquivos entre equipamentos. Estas redes são utilizadas normalmente para enviar informações de um notebook para um micro de mesa, pois frequentemente encontramos este caso em escritórios cujos funcionários trabalham externamente com notebooks e após coletas informações, estas precisam ser enviadas ao micro do escritório via cabo serial.

Esta opção poderá ser acrescentada pelo ícone, Adicionar ou remover programas no painel de controle.

Seu micro poderá ser configurado como Host (Servidor) ou Convidado (Cliente), esta informação será informada no momento de acionar a comunicação. (Acessórios).

System Monitor

O System Monitor é uma ferramenta do Windows 95 que pode ser utilizada para medir o desempenho do hardware, dos serviços de software e dos aplicativos. Quando você faz alterações na configuração do sistema, o System Monitor apresenta os efeitos de sua alteração no desempenho geral do sistema. O System monitor também poderá ser utilizado para medir o desempenho da rede.

Poderemos instalar o programa (Sysmon) a partir do menu Adcionar/Remover programas do Windows 95.

Windows 95 ( Características avançadas)

Visão do processo de instalação

Ao ser instalado o Windows 95 passa por várias etapas até ser completamente instalado. Conhecer estas etapas nos ajudaram a entender como o Windows 95 funciona.

Paginação e desempenho

Paginação

O Windows 95 utiliza um arquivo especial no seu disco rígido denominado arquivo de transferência de memória virtual (ou arquivo de paginação) . Através da memória virtual o Windows 95, alguns códigos de programa e informações são mantidos na memória RAM, enquanto outros são transferidos para a memória virtual. Quando estas informações são solicitadas novamente, o Windows 95 as transfere de volta para a RAM e, se necessário transfere outras informações para a memória virtual. Esse processo é invisível, embora você possa perceber que seu disco rígido esteja trabalhando. O benefício resultante é que você poderá executar, de uma só vez, mais programas do que seria permitido normalmente pela quantidade de memória RAM que você possui.

O arquivo de transferência do Windows95 é dinâmico , podendo ser compactado ou expandido conforme a necessidade do sistema.

Para garantir o bom desempenho do arquivo de transferência o melhor e mante-lo em uma unidade com muito espaço livre o que permitirá um auto-ajuste conforme a necessidade. Outro ponto a verificar é a velocidade de acesso deste unidade; quanto mais veloz, maior será o desempenho final da paginação.

Desempenho:

No Windows 95, o sistema de arquivos e o desempenho do disco poderão ser controlados com base na forma como o computador for utilizado. A opção para configuração do desempenho do sistema de arquivos é controlada apenas pelo usuário. Pa otimizar o desempenho do sistema de arquivos;

Registry

Os arquivos de registry do Windows 95, fornece um bando de dados exclusivo para armazenar os dados de configurações do aplicativo e do sistema de forma hierárquica. No registry ficaram todas as informações relativas ao equipamento. Trata-se de uma região onde somente alteraremos informações quando de maneira seguro, pois ao alterar dados errados poderemos causar uma pane geral no sistema fazendo com que o Windows não inicialize mais.

Os arquivos que armazenam o registry são: System.DAT; User.DAT, e, o programa utilizado para edita-los é o REGEDIT.EXE.

Existem por questões de segurança, cópias de reserva destes dois arquivos: (*.DA0) eles poderão ser recuperados caso ocorra algum erro nos arquivos originais.

Ao acionar o REGEDIT teremos os seguintes recursos abertos a alterações;

Otimização da impressão

A impressão em uma impressora conectada em um servidor de arquivos ou de impressão é processada de forma diferente, dependendo do sistema operacional do servidor. Se você estiver executando a impressão em uma máquina servidora Windows 95, a renderização do formato EMF para a linguagem específica da impressora acontecerá no servidor. Isso significa que haverá menos trabalho realizado no computador cliente, proporcionando um melhor desempenho para o usuário.

Para definir os parâmetros de impressão e ajustar o desempenho;

Entre os parâmetros que ajudam a melhorar o desempenho está a opção EMF que irá aumentar a velocidade de impressão a medida que o programa e liberado deste trabalho.

Algumas impressoras antigas não suportam este formato. (Consulte o manual do fabricante)

Cartões PCMCIA

A PCMCIA ( Personal Computer Memory Card International Association) criou o padrão utilizado para as placas de interface do tamanho de cartões de crédito. A tecnologia PCMCIA suporta toda a funcionalidade Plug and Play. O Windows 95 fornece instalação automática e drivers para sockets PCMCIA compatíveis. O Windows 95 também suporta drivers de modo Real ou Protegido para estes dispositivos.

O funcionamento de uma placa de rede padrão PCMCIA será idêntico a uma Ethernet, a única diferença será no processo de instalação.

Dial-Up Network e computação móvel

O Dial-Up Network permite que usuários remotos trabalhem como se estivessem conectados diretamente a rede. Estabelecer uma conexão a rede com o Dial-Up funciona da mesma forma que estabelecer uma conexão no escritório – O usuário simplesmente dá dois cliques sobre um recurso da rede.

O usuário remoto utilizará o processo de discagem para acessar a rede e efetuado o logon terá acesso a todos os recursos disponíveis.

O hardware adicional necessário será placa de fax modem para cada um dos envolvidos (Cliente/Servidor). O software cliente Dial-Up está embutido no Windows 95 e o servidor Dial-UP (que recebe as ligações) está disponível no pacote do Plus.

Deveremos instalar os mesmo itens comuns a uma rede local (adaptador, protocolo , serviços), porém, iremos adicionar o servidor Dial-Up do pacote do Plus na maq. Servidora isto fará com que ela funcione como "atendente" das ligações externas.

Na maq. Cliente instalaremos o adaptador Dial-Up na propriedade da rede, isto fará com que este micro disque para o servidor e estabeleça a rede. Opcionalmente poderemos informar senhas de acesso.

Volta

Windows NT

O Windows NT (New Technology) é um ramo separado da família Windows.

O NT possui recursos multitarefas integrais que faltam ao Windows. Isso significa que o computador pode executar diversas tarefas, incluindo comunicações, de uma só vez sem falhas. O pacote do servidor NT também oferece mais segurança do que o Windows. Tanto o Windows como o Windows NT fazem uso extensivo das operações em 32 bits para mover rapidamente os dados dentro do computador.

A maior vantagem do Windows NT é o aumento da velocidade que ele obtém a partir do NTFS (NT File System) da Microsoft, que é o ponto de partida do sistema baseado em FAT (File Allocation Table) original desenvolvido para disquetes há mais de dez anos. Naquela época para PCs eram raros. No início dos anos 80, o aumento de sua popularidade demandou a criação de adaptações (Patches) para DOS que não gerenciavam grandes volumes de dados de forma eficiente. Assim como o NetWare 3.x, o Windows NT pode tratar arquivos enormes de vários gigabytes e tráfego bastante pesado.

Os projetistas podem utilizar o SDK (System Developer’s Kit) Win32 para criar aplicativos tanto para o Windows quanto para o Windows NT.

O SDK permite aos projetistas criarem um programa único que pode ser executado tanto no Windows 95 quanto no Windows NT. No Windows 95 esses produtos podem utilizar um modelo de memória plana de 32 bits que permite aos projetistas moverem dados em blocos maiores e mais eficientes e aproveitar os registros de 32 bits dos processadores 80386,80486 e Pentium.

Um atributo exclusivo do Windows NT foi desenvolvido para servir a usuários de corporações ou do governo pelo fato de proporcionar segurança de dados de acordo com a classificação C2 do governo dos Estados Unidos. Mas essa arquitetura significa que o NT deve manter o controle total, e não pode permitir que os aplicativos tomem atalhos através da comunicação direta com o hardware. Essa consideração também limita a compatibilidade de qualquer aplicativo ou driver que não tenha sido desenvolvido com essas especificações.

O Windows NT possui a capacidade de utilizar multiprocessamento simétrico - significa a alocação de tarefas para duas ou mais CPUs simultaneamente - em hardware de NCR e outras empresas, e inclui drivers de rede TCP/IP. No entanto, se você não precisa de segurança máxima, confiabilidade total, ou multiprocessamento simétrico do Windows NT, escolha o Windows 95 ou uma versão mais avançada para executar seus aplicativos modernos e integrar suas necessidades de rede, já que o custo geral dos equipamentos e softwares serão bem menores.

Volta

Unix

O Unix é um S.O. multitarefa bastante conhecido. Por um lado, o Unix pode ser executado em microcomputadores muito possantes, chamados de estações de trabalho gráficas, utilizada no projeto auxiliado por computador. Por outro lado, muitas empresas usam o Unix instalado em um computador com processador 80486 como uma forma de oferecer a um baixo custo, serviços multiusuários de contabilidade e de banco de dados. Nessa configuração, terminais de baixo custo são conectados ao computador onde o Unix está instalado e executa esses softwares aplicativos Unix especiais no processador compartilhado.

Atualmente, o mercado Unix se restringe a atividades de alto embaixo nível, pois não há atividades de nível intermediário. Essa lacuna provavelmente será ocupada por computadores Unix usados como servidores de arquivos, de impressão e de comunicações em rede de PCs.

O crescimento no mercado Unix convenceu muitas empresas a fabricarem softwares aplicativos que pudessem ser executados em um sistema maior, com minicomputadores baseados no Unix ou com PCs baseados no DOS. Um exemplo disso é o pacote de banco de dados Informix, que permite a você criar tabelas de dados em um terminal, através do sistema operacional multiusuário do minicomputador, e utilizá-las a partir de um PC. Para o PC, é possível criar áreas comuns semelhantes a arquivos DOS. Já para os terminais conectados ao computador host, você pode criar áreas comuns semelhantes a arquivos Unix. Essa é uma maneira de criar um verdadeiro sistema de bancos de dados distribuídos.

O sistema operacional Unix permite que várias pessoas o utilizem simultaneamente (multiusuário), arbitrando as várias solicitações para distribuir os recursos do computador justa e eficazmente. Diversos programas pode "rodar" simultaneamente (multiprogramação).

O sistema parcela o tempo do computador em uma série de partes e os aloca entre os vários usuários. O objetivo desta técnica, denominado "tempo compartilhado", é dar a cada usuário a ilusão uso exclusivo da máquina. Cada tarefa a ser executada pelo computador (programas, editoração, etc...) recebe uma fatia de tempo da CPU da máquina. Portanto, quanto mais tarefas, menor o tempo de CPU que cada uma recebe.

O sistema operacional Unix controla os recursos do computador, faz sua distribuição entre os vários usuários concorrentes, executa o escalonamento de tarefas (processos), controla os dispositivos periféricos conectados ao sistema, fornece funções de gerenciamento do sistema e, de um mode geral, oculta do usuário final a arquitetura interna da máquina. Isso é realizado através de uma arquitetura que usa camadas de software projetada para diferentes finalidades.

Volta

Unix x Windows NT

O Unix e o NT são surpreendentemente iguais no projeto e nas capacidades, mas suas diferenças são significativas. Ambos oferecem texto e aplicativos gráficos. Ambos os sistemas operacionais dão aos aplicativos um espaço de endereçamento virtual protegido no qual rodam. Ambos dão suporte a CPUs múltiplas e a processos leves. Ambos rodam em uma variedade de plataformas, embora o Unix o faça com muito mais delas. Ambos suportam sistemas de arquivos avançados com longos nomes. Ambos oferecem um poderoso compartilhamento de arquivo e outros serviços de rede similares.

O Windows NT desfruta de fato da vantagem da hegemonia da Microsoft, principalmente do controle central estrito do sistema operacional e de suas APIs. Um desenvolvedor pode escrever um aplicativo Windows NT uma vez e redigi-lo a uma CPU diferente só com um recompilamento. Isso é verdadeiro no Unix apenas com os aplicativos mais simples. O NT também deixa que os desenvolvedores enfoquem software de 32 bits para Windows 3.1 e Windows 95. A nascente base instalada do NT torna mais fácil localizar drivers de dispositivos e, cada vez mais, o vital e bem escrito software de domínio público que provocou inveja entre os usuários de Unix.

O Unix ainda tem uma margem nos recursos distribuídos, com a capacidade de compartilhar aplicativos, arquivos, impressoras e modems e procedimentos remotos através de conexões LAN e WAN. O Unix e-mail é o padrão Internet, e a rede TCP/IP é mais madura no Unix. Contudo, o método de compartilhamento de arquivos do Windows NT é geralmente mais rápido e mais eficiente do que o NFS. Ele também serve arquivos e impressoras para clientes Windows, Windows 95 e clientes Macintosh sem a exigência de um software opcional.

Atualmente, o Unix tem uma reserva de mercado para servir aplicações. Se é possível obter um acesso a um host Unix através de qualquer conexão de rede LAN ou WAN, pode se recorrer a todos os seus serviços. Falta ainda ao Windows NT - não inerentemente um sistema multiusuário - a capacidade nativa de compartilhar aplicações gráficas nas conexões de redes, uma falha que também torna mais difícil realizar a administração remota. Esta é uma das deficiências mais sérias do NT, embora estejamos começando a ver o software de terceiros que ajudam em sua resolução. Ele precisa de uma implementação consistente no nível do sistema operacional.

No nível mais baixo, ambos os sistemas operacionais dão suporte a RPC (Remote Procedure Calls - Chamadas de Procedimentos Remotos ), e os padrões de compartilhamento de objetivos rapidamente se desenvolvem em ambos. No entanto, o Windows NT irá levar uma vantagem: é a Microsoft quem cria os padrões. Os desenvolvedores, portanto, não se sentiram confusos no que diz respeito a qual método de compartilhamento de objeto implementar. Entretanto, até que a Microsoft apare as arestas de seu aplicativo de rede e de serviços objetivos, o Unix é, no geral, o melhor servidor de aplicações.

No domínio de compartilhamento de arquivos e impressões, o Netware ainda reina absoluto - mas o Windows NT está se aproximando rápido. O Unix mal surge no radar e está desaparecendo rapidamente. A rede nativa do NT cobre todas as bases: PC/Windows, Macintosh e TCP/IP (mais o compartilhamento de arquivo NFS exige um software). Nenhuma implementação Unix pode rivalizar com a facilidade do concorrente no setup e gerenciamento. É verdade que o Unix tem utilitários melhores, mas o seu compartilhamento de arquivos e impressoras ainda se encontra nos primeiros passos, se comparado ao Windows NT.

O NFS é o padrão Unix para o compartilhamento de arquivos e, recentemente, recebeu otimizações. Mesmos com estas últimas, os usuários e administradores acham o serviço de arquivos de NT mais rápidos e menos problemáticos. Os PCs Windows exigem que um software especial trabalhe como cliente NFS, e apenas algumas poucas implementações Windows NFS proporcionam os benefícios da rede nativa do Windows/Windows NT. O NT é claramente a melhor escolha para o compartilhamento de arquivos e impressora.

O Unix é uma escolha bem respeitável para servidores de banco de dados. Porém, o NT ganhou reputação pela implementação e gerenciamento mais fáceis, além de desenvolver uma operação "à prova de balas".

Vejamos algumas tabelas comparativas.

Integração

 

UNIX

Windows NT

Instalação de Aplicativos Padrão (rede e local)

não

sim

Detecção Automática de Hardware

alguma

sim

Protocolos de Redes Múltiplos

opcional

sim

Compartilhamento de Arquivos Windows SMB

opcional

sim

Compartilhamento de Arquivos Macintosh

opcional

sim

Compartilhamento de Arquivos Unix NFS

sim

opcional

Suporte ao Driver de Dispositivo do Fabricante (PC)

ruim

bom

O Windows NT é mais rápido na instalação porque é menor do a maioria dos Unix. O suporte a arquivos e impressão padrão Macintosh do NT é uma vantagem para as empresas de plataformas mistas, e normalmente é mais fácil se encontrar drivers de dispositivos NT para novos hardwares.

Segurança

 

Unix

Windows NT

Logon do Usuário Requerido

sim

sim

Permissões de Acesso no Nível de Arquivo

sim

sim 1

Listas de Controle de Acesso ao Arquivo

poucos

sim 2

Auditoria de Segurança

maioria

sim

Acesso Baseado no Cargo

poucos

sim

1 Tanto o NT quanto o Unix oferecem leitura, escrita e executam permissões em cada arquivo. O NT acrescenta "assuma a prioridade" e "permissão de mudança" a estes recursos.

2 As listas de controle de acesso do Windows NT se aplicam não apenas aos arquivos, mas a todos os objetos gerenciados pelo sistema operacional.

O Windows NT tem excelentes recursos de segurança padrão. As implementações comerciais do Unix oferecem níveis variados de segurança, mas nenhum pode rivalizar com a interface de administração simples do NT.

 

Gerenciabilidade

 

Unix

Windows NT

Ferramentas de gerenciamento gráfico e de texto

maioria

não

Administração Remota e diagnósticos

sim

opcional

Gerenciamento de Volume Gráfico

opcional

sim

Gerenciamento de Volume Gráfico

opcional

sim

DHCP

poucos

sim

O Unix é mais fácil de gerenciar à distância do que o Windows NT, mas um usuário no console irá achar o NT muito mais fácil de administrar. O DHCP faz com que acrescentar um host a uma LAN seja tão simples quanto ligar um cabo.

Escalabilidade

 

Unix

Windows NT

Suporte a Multiplataforma

alguns

sim

Suporte a Multiprocessador

alguns

sim *

Edição Somente no Cliente

alguns

sim

Suporte a aplicativos MS-DOS

sim

sim

Suporte a aplicativos Windows de 16 bits

limitado

sim

Suporte a Aplicativos Windows de 32 bits

não

sim

Suporte a Aplicativos Posix

sim

sim

Suporte a Aplicativos X Windows

sim

não

* Até 32 processadores

O NT e a maior parte do Unix permitem que se acrescentem CPUs do mesmo tipo ou se use uma CPU mais rápida. O NT roda com código-fonte idêntico através dos tipos de CPUs. O NT tem uma estação de trabalho e uma edição de servidor. Alguns Unix oferecem arquivos e serviços com menos recursos intensivos. Os aplicativos DOS e Windows de 16 bits exigem uma CPU Intel no software

Confiabilidade

 

Unix

Windows NT

Proteção à Memória por Processo

sim

sim

Sistema de Arquivo Recuperável

poucos

sim

Diagnósticos Remotos

sim

opcional

Geranciamento de Volume de Armazenamento

opcional

sim

Criação de Faixas e Espelhamento de Disco

opcional

sim

Tanto o Unix quanto o NT se beneficiam de projetos maduros e a maioria os considera estáveis. Os sistemas Unix devem melhor para se elevar ao excelente padrão de tolerância a falhas em disco do NT.

O Windows NT está ganhando terreno rápido e os utilitários e serviços gratuito de que os usuários do Unix desfrutam irão abrir caminho até o NT.

Enfim, não há nenhuma resposta definitiva sobre qual sistema operacional é melhor. Os especialistas queiram criar a melhor solução possível para um dado problema empresarial devem ser inteligentes e ter mente aberta o suficiente para adotar um dos sistemas - ou ambos.

Volta

Segurança na rede

Evitando perda de dados

Backups: Sua rede de segurança para dados

O método mais fácil é ter um disco rigido para armazenamento de Backups, mas no caso de usar discos de armazenamento, certifique-se de que estes estão etiquetados claramente, incluindo o nome da máquina, a unidade, a data do backup, e o número do disco ou fita.

Protegendo sua rede

Travas

São proteções que você pode por em seu computador. Você pode cercar todos os itens cruciais: o servidor de arquivos (assumindo que você esteja em uma rede cliente/servidor), os backups e tudo cujo o acesso você quer restringir. Você também pode travar os próprios computadores, tornado-os não utilizáveis para alguém que não tenha a chave para destravá-los.

Você ainda pode usar discos rígidos removíveis em todas as máquinas que devem tê-los, de forma que os discos rígidos possam ser travados para que o usuário não autorizado não possa ter acesso.

Senhas

São senhas que você põe em seu computador para que outros usuários não o acessem. Existem senhas que você não deveria usar como

1-Seus nomes

2-Suas datas de nascimento

3-Nomes dos seus carros e etc.

Mas há um jeito de tornar mais difícil para seus candidatos o acesso, por exemplo soletrar as palavras de trás para frente.

Ex.

Netware ficaria

Erawten.

As senha são uma parte importante da segurança, entretanto, em um ambiente criterioso em relação a segurança de hoje em dia, existe mais um conjunto de medidas que pode ser empregado.

Proteção lógica

Ocultar diretórios cruciais. Se não souberem que eles estão ali, não poderão examiná-los ou adulterá-los.

Renomeie arquivos cruciais tais como o config.sys e autoexec.bat e arquivos de comando.

Remova o prompt do MS-DOS a partir do windows ou a partir do seu menu de sistema.

Volta

Construindo o Melhor Servidor Possível

CISC Versus RISC

CISC quer dizer Complex Instrution Set Chip e RISC quer dizer Reduced Instrution Set Chip.

Um processador baseado em CISC terá muitas instruções embutidos dentro da própria CPU.

Um processador baseado em RISC tem menos instruções embutidas no chip, e assim seu aplicativo de Software tem que fornecer uma lista maior de comandos para conseguir executar a mesma função.

RISC e CISC Qual é a diferença ?

Os pentiums, um exemplo de maquina baseada em CISC, pode realizar aproximadamente 200-300 instruções diferentes, cada uma delas exigindo entre um e cinqüenta ciclos de clock. Uma tarefa pode exigir uma instrução ou varias. Os chips RISC tem uma abordagem diferente; em vez de Ter uma grande variedade de instruções, eles ficam com apenas as instruções mais comumente usadas para torna-las simples o bastante para serem completadas em um único ciclo de clock.

Vantagens Relativas

Os pentiums tem sido considerados a escolha preferencial para servidor de arquivos, enquanto as maquinas baseadas em RISC, com sua habilidade em rodar em bancos de dados relacionados, são consideradas mais bem ajustadas como servidor de aplicativos.

Emulação de Software

A emulação de software [e um programa que permite que um aplicativo rodando em uma maquina RISC pense que esta rodando em uma CPU baseada em intel x86.

Bem isso torna seu chip mais flexível porque ele pode rodar programas que não foram projetados para funcionar com ele, mas o lado negativo [e que a emulação pode fazer seu sistema rodar muito lentamente.

Dobradores/Triplicadores de clock

As velocidades de processamento reais em algum ponto entre as velocidades normal e dobrada ou a triplicada dependendo da velocidade de I/O (atividades de entrada e saída) ou o processamento de suas operações. Quanto mais intensas em processamento forem seus aplicativos, mais próximos das velocidades dobradas ou triplicadas a velocidade media será; quanto mais intensa a I/O forem seus aplicativos, mais próximo da velocidade normal.

Pentium

Trata-se de dois processadores construídos dentro de um chip um 486sx e um 486dx. A principal diferença entre o 486sx e o 486 dx tem um coprocessador matemático embutido. Isso permite que o 486dx realize cálculos de ponto flutuante; uma capacidade que [e utilizada principalmente por quem faz CAD (computer-aided-design) e cálculos pesados. Metade do pentium é capaz de fazer cálculos de ponto flutuante e metade não [e capaz disso.

NetFrame Superserver

O NetFrame Superserver, utiliza vários processadores Intel para tratar funções de rede – uma configuração que o pessoal da NetFrame batizou de Multiprocessador Parallel Server Architecture, ou MPSA.

MPSA significa que temos vários servidores, cada um com seu próprio processador. Esses servidores trabalham simultaneamente, um ao lado do outro. Mais servidores e processadores funcionando em harmonia significa mais tempo de processamento para todos na rede. Mais tempo de processamento significa velocidade superior e desempenho aumentando para a rede.

Com MPSA, a MCPU pode assumir duas responsabilidade adicionais sobre seus já sobrecarregados ombros transferir dados e processar aplicativos de rede. Essas tarefas são realizadas pelo servidor de I/O e o servidor de aplicativos, respectivamente.

A MPSA suporta ate quatro canais, cada um dos quais podendo suportar dois servidores. Dos oito servidores toais disponíveis , ate quatro podem ser servidores de aplicativos. Cada canal suporta taxas de transferencia de dados de 25Mb/s. Como cada canal funciona independentemente, o MPSA oferece capacidade de I/O de ate 100Mb/s de pico de 50Mb/s sustentado.

Placas-Mãe ISA (Industry Standard Architecture)

A placa mãe ISA é uma placa de 16bits, o que significa que a maior placa de interface, que você pode colocar em uma máquina ISA será uma placa de 16bits.

Outra qualificação interessante é a velocidade que o processador situado na placa mãe falará com qualquer placa situada no slot de barramento. A velocidade barramento de uma máquina ISA é 8MHz. Isso significa que se você tiver uma máquina 486 33 MHz com uma placa mãe ISA, quando você colocar sua placa de vídeo, sua placa Sound Blaster, sua placa de rede e etc. No slot de barramento daquela placa mãe, seu processador de 33MHz pode falar com essas placas somente a 8 MHz.

Placa-Mãe MicroChannel Architecture (MCA)

As vias de dados de uma máquina MCA são de 32bits. Eles também aumentaram a velocidade de barramento de 8MHz para 10 MHz. Você sempre pode reconhecer que está usando uma máquina de arquitetura MicroChannel porque ela terá slots de barramentos marrons ou bronzeados.

Placa-Mãe EISA (Extended Industry Standard Architecture)

A EISA tem uma via de dados de 32bits, mas para ser retrocompatível com as antigas placas de rede, placas de vídeo etc. a velocidade de barramento é de apenas 8,33 MHz. E as máquinas EISA geralmente têm slot de barramento não pretos.

VESA Local Bus

A placa de barramentos VESA falará na própria velocidade de sua CPU próximo dela. Assim em vez de lidar com um barramento de 8 MHz de velocidade, agora podemos lidar com uma velocidade de barramento de 20-25 MHz ou 33 MHz de velocidade de barramento quando falando com essa placa particular nesse slot particular.

ESDI (Enhanced Small Device Interface)

As unidades ESDI são algumas das unidades mais lentas no mercado, tendo tempos médios de acesso de aproximadamente 23 milissegundos.

A conclusão disso é que depois que a placa controladora formatar os dados, ela os enviará através dessa antena para serem colocados no próprio disco rígido. E não existe verificação final para assegurar que as interferências de radiofrquência não afetariam esses dados antes de você colocá-los no disco rígido – você somente descobrirá que seus dados foram corrompidos quando ler as informações novamente, e então geralmente já será tarde.

IDE (Integrated Drive Eletronics)

As placas adaptadoras IDE permitem conectar até duas unidades em uma cadeia. A capacidade máxima para qualquer adaptador IDE é aproximadamente 1Gb, já que nenhuma das unidades pode exceder 528 Mb. Existe uma versão melhorada dessa interface conhecida como Enhanced IDE ou EIDE. A EIDE suporta discos rígidos até 2Gb e permite Ter até quatro unidades conectadas à placa adaptadora.

SCSI (Small Computer System Interface)

As unidades SCSI são unidades de enorme capacidade. Elas são como as unidades IDE em que a placa adaptadora e o próprio disco rígido são uma unidade, e estão ambos conectados a uma placa adaptadora. O poder da placa adaptadora SCSI é que não apenas a unidades SCSI podem ser conectadas a eles. Você pode conectar unidades de disco rígido SCSI, unidades de fita SCSI, CD-ROMs SCSI, scanners SCSI – a lista vai longe. Você pode encadear até sete dispositivos SCSI em uma única placa adaptadora SCSI.

Controladoras de Cache de Disco Rígido

Os controle s de cache de disco rígido variam em tamanho, desde 256K ate vários Mb. Quanto maiores os arquivos que você provavelmente precisara em seu controlador de disco rígido ou placa adaptadora.

O Servidor Inteligente

Duplicando os Processadores

Algumas Placas-Mãe podem acomodar mais de uma CPU. Essa configuração e conhecida como multiprocessamento.

Existem dois termos que você ouvira quando estiver se referindo a multiprocessamento multiprocessamento assimétrico (AMP) e multiprocessamento simétrico (SMP).

Um AMP, terá múltiplos processadores, mas um dos processadores atua como o processador principal . A qualquer momento que um pedido precise ser processado , ele vai para o processador principal, que a seguir delega a tarefa para um dos processadores menores. O ponto negativo com isso e obvio se o processador principal "entra em ferias", essa configuração trava completamente.

Uma configuração SMP, permite que o primeiro processador disponível pegue uma nova tarefa. A vantagem aqui [e que se um dos processadores pifa, os outros processadores continuarão a funcionar e a receber novas tarefas a serem processadas. O único risco [e que o processamento que estava sendo realizado no processador na hora em que ocorreu o problema pode agora Ter que ser apontado novamente e reiniciado por um outro processador. Isto significa que o processador que morreu poderia fazer com que o sistema gerasse mensagens de erro em seus programas.

Conclusão

Um servidor somente [e útil para você se rodar eficientemente seu sistema operacional preferido e os aplicativos. Quando escolher o tipo de sistema, você precisara considerar não somente os aplicativos, como também os sistemas operacionais e a arquitetura. Depois [e só dinheiro, dinheiro, dinheiro ... bem, custo [e sempre um problema hoje em dia. As boas novas são que os custos dos servidores baseados em RISC caíram significativamente desde de que apareceram pela primeira vez, e logo se tornarão realmente acessíveis.

Volta

Problemas na rede.

Aqui estão muitos problemas comuns que você pode encontrar ao começar rodar sua rede.

Recursos / instalação da placa de rede.

Na instalação de uma rede, um dos elementos cruciais é a placa de rede. Você precisará assegurar-se de que ao instalar a placa de rede na estação de trabalho ou servidor que os endereços de IRQ, DMA e base de I/O que você configura não conflitem com os recursos de outros dispositivos em seu sistema de computador. Um utilitário útil para ajuda-lo com isso vem junto com o MS/DOS 5.o ou superior: Microsoft Diagnostics (MSD.EXE em seu diretório DOS).

Limitações de distância.

O cabo que você escolher terá uma limitação impõe uma distância . Essa limitação impõe uma distância máxima que os dados podem viajar através do cabo antes que os pacotes se degradem. Para evitar degradação é importante que suas máquinas estejam próximas o suficiente e que o tamanho total da planta do cabeamento não exceda às especificações do cabo. Uma solução alternativa seria colocar repetidores estrategicamente posicionados por todo o sistema de cabeamento.

Configuração de protocolo.

É importante assegurar-se de que o(s) protocolo(s) que sua estação de trabalho usará seja(m) o(s) mesmo(s) protocolo(s) que seus servidores estão usando. Se você instalar o sistema operacional de rede em seu servidor, mas nenhumas das estações de trabalho puder ver ou se comunicar como o servidor, provavelmente você terá um conflito de protocolo.

Obsoscência imediata do sistema de cabeamento/ expansibilidade.

Já vi muitas empresas se darem muito bem na instalação inicial de sua rede e a seguir se darem muito mal quando é hora de acrescentar nós adicionais. Quando estiver planejando sua rede, assegure-se de construir uma rede que seja capaz de crescer até no mínimo o dobro de seu tamanho atual uma rede que seja capaz de crescer até no mínimo o dobro de seu tamanho atual nos próximos anos. Nas reuniões de planejamento, sempre que você perguntar "Isso serve para a nossa rede dobrar de tamanho no futuro?". Além disso, assegure-se de que no futuro. Você não vai querer usar cabos UTP categoria 3 para sua rede de 10 Mbps hoje e depois de um anos precisar passar novos cabos UTP Categoria 5 para suportar vídeo conferência: considere as possibilidades do que sua empresa pode fazer no futuro e escolha seu8 cabeamento de acordo.

Restrições quanto a ruídos de radioconfreqüência .

Os ruídos de RF podem ser um problema para seu cabeamento e podem fazer com que a estação de trabalho trave quando estiver se comunicando com a rede ou não veja recursos na rede, ou ainda ela pode simplesmente reduzir o desempenho da rede. Procure conhecer o equipamento no ambiente de trabalho do usuário que pode estar causando interferências de ruídos de RF. Assegure-se de que o computador esteja a, no mínimo um metro de distância dos seguintes itens: filtros de ar, TVs, rádios, cinzeiros sem fumaça, copiadoras, máquinas de fax, impressoras, cafeteiras, refrigeradores, e paredes com poços de elevador do lado oposto.

Servidores que trabalham excessivamente, e "mal pagos".

Assegure-se de que os componentes individuais do servidor

sejam rápidos o bastante para suportar o tipo de tráfego que sua rede encontrará. Se não forem, suas escolhas para resolver esse problema são muito simples: adquira hardware mais rápido ou crie múltiplos servidores que compartilharão a carga de trabalho.

Exigência de Segurança.

Você se dispõe de um plano de recuperação de desastres? Sua capacidade de se recuperar de um desastre de rede dependerá grandemente de sua preparação para eles. Assegure-se de que quando a rede estiver finalmente posicionada você tenha preparado um plano de recuperação de desastre por escrito, e teste o plano pelo menos uma vez por ano (simule desastres, preferencialmente em um final de semana quando ninguém está usando a rede).

Licenciamento de software.

Este é um problema que é mais fácil resolver na instalação de uma rede do que depois. Instale um sistema concreto para registrar quantas usa e onde elas estão sendo usadas. Esse sistema deve ser localizável e verificável.

Exigências de groupware. Examine os programas que você rodará pela rede. Freqüentemente o sistema de correio eletrônico ou programa de agenda de seu grupo que você quer usar roda apenas com um sistema operacional de rede específico.

Gerenciamento de periféricos/gerenciamneto de recursos.

Compartilhar recursos pela rede é a razão número um das existência da rede. Entretanto, um ano ou dois mais tarde sua rede pode se tornar uma desordem porque as pessoas mantém impressoras adicionais e outros recursos compartilhados, mas nenhum padrão corporativo de convenções de nome, permissões de segurança, estruturas de diretório etc., foi configurado. Sua rede não é mais utilizável. Para evitar essa armadilha comum, planeje antecipadamente e configure padrões para convenções de nomes na rede, permissões de segurança, estruturas de diretório etc., ao instalar sua rede. Mesmo se sua rede for pequena por enquanto, ela crescerá.

Custos de instalação X custos de longo prazo.

Uma batalha que a maioria de nós terá de enfrentar durante a instalação de uma rede é a batalha do orçamento. Lembra-se do antigo ditado "você colhe o que você planta ? "Minha recomendação aqui é que freqüentemente, se você comprar componentes mais sofisticados para sua rede lhe dirá o que está errado com ela quando existirem problemas e você gastará muito menos tempo gerenciando a rede.

Volta

Glossário

1 Base5

Ethernet de Par Trançado sem blindagem; velocidade de 1 Mbps; a distância máxima entre estações de trabalho e o conector é de 500 metros. Não muito utilizado.

10Base2

CheaperNet, ThinNet ou Thin Ethernet; velocidade de 10 Mbps; o segmento máximo de cabo é de 200 metros.

10Base5

Ethernet espesso, o sistema de cabo especificado pela Dec e Xerox; velocidade de 10 Mbps; o segmento máximo de cabo é de 500 metros.

10Base-F

Ethernet de Fibra; utilizado entre estações de trabalho e um concentrador; velocidade de 10 Mbps; a distância estimada é de 2,2 quilômetros.

10Base-T

Ethernet de par trançado; velocidade de 10 Mbps. Muito popular.

ATM

Protocolo de Modo de Transmissão Assíncrona de Dados em blocos de 53 bits, atingindo velocidades a partir de 155 MB/s até 1,7Gb/s. Corresponde à futura tecnologia para redes de dados e permitirá, entre outras coisas, videoconferência em tempo real.

BR

Código ISO de identificação do Brasil na Rede, tipo de sufixo de um endereço na Internet. Um endereço brasileiro na Internet, registrado no órgão de gerenciamento da rede por aqui, sempre tem esta sigla.

BROWSER

Programa para visualizar, folhear páginas na Internet. Navegador, software para navegação da Internet. Os mais utilizado são o Netscape Navigator e o Internet Explorer.

CABEAMENTO ESTRUTURADO

Técnica de disposição de cabos em um edifício caracterizada por uma configuração topológica flexível, facilitando a instalação e o remanejamento de redes locais.

CABO UTP

Tipo de cabo mais utilizado nas topologias de redes de computadores atuais. É composto por quatro pares de cabos trançados entre si atingindo a velocidade de 155 milhões de bytes por segundo (155MBp/s). Pode alcançar até 100 metros entre duas conexões dentro da Categoria 5.

CATEGORIA 5

Categoria máxima homologada para redes de dados que estejam dentro das normas-padrão

EIA/TIA ( Associações das Indústrias Elétricas e Telefônicas dos E.U.A). Garantia de uma rede atual e com funcionamento perfeito.

CIBERESPAÇO (OU CYBERSPACE)

Espaço virtual onde a informação circula através de computadores. Espaço cibernético.

CONEXÃO

Ligação entre computadores feita a distância que permite a comunicação de dados entre ambos.

CORREIO ELETRÔNICO

Sistema de troca de mensagens através de redes de computadores. As mensagens podem conter textos e outros tipos de arquivos em anexo (attachment). Ver e-mail.

CPA

Central por programa armazenado. Centrais telefônicas com sistemas digitais controlados por computadores de alta capacidade de processamento, cujos terminais são os telefones.

CROSSTALK

tendência do sinal de um par de fios ser induzido em um par adjacente.

D.G. Sigla para Distribuidor Geral. É um quadro que contém as conexões e organiza adistribuição decabos de telefonia ou dados.

DOMÍNIO

Nome que identifica um site de uma pessoa, empresa ou instituição na Internet. Exemplo:

telesp.com.br .

DOWNLOAD

Ato de "baixar" e carregar um programa, ou seja, fazer a transferência de arquivos de um

computador remoto para seu computador através da rede.

EIA/TIA

Sigla para União das Associação das Indústrias de Telefonia e Associação das Indústrias de Elétrica dos Estados Unidos. Criaram as normas que regulam a instalação de redes de dados com o uso de cabos de par trançado (cabos UTP).

E-MAIL

Do inglês, eletronic mail ou correio eletrônico. Endereço eletrônico para envio de mensagens na Internet. Exemplo: webmaster@telesp.com.br

ETHERNET

Padrão de rede local amplamente utilizado na década de 90, quando passaram a ser instalados em cabos UTP. É um sistema flexível, barato e com velocidade de transmissão de dados entre 4 e 10 MBp/s.

FAQ

Frequently Asked Questions, ou Perguntas Mais Freqüentes. Perguntas e respostas das questões e dúvidas mais freqüentes sobre um assunto.

FAST-ETHERNET

padrão de rede local do tipo Ethernet que atinge velocidades maiores (entre 80 e 100Mb/s).

FIBRA ÓPTICA

tipo de cabo feito de cristal de quartzo muito fino que permite o tráfego de grandes pacotes de informações em altíssima velocidade (2 bilhões de bits por segundo-2GBp/s) por meio de de luz de 850 nanometros de cromprimento de onda, (multimodo) e que em geral é utilizado para a troca de pulsos informações entre grandes distâncias (aproximadamente 2.5 Km).

FRAME-RELAY

Protocolo que permite a conexão (com largura de banda ajustável de acordo com a demanda) entre duas redes locais através de uma rede pública utilizando comutação por pacotes.

FREQUÊNCIA

medida pela qual uma corrente elétrica é alternada, em hertz.

FTP

File Transfer Protocol - Protocolo de transferência de arquivos, usado para enviar e receber

arquivos via Internet.

GIF

Graphic Interchange Format - Formato gráfico utilizado em imagens e com grande capacidade de compressão. A maioria das imagens animadas na Internet são feitas nesse formato.

HERTZ

unidade de medida para definir frequência, em ciclos por segundo.

HIPERTEXTO

Destaque de palavras, geralmente sublinhadas, em um texto que remete a outros locais (texto ou imagem ou site) permitindo uma leitura não linear.

HOME PAGE

Primeira página de um site na Internet. Tornou-se sinônimo de endereço web.

HOST

Em português, hospedeiro. Computador que hospeda, guarda as informações para uma rede, no caso, a Internet.

HTML

HyperText Markup Language, linguagem de programação básica da Internet. Permite ao browser exibir textos e outros recursos multimídia de um site.

HTTP

HyperText Transfer Protocol - Protocolo ou padrão de transferência de arquivos html através da Internet.

HUB

dispositivo de conexão eletrônica entre o servidor e os outros micros de uma rede do tipo Estrela. Podem ser passivos, apenas distribuindo o sinal; ativos, que possuem um repetidor que regenera o sinal, inteligentes, que permitem monitoração dos micros, ou chaveados que funcionam fechando conexões não utilizadas e acelerando a velocidade de transmissão.

IMPEDÂNCIA

oposição ao fluxo dinâmico corrente em um meio de transmissão.

INTERNET

A maior rede de computadores do mundo.

INTRANET

Rede particular usada em empresas e instituições. Utiliza a tecnologia do ambiente Web da Internet, porém com acesso restrito aos usuários desta rede privada.

IP

(endereço) - Identificação numérica de um endereço na Internet. Cada domínio tem um endereço IP.

JAVA

Linguagem de programação criada pela Sun Microsystems. Permite baixar pequenos programas (Applets) que são ativados na própria máquina do usuário. Foi criada para poder ser utilizada em qualquer tipo de computador.

JPEG

Joint Photographic Experts Group - Formato de arquivo de imagens comprimidas.

LAN

Sigla para Rede de Área Local (Local Area Network), definida por uma rede de computadores restrita à uma mesma área, como por exemplo um edifício comercial ou uma fábrica.

LARGURA DE BANDA (BAND WIDTH)

Capacidade de um determinado canal (fibra ótica, fio de cobre) de transmitir informações. No Brasil as linhas telefônicas convencionais utilizadas para transmissão de dados da Internet normalmente permitem uma largura de banda de 28 Kbps.

LINK

Ligação. Na Internet, uma palavra ou imagem em destaque que faz ligação com outra informação. Os links permitem a leitura não-seqüencial de um documento e são indicados nas páginas WEB pelo símbolo da mãozinha no lugar do cursor do mouse.

L.P.

linha privada de telefonia utilizada por empresas para aumentar a segurança e velocidade de

transmissão de dados.

MAU

sigla para Unidade de Aceso de Mídia (Media Access Unit), dispositivo que serve como transceiver em uma rede do tipo Ethernet.

MBits

taxa na qual os dados podem ser transmitidos, equivalente a um milhão de bits.

MBp/s

velocidade de transmissão de dados, equivalente ao envio de um milhão de bits po segundo.

MHz (milhão de Herts)

medida de frequência por segundo de um sinal de tensão sob a qual a informação de dados é transmitida.

MODEM

sigla para Modulador/Demodulador (MOdulator/DEModulator), dispositivo que converte informação digital em informação para ser transmitida por uma linha telefônica, e vice-versa.

ON LINE

Em linha. Você está on line quando seu computador estiver conectado a outro computador ou a uma rede, permitindo a troca de informações através dessa conexão.

PAB

Perda no Assinante B - Índice de chamadas não completadas (perdidas) no assinante B, aquele que receberia as chamadas.

PARIDADE

método de checagem de erros na transmissão de informação por meio de bits.

PATCH PANEL

dispositivo de conexão manual que permite uma fácil organização, e remanejamento dos pontos de um cabeamento estruturado, alterando a posição do ponto sem modificação física do cabo UTP.

PLUG-IN

Programa adicional instalado em seu browser para ampliar seus recursos. Exemplos: Shockwave Flash, Real Audio, VDO e outros.

PPP

Point to Point Protocol - Protocolo que permite a seu computador utilizar os protocolos da Internet através de uma linha telefônica comum.

PROTOCOLO

Conjunto de regras que permite a transferência de dados entre computadores.

PROVEDOR DE ACESSO

Empresa que oferece conexão à Internet.

RACK

equipamento em forma de armário que armazena os diversos dispositivos de controle de rede (como hubs, lpatch panels e D.I.O.s) que são encaixados como gavetas.

REDE

Conjunto de computadores interligados entre si e a um computador principal, o servidor. No caso da Internet, são vários servidores interligados em todo o mundo.

REPLY

resposta dada a um e-mail recebido.

RJ -11

tipo de conector para telefonia em cabos UTP, de fácil manuseio e instalação.

RJ- 45

tipo de conector para dados em cabos UTP de fácil manuseio e instalação.

ROTEADOR

dispositivo que permite a interligação de vários segmentos de rede. Muito utilizado em redes WAN, pois permite a interligação de duas redes em lugares distantes por meio de telefone, sinal de rádio ou satélite.

SEARCH

Busca, procura. Mecanismo de busca de informações na Internet. Cadê, Altavista, Excite, Lycos e Yahoo são muito populares.

SERVIDOR

Micro designado para gerenciar uma rede, organizando a transmissão de dados entre os microsg de uma empresa e para fora dela, além de armazenar bancos de dados e controlar o acesso de informações confidenciais. Uma rede pode ter mais de um servidor.]

SHAREWARE

Software distribuído gratuitamente por determinado período. Depois de um período inicial de testes, espera-se que o usuário envie um pagamento aos autores do programa para continuar a utilizá-lo.

SITE

Espaço ou local de uma empresa ou instituição na Internet. Um site é composto de uma Home Page e várias outras páginas.

SLDD

Serviço por Linha Dedicada para Sinais Digitais, para interligação de dois até cinco equipamentos de comunicação de dados.

SWITCH

dispositivo eletrônico capaz de segmentar uma rede de dados em diferentes velocidades. Muito usado para redes com topologia simultânea ETHERNET e FAST ETHERNET.

TCP/IP

Transmission Control Protocol - Internet Protocol - Protocolo que define o processo de

comunicação entre os computadores na Internet.

TOPOLOGIA ESTRELA

Tipo de organização de uma rede em que cada micro é ligado ao servidor por um cabo independente, e a organização do envio de informações é feita por Hub ligado ao servidor. Permite o uso de Cabeamento Estruturado, atinge grandes velocidades, tem manutenção fácil e é flexível.

TRANSCEIVER

dispositivo que transmite e recebe informação de um computador para uma conexão de rede.

TRANSCEIVER ÓPTICO

dispositivo eletrônico que transforma sinais digitais provenientes de uma fibra óptica em sinais balanceados de 8 vias (RJ 45) para acoplamento de HUBs.

UPGRADE

Atualização de um software (versão mais recente) ou de um computador (configuração).

UPLOAD

Transferência de arquivos de um computador para outro.

URL

Uniform Resource Locator - Sistema de endereçamento usado em toda a WWW. Exemplo:

http://www.telesp.com.br/default.htm.

VÍRUS

Programa de computador feito para destruir outros programas ou arquivos específicos. Pode causar um prejuízo irreparável. O Anti-vírus é um programa que detecta e elimina os vírus.

WAN

Sigla para Rede de Grande Área(Wide Area Network), definida por uma rede de computadores ligada por meios de comunicação de longa distância, como por exemplo sinais de rádio, L.P.s (linhas privadas) e até mesmo satélites.

WWW

World Wide Web. É a área multimídia da Internet. Por ser a mais popular é confundida com a própria Internet. Além da WWW existem outras áreas da Internet, como: FTP, Gopher, Usenet e Telnet.

Volta

Bibliografia

Instalando a sua própria rede / Suzan B. Sasser, Robert Mclaughlin; tradução Lars Gustav Erick Unonius; revisão técnica Antônio Barros Uchoa. – São Paulo: Makron Books, 1996.

Andre's Home Page

http://lothar.alanet.com.br/~netlink/

e-mail: andrem@alanet.com.br

Thales

http://www.geocities.com/SiliconValley/Lakes/1763/

e-mail: thales@iname.com

HDTechnology

http://www.hdtechnology.com.br/HD2intro.htm

e-mail: hdtechnology@arlais.com.br

PetCom - Peltier Eletrônica e Telecomunicações

http://www.petcom.com.br/

Recitronic

http://www.recitronic.com.br/

e-mail: frf@elogica.com.br

Livro Redes Locais

Editora Campus

Autor Luiz Fernando G. Soares

Livro Guia de Conectividade (Terceira Edição)

Editora Campus

Autor Frank J. Derfler, Jr.

Revistas Byte, Informática Exame, Lan Times, Conections

Apostila Apostila Básica de Unix

Autor Marcelo Palmieri Martins

Volta

 
TÓPICOS
Para Saber Mais...

Sites des Fabricantes de Componentes

Clone Computer

Genius Computer

Fujitsu do Brasil

Troni

NEC USA Inc.

US Robotics Inc
    PC Modems Product Page

Sites de Referência

Tom´s Hardware Guide

Site do Prof. Gabriel Torres

Voltar

Atualizado em 25-Nov-2000.

Dúvidas, critícas ou qualquer problema no site, favor entrar em contato com o WebMaster.

Informática